1/05/2011 às 18:13
Mensalão - A incrível história da petista honesta, demitida do Banco do Brasil e hoje ameaçada de morte
Danevita Magalhães: a então petista foi demitida por não compactuar com a roubaheira; sem emprego, vive sob ameaça
Não deixe de ler reportagem de Hugo Marques na VEJA desta semana. Ele conta a história de Danevita Ferreira de Magalhães, uma das principais testemunhas contra os larápios do mensalão. Segue um trecho:
(…)
Ex-petista, Danevita Ferreira de Magalhães era gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil quando, ainda em 2004, foi instada a participar de uma fraude para justificar a remessa de nada menos que 60 milhões de reais às arcas do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o caixa-forte do mensalão. Ela não se curvou à ordem. Por isso, foi demitida e viu sua vida virar de cabeça para baixo. Ameaçada de morte e vivendo de favor na casa de amigos, Danevita é agora uma testemunha-chave do Ministério Público Federal para provar que o mensalão foi abastecido, sim, com dinheiro publico. Entre 1997 e 2004, Dane, como é carinhosamente chamada pelos poucos amigos que lhe restaram, coordenou o núcleo do Banco do Brasil que administrava os pagamentos às agências de publicidade contratadas para fazer a propaganda da instituição e de seus produtos. Por esse núcleo, formado por representantes das agências, passava todo o papelório necessário para liberar os mais de 180 milhões de reais gastos a cada ano nas campanhas publicitárias do banco.
Foi no momento de assinar um desses documentos que Danevita viu sua carreira desmoronar. O papel fugia completamente aos padrões. Tratava-se de uma ordem para chancelar um pagamento de 60 milhões de reais à DNA Propaganda, uma das empresas do mineiro Marcos Valério que abasteceram o mensalão. Detalhe: o dinheiro já havia sido repassado para a DNA, e o documento só serviria para atestar, falsamente, a veiculação de uma campanha fictícia que nunca fora ao ar. Uma fraude completa. A assinatura de Danevita era necessária para legitimar a operação. À Polícia Federal, ela disse que um dos diretores da DNA admitiu, na ocasião, que o serviço jamais seria prestado. Ato contínuo à decisão de negar a assinatura que tanto valeria a Marcos Valério e ao esquema que já no ano seguinte ficaria conhecido como mensalão, veio a demissão. “Como não assinei, fui demitida”.
*
Leia na revista detalhes dessa história típica da República da Companheirada.
Por Reinaldo Azevedo
Tags: Danevita Magalhães, Mensalão
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156 Comentários
wania carrara - 12/06/2011 às 3:50
Sou ex-funcionária e tive mais sorte que a Danevita, mas vi uma “festa” na Diretoria de Informática, onde me aposentei. Foram criados cargos comissionados para abrigar um verdadeiro partido !!! Os funcionários de carreira foram convidados a se aposentar… O Banco do Brasil é pra VOCÊ…. PT !
Tereza da Cruz Thompson - 09/06/2011 às 22:57
Mas que injustica que fizeram com ela Tio Rei. Nao havia lido esta reportagem. Em que pais estamos, meu Deus. Sera que nao temos mais salvacao e cairemos mesmo nas maos desses comunistas? Tudo esta parecendo que sim. Aos honestos, o castigo, aos ladroes e canalhas, o premio.
josé olímpio maia sobrinho - 29/05/2011 às 16:09
Eu ainda sinto pena de alguns, que fazem comentários de natureza tão absurda, chegando ao ponto de acreditar que, funcionários de autarquias da natureza do BB, só chegaram a ser demitidos, quando de um desenrolar de um processo formado e apurado para tal fato acontecer. É incrível, mas acreditem os leitores deste blog do Reinaldo ou até mesmo o jornalista que escreveu esse texto na Revista VEJA, como foi que se processou todo ato decisório das demissões que aconteceu no Banco do Brasil, agência de Catolé do Rocha na Paraíba, se teve algum processo administrativo ou outro de qualquer natureza para tal ato de demissão de oito companheiros em junho de 1997, acontecer. Apurem fatos dessa natureza, duas cartas de demissão, uma processada em 06.04.1997 e outra em 12.06.1997, tudas duas assinadas pelo então gerente substituto. TENHO PROVAS DE NATUREZA ORIGINAL. Não são cópias nem tão pouco rasuradas como o 81.240.
josé olímpio maia sobrinho - 28/05/2011 às 15:37
Eu sei que essa pessoa que se trata por “sejamos hobestas”, poderá até ter razão em seu comentário do dia 26.05.2011, essa “Dane” poderia até ser muito mais que isso, mas, sejamos honestos com nós mesmos, porque não declarou seu nome verdadeiro, sejamos “macho ou fêmea” como queira, mas sejamos verdadeiros.
josé olímpio maia sobrinho - 28/05/2011 às 15:21
Não tenho a menor dúvida que, nossas cabeças rolaram e que fomos demitidos por esses que se fazem representantes de nós brasileirinhos funcionários de um BB, BNB, CEF, etc, para cobrir essas verdadeiras falcatruas dessas natureza de que se tratou o assunto de Danevita. Fomos umas Danevitas da vida. Com uma diferença não nos condenaram à morte por vias macabras e sim, para que juntamente com nossas famílias ficássemos morrendo pelas ruas da vida, pouco a pouco.
Paola Ferracini - 26/05/2011 às 19:09
Olha pessoal, de qualquer forma, sendo ela a honesta ou não, acho que deveriamos fazer uma mobilização nacional contra os desmandos do nosso Governo, dar um “presta atenção” de verdade. Citando como exemplo o caso do Palloci, poderiamos começar por aí, não aceitando a impunidade deste cara. Precisamos nos organizar, eles não terão como enfrentar todos nós juntos… Pensem nisso
Sejamos Honestos - 26/05/2011 às 9:11
Sera que a Dane esta sendo ameacada? Pode ate ser, mas……..porque ficar tanto tempo calada????Ela NAO era funcionaria do BB, era CONTRATADA das AGENCIAS que atendiam o BB na epoca e MANDAVA demais. Sempre foi arrogante, prepotente, ate por isso HOJE nao ter amigos, ela nunca os teve mesmo, SO os bajuladores que corriam atras dela para que ela liberasse alguma verba. E sinceramente se o fato de nao ter assinado o tal documento foi o verdadeiro motivo da sua demissao, PORQUE demorar tantos anos para denunciar??? Quem trabalhou com a Dane no NMBB sabe muito bem quem eh essa mulher e como ela vivia na epoca em que era a DANE DO NUCLEO - A TODA PODEROSA - QUE MANDAVA E DESMANDAVA NA VERBA DE PUBLICIDADE DO BANCO DO BRASIL. Nao existia NENHUMA propaganda/publicidade que NAO passasse pelo aceite desta senhora. E honestidade nao combina com verba de publicidade (salvo raras excessoes).
Fui Funcionaria da DNA por anos e sei do que to falando.
fabiano augusto - 24/05/2011 às 0:09
Precisamos nos mobilizar ta na hora do Brasil mudar essa mulher colocou a cara a tapa,precisamos apoiar ela mostrar que estamos do lado dela,PT ñ é dono do Brasil nenhum outro partido vamos tirar esses sangue suga do Brasil e mete na cadeia!!
Demitido do BB - 24/05/2011 às 0:07
É típico do Banco do Brasil demitir sem justa causa.
Foi assim com um puquinho antes na com FHC. O Banco demitiu mais de 40.000 (quarenta mil) funcionários com mais de 20 anos de carreira, desbravadores, para junto com a PREVI reter a reserva matemática do fundo de previdência e se apropriar. Demitiram para roubar.
Antonio - 23/05/2011 às 23:03
Desculpe. Não concordo com o título. Não existe petista honesto. A mulher não deve ser petista. São duas coisas que não combinam. É como falar que o Lula não é mentiroso. Que o Dirceu não é lobista ou que o palocci tem caráter… Coisas que não existem…
Fracineth Gomes - 23/05/2011 às 14:50
Nossa, e porque essa senhora se calou tanto tempo! Ela deveria ter colocado “a boca no trombone” na campanha passada.
A desculpa deles é que não teve o mensalão, tudo bem, o nome a roubalheira que fizeram não importa, o que importa é que houve e muito grande, dêm o nome que quoserem…
Si - 23/05/2011 às 12:37
Funcionário público pode perder emprego sim, pode ser exonerado. Para o PT, quadrilha que vive de cometer falcatruas, forjar um motivo para a exoneração de uma funcionária pública é fichinha. Eles já fizeram, fazem e farão coisa muito mais “sofisticada”, por assim dizer.
antonio amorim - 23/05/2011 às 12:35
Amigos, Danevita é mulher, negra e, a julgar pela foto, já tem alguma idade. Conclusão: adicionar honestidade a esses defeitos, é demais!!!
junes marta paris - 23/05/2011 às 10:51
A luta pelo poder a qualquer custo do pt, ainda vai custa caro ao Brasil. Não vai demorar. A democracia está ruindo, a estabilidade financeira, idem, e a sociedade está desmoralizada. “Um governo fraco, faz fraca a forte gente”, já dizia camões.
Maria José - 23/05/2011 às 10:49
Renan Martins,eu não tenho muita fé no STF não,pois são todos Petista,os que não são tb são comprados,não temos mais nem justiça neste país,vc não está vendo o caso Palocci,não tem mais jeito para esse país,só uma catastrofe para dar jeito neste povo.
aldo soares - 23/05/2011 às 10:32
É difícil de acreditar que um funcionário concursado de uma empresa pública/autarquia/ mista,vai ser sumariamente dispensado à revelia; sem direito a nada. Mas, tratando-se da máfia que organizava o mensalão sob o comando do pt,fico cético. Reluto em duvidar. Ela sendo uma agente importante esclarecida saberia muito bem a quem recorrer; se tivesse dúvida da justiça, fosse a imprensa que a coisa teria um rumo certo, disso eu e quase todo brasileiro sabe. A justiça da nossa pátria discrimina as classes: Quem tem bala n’agulha não vai pra cadeia;se arrasta até o stf. e prescreve. O pé-de-chinelo; rouba um kg. de feijão desesperado, pra matar a fome passa vergonha, é humilhado, a justiça não o enxerga pois ele é: Desdentado , maltrapilho,um estorvo social. O brasil da carta cidadã tão efusivamente ovacionada por políticos que se beneficiam dela.
Rafael Baldasso - 23/05/2011 às 10:28
“Não há noite tão longa que não encontre a luz do dia”.
Espero que os responsáveis pelo mensalão sofram desta sina.
CASSILDO - 23/05/2011 às 8:57
Já fui funcionário concursado do BB. Pedi demissão pra seguir outra carreira. Se ela fosse concursada, só poderia ser destitiuída do cargo e não demitida do banco. Pelo visto ela era nomeada e não concursada. Por ser ética e não seguir os desmandos de quem a nomeou…
Jorge Conrado Conforte - 23/05/2011 às 7:57
Petralhas filhos da ………
Covardes, falsos moralistas.
Tem que tomar cuidado pois eles tem o grupo Seal13. Veja o que aconteu com o prefeito Celso Daniel.
pica pau - 23/05/2011 às 7:40
Esta senhora esta em maus lenções, se correr o bicho péga se ficar o bicho come, coloca-la na proteção da PF, aquela toda aparelhada é jogar na jaula do leão.
Acho melhor rezar e correr.
azul honduras - 23/05/2011 às 0:14
“, é bom lembrar que errar é humano, é bom lembrar que o nosso Reinaldo já foi petista”…
Confere,Azevedo? Ele conhece tão bem a ponto de AFIRMR que você já foi PETISTA? quando? rsr
não-me-chama-que-não-vou - 22/05/2011 às 23:36
Calma ai, pessoal !
Como, assim, demitida ?
Era concursada? De carreira?
Beleza a honestidade.
Mas…
Renan Martins - 22/05/2011 às 23:05
Parabéns a essa senhora. Mostrou que, para permanecer honesto, só mesmo saindo do PT. Eu tenho absoluta fé no julgamento pelo STF desses bandidos, e tenho certeza de que, graças à coragem dessa mulher, e de outras pessoas, nós veremos sim a corja toda na cadeia. O julgamento chegará!
Paraense Revoltado - 22/05/2011 às 22:21
Como elles podem ser tão covardes a este ponto meu Deus
higino yuji - 22/05/2011 às 22:16
O molusco(lula) aquele que dizia que não sabia de nada, sua mão é mais suja do que os outros do PT-Partido dos Trambiqueiros: os demais não passam de seguidores.
Jito.
guardiao do Norte - 22/05/2011 às 21:52
A mao suja do PTralhas esta em toda extensao territorial. Socorro!!! Os PTzadas estao dilapidando o patrimonio da PREVI-Fundo de Pensao dos Aposentados do Banco do Brasil. Salve nos quem puder!!!
Geovania - 22/05/2011 às 21:31
Espero que essa senhora processe o Banco, o Lula, o Delúbio, o Marco Valério, tenha seu emprego de volta, ganhe uma indenização decente e que sobreviva.Mas voces acham mesmo que a PF vai prender os filhos do LULA,que deveria sr preso primeiro era o Lula…e os passa porte sera que eles já devolveram?
Paulo Roberto Barbosa - 22/05/2011 às 21:27
Com mais essa historia narrada agora,não podemos acreditar nesse governo do PT.Para cobrir essa tristeza peço a ajuda dos internautas para decifrar essa charada que me deram e ainda não consegui decifrar:Qual a diferença entre Brasilia e uma caixa d agua atualmente.
Ségolène - 22/05/2011 às 20:55
Petralha é petralha. Essa matéria vai servir pra cumpanheirada passar a mão na cabeça dela, vc vai ver.
osvaldo felix - 22/05/2011 às 20:11
ESTOU INFARTANDO, SOCORRO CADEIA PARA OS CORRUPTOS OU BRASIL HONESTO MORRE!!!
sigilo - 22/05/2011 às 19:58
TEM QUE PÔ A PF PARA PROTEGER ESSA SENHORA HONESTA…! TEM QUE PÔ A PF PARA PRENDER OS FILHOS DO LULALAU…!
Marco - 22/05/2011 às 19:54
Danevita. A cada enxadada…mais um nome “atípico”.
Daqui a pouco vira, só desses nomes “incomuns”, uma lista telefônica das grossas.
Marcelo - 22/05/2011 às 19:53
Marli
21/05/2011 às 18:34, você tem completa razão, as pessoas tem que se organizar e fazer protestos em Brasília!
O ideal seriam pessoas de Brasília e perto de Brasília. O Brasil é muito grande, muitas pessoas gostariam de protestar, mas as distâncias dificultam. E principalmente dos grandes centros deveria partir as iniciativas e ir arregimentando outras pessoas.
Anônimo - 22/05/2011 às 19:30
GOSTARIA DE SABER QUAL O APOIO QUE ESTA SENHORA ESTÁ TENDO DAS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? O CARA QUE FALAR QUE TEM ORGULHO DE SER BRASILEIRO PERTO DE MIM,ESTARÁ CORRENDO UM GRANDE RISCO. POR FAVOR SR. REINALDO,ACOMPANHE ESTE CASO COM ATENÇÃO.
Ninon - 22/05/2011 às 19:27
Banco do Brasil é Economia-Mista,uma Autarquia! Portanto, funcionário do Banco do Brasil NÃO tem estabilidade. Quando não obedece ordens, mesmo que corruptas, é demitido por ser honesto, decente!
Edgar Ferretti - 22/05/2011 às 19:25
Espero que essa senhora processe o Banco, o Lula, o Delúbio, o Marco Valério, tenha seu emprego de volta, ganhe uma indenização decente e que sobreviva.
Se-Gyn - 22/05/2011 às 19:22
Esta senhora precisa tomar muito cuidado - o destino de petistas honestos que se chocam contra a estrutura montada pela petezada do carvalho no país tem um lúgubre restrospecto e resultados. Essa gente, lembremos, é responsável pelo exílio de uma família paulista por tal motivo…
Fabricio - 22/05/2011 às 19:02
quem trabalha no Banco do Brasil não é funcionário público. É empregado público. Eles são CLTistas.
Funcionário público é quem trabalha para administração direta ou para autarquia. Empresa pública (BB, Caixa, Petrobrás) tem EMPREGADO PÚBLICO.. que ingressa também via concurso mas que não tem as garantias de funcionário público
Newton José de Moura Júnior - 22/05/2011 às 17:40
Só não entendi uma coisa. Como ela pôde ser demitida se é funcionária pública? A estabilidade do funcionalismo existe justamente para casos como este.
Marcos F - 22/05/2011 às 16:32
Grande Veja!
Eu não vejo a hora em que esses ladrões (todos, bem claro) estejam na cadeia.
Ladrões! Lula, inclusive, pois que os defende, colaborou.
Terex - 22/05/2011 às 16:15
Durante todo o governo petista seus governantes se apoderaram das empresas estatais nomeando seus apadrinhados para se locupletarem com recursos públicos. Quando a suas ações não saem como queriam, culpam inocentes e continuam a criar artificios para surrupiar o erario e os fundos de pensão das estatais, a Previ como o grande alvo, utilizaram de um subterfugio e surrupiaram R$ 7.5 bilhoes de reais dos pensionistas, ao fabricarem uma resolução CGPC 28/2008, que se sobropos a uma lei a LC 109/2001, oficializando esse assalto. Esse é o governo do povo e dos trabalhadores.
Raissa Pedra - 22/05/2011 às 15:58
Reinaldo,a cada novo fato que surge com relação ao Governo
Petista,fico mais incrédula quanto à atuação de nossas autoridades encarregadas das sindicâncias e julgamentos.
Nessa história exisstem vários pontos questionáveis:
primeiro - a demissão pura e simples só poderia se dar no cargo em comissão.Será que a mesma foi admitida sobre essa
condiçâo?
Segundo - O MP tendo uma testemunha chave como essa, não a colocou no Serviço de Proteção às Testemunhas?
Terceiro- para exercer a função da qual foi titular,ela deve ser uma pessoa com certo grau de instrução e conhecimentos e como tal sabedora dos seus direitos.Por que não acionou a Justiça,mesmo que fosse regida pela CLT?
A OPOSIÇÃO VAI CONTINUAR INERTE?
Angelo Bretas Bhering,86 - 22/05/2011 às 15:29
No Brasil, PT e STF são iguais. Só corrupação :— Um é só labroeira e o stf altera votos para ganhar o quê:
vide o caso do caseiro e do homos e lesbicas. Será que um deles tem filhos deste jeito?
Abe - 22/05/2011 às 15:24
PARABÉNS pra esta senhora corajosa no meio desta corja Petista. Deus a proteja contra eles , poois todos sabemos do que são capazes , vid o que aconteceu com outras pessoas como o Prefeito Daniel……
Tchelo - 22/05/2011 às 14:30
“Danevita Ferreira de Magalhães era gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil”
Quanto ganhava esta senhora?
Está passando necessidades???
Será que ela é mais uma dos milhares de funcionarios públicos que so funcionam no serviço público??
EX-petista?? Que conversa para boi dormir…. Qualquer pessoa com um minimo de caráter não poderia continuar petista após os crimes cometidos pelos petistas durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso.
angelo - 22/05/2011 às 13:49
Senhores,o PT é o partido da corrupção e dos escandâlos
que todos os dias a imprensa noticia,quem não ler em sua
cartilha,está fora ou sofre as consequências,no caso supra
a demissão sumária do cargo que ocupa.
Ah!!Se estePaís fosse sério.!!!!!
Ivanildo - 22/05/2011 às 13:20
O que deveria ser regra virou exceção. A senhora Danevita Magalhães deveria ser condecorada como uma verdadeira heroína brasileira e abraçada fortemente em sua terra natal, isso chama-se dignidade. Parabéns, brava senhora.!!!
João André - 22/05/2011 às 13:14
Aqui no meu Estado do Pará, em 2007 o PT assumiu o Executivo com a Ana Júlia, quase o Estado vai a falência, foi um festival de desvio de dinheiro público. O Chefe da Casa Civil usou o cargo para fazer política, elegeu-se com 120.000 votos, é o Dep. Cláudio Puty do PT, hoje responde por corrupção no Estado. A alta cúpula do PT no Estado, os que foram Secretários e altos dirigentes, todos estão podres de ricos. Não temos saúde digna, não temos educação de qualidade, não temos estradas trafegáveis, não temos aeroportos dignos.
Devolvemos o Estado ao PSDB. O Estado está falido, hoje os PETISTAS denunciam corrupção no Governo que mal começou, hoje eles são fiscais exemplares e combativos.
HIPÓCRITAS, MARGINAIS, BANDIDOS SAFADOS, é isso que os PETISTAS são, aqui no meu Pará e em qualquer canto do Brasil.
jJose Espirito Santo - 22/05/2011 às 13:08
NUNCA, NA HISTÓRIA DESTE “PAIZ”, HOUVE CATERVAGEM TÃO CARA-DE-PAU, TÃO SORDIDA E TÃO MAQUIAVÉLICA QUANTO ESSA “PETRALHADA” DO INFERNO. A “PETRALHADA” E SEUS ALIADOS, TÃO NOCIVOS QUANTO ELES. E CERTOS DA IMPUNIDADE. MAS, QUEM SABE UM DIA A CASA CAIA NA CABEÇA DELES, TODOS.
Ivanildo - 22/05/2011 às 12:46
Os feitos do PT, Lula e seus asseclas durante os últimos oito anos foi simplesmente devastador. Não se tem conhecimento em momento algum na história brasileira algo tão sinistro e vergonhoso. Deixa uma lacuna tão grande que chego a pensar que não existe mais justiça e muito menos autoridade que tente coibir esse terrível mar de lama instalado no Palácio do Planalto.
Elah - 22/05/2011 às 12:16
Essa turma, aliás, “quadrilha”, sempre foi dada às ameaças, difamações, justiçamentos, etc. Toninho do PT e Celso Daniel são dois fantasmas muito vivos, para talvez intimidar. Quando é que vão ser desapeados do poder e jogados na cadeia?
josé - 22/05/2011 às 12:12
Meu amigo Rei. Porque o analfabeto do LULA, não se candidata ao cargo de DIRETOR GERENTE DO FMI. Ele tem todos os requisitos; é arrogante, baba ovo de ditador de republiqueta de bananas, comedor de água (biriteiro mor) e mentiroso, e gosta de ser bajulado.
LABOR - 22/05/2011 às 12:07
Azul Honduras (OO:57), é bom rever seu conceito contido na infeliz afirmação do último parágrafo de seu comentário.
A propósito da Danevita, temos frases já conhecidas como “Ser inteligente e honesto jamais será petista” e outros comentários parecidos, é bom lembrar que errar é humano, é bom lembrar que o nosso Reinaldo já foi petista, que o Bicudo também já foi (acho que sim), que entre os nossos comentaristas, a meu exemplo, muitos elegeram o apedeuta na primeira vez, queiram ou não, um viés petista, mesmo que acreditando em suas promessas de
um Brasil mais decente. Há que se considerar, também, que a Danevita era funcionária do BB desde 1997, consoante a revista Veja, o que nos diz que ela não foi colocada lá após a eleição do Lula. A confirmar se era funcionária de carreira. Vi no fato algo altamente positivo: a honestidade em jogo levada a efeito por uma pessoa negra, dizendo-nos que independe da cor para termos as nossas virtudes, dando-nos uma bandeira para nos unirmos contra essa estupidez de cotas raciais que além de outros males é uma ofensa aos negros (é só raciocinarem), dando-nos a oportunidade de dizer a eles que toda essa onda de defesa de sua cor é apenas mais um dos ítens de desestruturação das bases da sociedade para um fim já determinado. Devemos nos unir, pensando na possibilidade de uma manifestação pública, ou de pequenas manifestações públicas, quando o momento exigir.
Rogério - 22/05/2011 às 11:33
Reinaldo. Temos um jornal aqui em Bebedouro e somos provas vivas do que Danevita deve ter passado por ousar enfrentar os detentores de poder. Somos alvos de ameaças, recebemos dezenas de processos, já perdemos bens e mesmo assim continuamos com toda disposição trabalhando por nossa comunidade e pegando no pé dos interesseiros de plantão. Um dia gostaríamos de partilhar da nossa história, muito bem documentada, contigo.
Daniel - 22/05/2011 às 11:31
E idéia com assento mesmo e que ninguém venha com preconceito linguístico pra cima de mim!
Eduardo S.B.Infantini - 22/05/2011 às 11:29
Parece que o caminho que o Apedeuta nos aponta é o da Venezuela,onde se recolhe à prisão juízes que não obedecem ao socialismo bolivariano do Chaves.No DAER do Rio grande do Sul existe associação de funcionários Petistas!
Rogério - 22/05/2011 às 11:29
Perdeu o emprego, mas não perdeu a dignidade. Um bom exemplo para todos nós e principalmente para os meus conterrâneos de Bebedouro, que ainda não possuem a coragem da Danevita para tomarem as atitudes que precisam ser tomadas num cidade onde o prefeito é apontado pelo Ministério Público como o líder de um esquema de fraudes na Prefeitura
Daniel - 22/05/2011 às 11:29
Poxa! que excelente idéia a do DUDA, PALOCCI PARA A PRESIDÊNCIA DO FMI JÁ! Esta lançada a Campanha.
josé - 22/05/2011 às 11:23
O Brasil não é um país sério. E nunca será. O idiota do todo poderoso do mega analfabeto do lula, anda arrotando que o mensalão jamais será julgado. Isto é bom para ele e acompanheirada. Se fosse na CHINA haveria um julgamento sumário (JUSTO), e todos os culpados seriam executados.
Rodrigo - 22/05/2011 às 11:07
Boa reportagem a da Veja!
Elouquisa - 22/05/2011 às 10:59
Ela ainda tem a sorte por estar viva!Vide Celso Daniel!
duda - 22/05/2011 às 10:57
O Brasilque empresta dinheiro ao FMI com os seus dois ultimos presidentes com alto conceito internacional, como dizem,porque nõ indicar o mão leve Palotti para substituir DSK…,
,
Maria Rosa - 22/05/2011 às 10:39
Reinaldo
Embora descrente de que algo aconteça à quadrilha que hoje detém o poder no País, comprarei a Veja para ler a matéria.
Será que ainda veremos gente como essa, que é fotografada literalmente com milhões roubados, que mata e agride todas as normas civilizadas na cadeia?
Parabéns à Veja e a você pela denúncia!
Paulo Fernandes - 22/05/2011 às 9:52
No BB ou em qualquer estatal regida pela CLT(Petrobras, Furnas, CEF,…) os funcionários podem ser demitidos sem justa causa como na iniciativa privada, é só criar uma justificativa. E isto é fácil quando se tem o controle da empresa.
mariza tannure - 22/05/2011 às 9:43
se a justica de um pais nao cumpre o seu papelSE APELA PARA O TRIBUNAL DE HAIA NA HOLANDA
Marlene Maria - 22/05/2011 às 9:31
Que bom que foi encontrada uma petista honesta. Auguro que o depoimento dela leve à condenação do Dirceu e seus 40 ladrões. Também faço votos que ela seja ressarcida da demissão injusta e viva em paz.
valdir - 22/05/2011 às 8:49
vcs já perceberam como todo acusado é consultor ?
com a palavra , os legitimos consultores( honestos )
Luciano - 22/05/2011 às 8:31
Ninguém é demitido do BB só porque um gerente quer, os funcionários respondem antes a um processo administrativo e tem a oportunidade de se defenderem. Neste caso, ou esta senhora não era realmente funcionária concursada do BB, ou na verdade foi “descomissionada”, voltando à condição de escriturária com uma merreca de salário. Vou ler o artigo na revista, fiquei curioso.
Edna - 22/05/2011 às 8:19
Alguém disse que Celso Daniel era um petista honesto. Como, se ele sempre aceitou que os “cumpanhero” roubassem “para” o partido? Só quando descobriu que estavam roubando para o próprio bolso e enriquecendo é que resolveu acabar com a mamata. Isso é honestidade? Não tem jeito… não existe petista honesto… ou estão roubando ou estão defendendo quem rouba, isso quando não estão fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.
Mako - 22/05/2011 às 7:09
O que precisamos é de um petista ou petralha que abra o bico, cedo ou tarde vai aparecer, ah vai. Vamos manter as esperanças… Com Celso Daniel e outros perdemos a chance porque os executores foram mais rápidos.
Enquanto isto nossas preces para que Danevita seja protegida. Mulher valente.
Marcus Meyer - 22/05/2011 às 6:42
O Mensalão não existiu, Dilmalula é só um nome na cédula eleitoral para uma nova eleição de Lula… O Brasil é mesmo um país de faz-de-conta!
A BACCELLI - 22/05/2011 às 3:40
Tudo comecou com os miseros tres mil reais do Waldomiro. Como viram que nada lhe aconteceu, arrombaram a porteira, pois, por onde passa um boi passa uma boiada. Em oito anos de governo o crescimento foi geometrico, feito milagre de Jesus Cristo : a multiplicacao dos paes.
cuidado com patrulha - 22/05/2011 às 1:59
Todo cuidado é pouco, eles têm um juiz Inclemente, ops,
digo, Clemente.
Alvaro - 22/05/2011 às 1:20
E onde estão as ONGs que acolhem os perseguidos dando emprego digno a cidadãos honestos? Sim, estamos no Brasil. São ONGs como o “vampiro brasileiro” de Chico Anísio. Já há o precedente de Celso Daniel. Essa senhora tem que ser amparada pelo serviço de amparo a testemunhas e mudar de país enquanto é tempo. Mas, se algo acontecer a ela temos que ir para rua, ocupar e acampar na praça dos tres poderes, todos.
Jeremias-no-deserto - 22/05/2011 às 1:02
Saia logo desse país enquanto ele estiver sob o tacão da petezada, Danevita! Essa corja é criminosa e não é bom facilitar. Vá para a França e BOTE A BOCA NO TROMBOBE! Denuncie esses crimes à imprensa local, dê entrevista aos jornais e faça palestras nas universidades.Plante uma sementinha que ela germinará.
azul honduras - 22/05/2011 às 1:00
serão demitidos.
Ela não me inspirou confiança por ser do BB e petista.
azul honduras - 22/05/2011 às 0:57
Bem, não parece isso que está tentando vender…Mas, vamos ás provas,não é? ela dever ter todos os papéis,ou copias, do que passou pelas mãos dela; também deve ter prova da demissão sendo concursada( eu duvido muito que tenha sido por tal razão e ela entrar na Justiça contra o BB). Se não entrou contra o BB, está esconendo algo. Também dece provar as tais ameaças…gravou?
Sei não, sei não. Funcionários do BB lesam clientes porque sabem que NUNCA
petistas combinam com maracutaias, caixa 2, "consultorias à la Palocci e Zé Dirceu" - 21/05/2011 às 23:49
Ser petista e não aceitar participar de crime?
Que coisa esquisita e difícil de acreditar.
naldig - 21/05/2011 às 23:22
Campanhas publicitarias sem veiculacao e um filão de ouro para o desvio de dinheiro para o caixa dois. Tudo fica muito difícil de provar e os profissionais do tipo de Marcos Valério devem ter usado a exaustão . Parece-me que o cheiro pútrido já esta impregnado nas narinas de nosso povo cansado de ser feito de palhaços .
gaúcha indignada - 21/05/2011 às 23:18
Cuidado Sra. Danevita, vide Celso Daniel, “elles” são perigosos……..
roberto stone - 21/05/2011 às 23:11
Ninguém no BB foi ou é demitido assim sem mais nem menos. Serei obrigado a ler a reportagem porque o trecho transcrito falha num ponto fundamental.
Zé - 21/05/2011 às 22:44
Deixa ver se eu entendi: ela corre o risco de morrer de morte matada, como Celson Daniel e as sete testemunhas? Se manda daqui, moça, vai para um lugar decente, pede asilo em um país sério, como fez o irmão de Celso Daniel. Esta camarilha canalha que tomou o Brasil de assalto faz a máfia parecer uma tropa de escoteiros fraldinhas…
jgomes - 21/05/2011 às 22:38
Reinaldo,
E ela tem que tomar cuidado mesmo com a máfia,o histórico
delles não é nada edificante. Ou é um pistoleiro psicopata ou
montam outra quadrilha de assaltantes como no caso Celso Daniel.
Quando houver o julgamento do caso mensalão, e se Deus quiser haverá, vão se sentir pressionados e aí valerá tudo.
alberto santo andre - 21/05/2011 às 22:31
ISTO SE VEM PROVAR MINHA TEORIA,DESDE A FUDACAO DO PARTIDO EM OITENTA, QUE DENTRO DO PT PESSOA DE CARATER E HONESTA NAO FICA
PORTANTO;;;
SE FOR INTELIGENTE E PETISTA NAO E HONESTO
SE FOR HONESTO E PETISTA NAO E INTELIGENTE
SE FOR INTELIGENTE E HONESTO JAMAIS SERA PETISTA.
João Fernando - 21/05/2011 às 22:27
Isto quer dizer que a garantia da não demissão a não ser por justa causa do servidor público, e os bancos que fazer concursos, estão obrigados a seguir esta norma, não funcionou para ela?
Os petistas conseguiram demitir uma pessoa por ser honesta?
E não tem nenhum empresário que precise de uma pessoa honesta em sua empresa?
Já estão todos corrompidos?
Valter - 21/05/2011 às 22:25
Caro RA. Espero que alguém do PSD procure dar apoio a essa Senhora e aquela valente Professora do Rio Grande do Norte.
Ziu - 21/05/2011 às 22:24
Reinaldo,
O caso desta senhora é a cara do PT, não é não? Ah, mas essa petralhada é mesmo muito bandida. Eu espero que o Ministério Público tenha tido o cuidado de colocar esta senhora em segurança, bem longe dos olhos e ouvidos de certos petistas, pois do contrário a vida dela pode ter fim antes mesmo do julgamento do mensalão petista.
Precedentes que demonstrem esse risco é que não faltam!!!
Sergio - 21/05/2011 às 22:17
O Próximo governo democrático que entrar vai ter que criar um programa pra ressarcir todas as vítimas que o PT foi deixando pelo caminho, so seu projeto megalomaníaco de poder. Que Deus tenha piedade de nós.
Força a esta senhora.
anonimis - 21/05/2011 às 22:13
Como está senhora pode ser demitida do Banco do Brasil? Somente poderia ser demitida se tivesse cometido algum ilicito comprovado.
Anônimo - 21/05/2011 às 22:10
A vida desta senhora está valendo menos do que a do Durval Barbosa ligado ao mensalão do DEM. Se o Durval puser o pé em uma cadeia não sai vivo dela.
PARASITOLOGO - 21/05/2011 às 22:00
Ser honesto no Brasil está virando sinonimo de imbecil ,já vi em dezenas de lugares que ser honesto está errado e tem que fazer igual,mas ainda temos uma grande maioria honesta ,mas não tem força suficiente para coibir tudo isso com manifestações fortes para derrubar governos ,o que precisamos é de um grande líder capaz de aglutinar um grande número de Brasileiros ,a mudar a tudo que prejudica o nosso país e seu desenvolvimento de forma correta e com certeza os menos favorecidos seriam os mais contemplados ,eles são enganados por falsas promessas do Rei do palanque o maior Jumento imbecil que o país poderia ter ,já tivemos muitos imbecis mas como o Jumento do Lula ,nunca tivemos nada parecido,esse sujeito repugnante toda vez que abre a boca vende um mundo que ele a familia e seus amigos e seus comparsas passaram a viver muito bem obrigado e essas parasitas que se dizem socialistas ,se tornam os socialistas e comunistas ,mas so no discurso ,porque na conta bancaria é de arrepiar a qualquer milionário de familia ,sabemos que a riqueza é e sempre foi formada pela ganância em prejudicar os pobres para existir os ricos ,mas aqui é bem pior os que se diziam defensores dos pobres por ter sido pobre são os que mais faturam para si em detrimento da situação que se encontra a população mais pobre desse país e simplesmente criaram condições falsas de fazer essa gente entrar em dividas como a compra de autos e sair dizendo que agora pobre tem carro zero,mas como essa economia criada era um falsa premissa e sabiamente frágil ,mas a unica intenção era fazer o sujeito comprar e o que o governo desejava era os impostos que são recolhidos no ato e com isso fazer a festa ,mas sabiam que o retorno dessa dívida seria um grande salto da inadimplência e hoje temos muita gente devolvendo o bem em menos de cinco meses e não conseguem pagar ,porque o carro tem muitas despesas adicionais e isso uma pessoa mais humilde não sabe dos custos adicionais e ele tem que optar em comer ou pagar as contas do carro e por isso que assistimos a esse partido Petralha , de bandidos que enganam e roubam descaradamente e até demitem que está no seu caminho atrapalhando o saque e essa moça não está sozinha ,muitos outros devem ter passado por isso ,espero que ela tenha seu emprego de volta e não tenha medo da verdade e de ser honesta ,o Brasil precisa de pessoas iguais a vc.
Casca Fina - 21/05/2011 às 22:00
Caro Reinaldo:
Aproveito este espaço para cumprimentar a senhora Danevita pela lisura de caráter e pela real demonstração de caráter e integridade.
Aproveito mais: para formalizar os mais vivos e vibrantes votos para que todos esses quadrilheiros, do mais pequeno ao mais graúdo, recebam seu cálice de fel e amarguras, servido pela Justiça Divina, cálice esse do qual hão de
beber até à lia, em sofrimentos inomináveis no lugar que
lhes cabe por direito pleno, absoluto e inalinável: o Inferno!
Amém!
Antonio Antunes Rodrigues Junior - 21/05/2011 às 21:59
É simplesmente uma máfia!
Creuza Maria - 21/05/2011 às 21:56
Tenho fé em Deus que daqui para a frente aparecerão várias Danevitas que darão inío ao processo de desmascaramento do PT, principalmente do Ali Babá.
Aposentado Abandonado - 21/05/2011 às 21:54
Se essa Senhora perder a vida “num acidente qualquer”, a nossa Democracia também estará sob suspeição, cabe à oposição tomar todas as providências e exigir proteção para essa Senhora que contrariou o PT e aplicou a filosofia do seu Cargo Proteger o Cofre Público contras Ladrões que buscava e busca a eternização no Poder. Se a oposição não fizer nada o nosso País corre um grande risco de se tornar uma 2ª Cuba, hoje totalmente falida devido à política atrasada do Fidel e seu irmão Raul, fora PT corrupto, fora criminosos que vivem à sombra da Lei.
Rodesiludido - 21/05/2011 às 21:39
Todas as quadrilhas são assim desde as mais pé-de-chinelo até as das altas esferas, ai de quem não rezar na cartilha deles.
josé santos - 21/05/2011 às 21:37
Ela é a anti-Delubio,se tivesse agido como ele estaria sendo aclamada como heroína. Em banania ser honesto é crime.
Fernanda - 21/05/2011 às 21:36
Eu tenho uma teoria, ano que vem vamos ter presidente novo…Michel Temer!por quê?Bom quando o PMDB teve oportunidade o Tancredo morreu que partido era vice???Quando Collor caiu que partido era vice?E agora Dilma chegou a sua vez que partido é vice?????
LIMA - 21/05/2011 às 21:36
REINALDO
A QUADRILHA E VINGATIVA E ORGANIZADA. ELA FOI CRIADA PELO MOLUSCO E SEUS CUMPLICES. A EX FUNCIONÁRIA DO BB. DE GRAÇAS A DEUS DE TER SIDO DEMITIDA, POIS O CELSO DANIEL FOI MORTO.
SFU - 21/05/2011 às 21:35
Assim como o Banco do BRasil, conviria, se possível, investigar a Itaipu Binacional, empresa binacional, onde não é possível investigar qualquer tipo de gasto e cujo orçamento está totalmente manietado pelo diretor geral Samek.
Paloffi - 21/05/2011 às 21:16
Pergunta que não quer calar: O incrível é alguém fazer a coisa certa e ser punido ou é o oxímoro “petista honesta”?
Snitram - 21/05/2011 às 20:48
Essa mulher honesta e corajosa deve pedir hoje asilo político nos EUA. Simples assim. Somos um país sem lei. Apenas para ilustrar, o cidadão que obrigou outro a pular do trem, e assim o matou, foi julgado ontem em SP e condenado a 24 anos de prisão. Primeiro que o crime aconteceu 7 anos atrás e o assassino AINDA está solto. E vai continuar solto, pois vai recorrer em liberdade. Sabe-se lá quanto tempo depois do crime -mais sete anos?- pode ser que ele finalmente cumpra a condenação. A condenação é de 24 anos que vão virar algo em torno de no máximo uns 5 anos preso. E olhe lá. E estas leis são leis de inspiração esquerdopata, essa gente que não gosta de bandido preso, pois acha que são todos coitadinhos. NA PRÁTICA, SOMOS UM PAÍS SEM LEI, ONDE SE MATA QUASE IMPUNEMENTE, QUE O DIGA O PIMENTA NEVES.
Gino - 21/05/2011 às 20:44
Existem petistas e existem honestos.
Petista honesto é paradoxo, é impossível.
Snitram - 21/05/2011 às 20:37
Ela tem que tomar cuidado para que não dêem um Celso Daniel nela.
Didi Iashin - 21/05/2011 às 20:30
Haha, ela, pedir asilo nos Istaduzunidus??? Seria por demais irônico … Ainda bem que pulei do BB antes de ele se tornar um ninho de cobras …
Curioso - 21/05/2011 às 20:25
Os Comentários estão falando muito no fim do Celso Daniel. Daí lembrei-me do post do Reinaldo “20/05/2011
às 5:35 Cuidado, leitor! Abaixo, você lerá o testemunho de um assassino frio, convicto, metódico e apaixonado pela morte. Depois, você poderá até assistir a seu testemunho. E isso é só o começo”.
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Aquele Sr. disse que matou o próprio amigo esquerdista, porque o grupo “achou” que ele poderia abrir a boca no mundo. Daí lembrei-me do Celso Daniel.
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Será que os Petralhas pertecem a este grupo? Meu Deus! Ainda tem gente que quer ser Petista! Para a Máfia, DESCONFIOU SIMPLESMENTE MATA.
Panqueca - 21/05/2011 às 20:21
Eu respeito, profundamente, quem enfrenta esses meliantes. É preciso muita coragem, pra se recusar a fazer o que elles mandam e, ainda, denunciar. Parabéns, Danevita Ferreira de Magalhães!
margot - 21/05/2011 às 20:19
Lascou-se!
Calma! - 21/05/2011 às 20:16
A Sra. Danevita não irá ter o mesmo fim do Celso Daniel.
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Sabem porque? Porque eles irão pagar uma bufunfa para ela, o STF vair ignorá-la, como fez com Francelino.
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E assim os brasileiros vivendo na mer….da, continuarão a sambar, beber e pular nas arquibancadas que nem cachorro louco. Porque eles não despertam e mostram sua força que mostram nas arquibancadas para escurraçar esses petralhas do poder?
Paulista Explicando - 21/05/2011 às 20:03
Edna,
Celso Daniel era um ptista Muito Honesto,
viu o Fim dele e de mais oito,
então já sabe…
gaúcha indignada - 21/05/2011 às 20:02
Quando o STF vai CONDENAR a QUADRILHA, a começar pelo chefe???????? “Elles” estão exterminando com o Brasil, precisamos REAGIR!!!
Brasileiro de saco cheio com o pt - 21/05/2011 às 20:01
Não me convenço que uma pessoa foi ptista e se torna ex-petista,
Uma vez petista ptista até a Morte!
Pode até ser honesta,
mas quem se Mistura com Porcos do Farelo Come,
não tenho dó nem vou chorar se eles derem cabo a ela,
afinal,
são cumpanheiros,
e cumpanheiro conhece muito bem seus ideais…
imar - 21/05/2011 às 20:00
Falar o que?? Todos sabem do que a PTralhada é capaz!!
A Justiça? Ora bolas, a justiça é para quem pode pagar!!!
andre Andrade - 21/05/2011 às 19:55
Ha justiças e JUSTIÇAS,SENÃO VEJAMOS : O poderoso chefão do FMI apenas nú atacou ,sem armas, só de posse de seu orgão masculino, uma empregada de hotel.Feita a queixa, o candidato à futura presidência da França,foi preso pela polícia do Estados Unidos.Já preso e ainda preso ficou até terem a certeza de que não fugiria-segue o processo.E no Brasil ? O mensalão com todas as provas ,denunciados pelo Procurador Geral da República,como os 40 ladrões,fica, passado o mandato de quando ocorreu o crime, à espera da boa vontade do SENHORES SUPREMOS DO ESTADO BRASILEIRO,OS INTOCÁVEIS,PARA JULGAR O FEITO.
——-QUE IMENSA DIFERENÇA—!!!!!!!!!?????????
VERGONHA VERGONHA VERGONHA
Edna - 21/05/2011 às 19:49
Tá na cara que essa reportagem é mentirosa. Todo mundo sabe que petista honesto não existe!
Pobres Brasileiros! - 21/05/2011 às 19:48
O STF BRASILEIRO, como é “SUPERIOR” à SUPREMA CORTE AMERICANA, vair DISPENSA-LA, como fez com Francelino, e ABSOLVER AQUELES “ANJOS”.
————-
Para o STF Brasileiro A SUPREMA CORTE AMERICANA NÃO CHEGA AOS PÉS DELES.
————-
À POBRE COITADA DANEVITA IRÁ SER DESPREZADA PELA MAIORIA DOS BRASILEIROS, POIS ACREDITAM PIAMENTE NO LULA.
————–
POBRES BRASILEIROS, POR ISSO VIVEM NA MER…..DA.
Raskol: pt, uma fraude eleitoreira a serviço da solução final - 21/05/2011 às 19:48
Como alguém pode ter a ousadia de ser honesto e probo no partido dos trambiqueiros? A Quadrilha de lullamanguaça51 não admite a honestidade nem a probidade.Tá certo! Nas mafias foi sempre assim!
Essa senhora precisa pedir para ingressar na Proteção à Tetemunha, talvez até fora do Brasil. Se os bandidos da Bonus-Banval foram a foros internacionais defender-se de suas falcatruas mais que comprovadas, por a Danevita não sai para o mundo pedindo socorro e ponbdo às claras o que pt, o que é lullamanguaça51, o que é ptropestilentismo, nome código de comuno-nazismo.
Vá à justiça internacional, já que nosso STF está muito ocupado com a herança dos michês para olhar o crime do mensaleirismo.
Como uma testemunha dessas fica sem proteção? Essa mulher é um arquivo vivo, assim como o são delubio e silvinho. a única diferença é que o ptralhismo comprou ambos ameaçando-os de morte, inclusive da família. Disso tenho certeza.
PT é a mairo quadrilha de assassinos sanguinários e ladrões do dinheiro público que já apareceu no planeta.
O crescimento dessa mafia ptralhenta é um perigo não apenas para o Brasil, mas para o mundo. O mundo que não se esqueça que na América do Sul, além do Brasil restam poucos países governados por democratas convictos e este continente é grande demais para ser deixado em mãos de uma mafia internacional como o ptralhismo, alimentado port dinheiro sujo, roubado e sangrado e, não obstante isso, recebendo mesuras de muitos que dia mais dia menos estarão no paredón.
O pt é um perigo! Eu tenho medo, pois elles vêm desmontando todas as instituições públicas, ajudados pela inércia das oposições, algumas ainda curtindo uma certa melancolia esquerdopata, outras subservientes pensando apenas em seus interesses mais comezinhos e, enquanto isso, o povo vivendo na orgia do endividamento, das invasões, dos movimentos… Tudo isso fazendo um rastro de poeira para ocultar falcatruas, inficiências, improbidades, roubalharias….
Pobre Brasil! Que o mundo olhe com menos incompetência o perigo que o ptralhismo spresenta para nós e para o resto do mundo
David - 21/05/2011 às 19:47
Se não tomar cuidado vai acabar como os ex-prefeitos do pt.
Assim nunca aparecerá uma testemunha contra o pt.
É realmente um partido diferente.
Marcus Borelli - 21/05/2011 às 19:46
Tudo isto por dinheiro? Mas quem disse que no inferno estes crápulas precisarão de dinheiro? Que esta senhora seja protegida.
Danilo Max - 21/05/2011 às 19:43
Vindo do PT, isso não chega a surpreender.
José Geraldo Coelho - 21/05/2011 às 19:42
Ela não fez, alguém fez e continua empregado, gozando de boa saúde e da amizade da petralhada.
A rede de demolição moral do PT é uma ‘SS’ e a rede de proteção aos seus bandidos é uma ‘famiglia’.
Luiz Fernando - 21/05/2011 às 19:41
Infelizmente essa senhora deve ter sérios problemas mentais.Afinal, noço guia, o ser supremo da verdade disse que mensalão não existiu e se ele disse é lei.Enquanto isso em SP mais um sábado de manifestação, essa sobre maconha.Sábado passado foi o metrô, hoje a maconha, sábado que vem será o que?Reinaldo, a campanha eleitoral já começou.
carlos - 21/05/2011 às 19:40
Os sindicalistas mostrão a cada dia que nem de onde vieram com supostos principios e boas intenções funciona, ser pobre nunca foi atestado de honestidade e os políticos estão demostrando o contrario.
carlos - 21/05/2011 às 19:37
A falha da infraestrutura é tão grande que eles tem certeza que nem para cadeia irão nunca, falta cadeias.
carlos - 21/05/2011 às 19:35
So agora ela denuncia o caso um século após cansar de esperar a taxa.
Eu não acredito em funcionários públicos, eles são todos especiais até nas aposentadurias.
MCE-RJ - 21/05/2011 às 19:34
Não canso de me perguntar, como nós, brasileiros, permitimos uma covardia como essa! Temos que esfregar as estórias de Danevita e Francenildo na cara de cada brasileiro descente e exigir que os responsáveis por descalabros desse tipo sejam banidos da vida pública brasileira e que sejam condenados, porque cadeia é o lugar para essa gente vigarista!
gaga - 21/05/2011 às 19:34
Qual foi a posição, neste caso específico, do Sindicato dos Bancários - CUT que se notabilizou pela aguerrida defesa de seus companheiros?
Claudio - 21/05/2011 às 19:32
Essa aí, como boa militante do PT, deve ter xingado muito a mãe dos “golpistas” da oposição. Hoje em dia são esses “golpistas” que podem salvar a pele dela das mãos dos companheiros - né, minha senhora? E digo mais, essa gente não muda de natureza - lembram da estorinha do escorpião e do sapo atravessando o rio? -, então ela deve continuar odiando os “golpistas” de direita e a “elite branca de olhos azuis”; deve continuar acreditando no pesadelo socialista como tábua de salvação para a humanidade. É só passar o drama pessoal e ela volta com força total contra “os 4%”.
Salomão - 21/05/2011 às 19:29
Tenho vergonha de ser brasileiro. Aqui, qualquer um ameaça de morte quem quiser e fica por isso mesmo! Principalmente se o ameaçador for petista!!
SidneyCWB - 21/05/2011 às 19:29
Ameaçada de morte? Pelo amor de Deus!!!
Depois falam e fazem filmes sobre a máfia, a camorra…
Esta máfia petista daria o melhor filme de todos os tempos, um épico… A máfia que tomou um país inteiro.
E a sra. Danevita está recebendo proteção adequada? E quando o STF julgar e inocentar a todos, como é que esta senhora irá ficar? Eu se fosse ela pediria asilo nos EUA como perseguida política e sumiria daqui, urgente!!!
Pena L - 21/05/2011 às 19:28
Se e petista nao e honesta, se e honesta nao e petista. Simples assim.
LABOR - 21/05/2011 às 19:12
Francenildo e Danevita, nomes simpáticos que a numerologia não protegeu. Com o número de ss/contas bancárias e R$10,00 por mês suas agruras financeiras seriam amenizadas. Sem ofensas. Dá , sim, Ricardo (18:30)
para fazermos muito. Necessário concentrarmos esforços, como diz outro comentarista. Os políticos da oposição estão começando a abrir a boca, o que já deveriam ter feito há muito e o que não poderão deixar de fazer de agora em diante, se quiserem chegar a algum lugar, se tiverem alguma preocupação com o país. O caso da Danevita e Francenildo deveria ser lembrado por eles em toda oportunidade que tiverem no congresso, dia após dia. No que toca a nós, é empenho diário em nossos contatos, até que consigamos partir para as manifestações públicas.
PT = Picaretas & Trapaceiros - 21/05/2011 às 19:10
E é bom ela tomar cuidado………….VEJA já relatou inúmeros casos em que o PT e os PETISTAS mataram ou mandaram matar pessoas que sabiam demais………..
Ivaldo Oliveira - 21/05/2011 às 19:08
PETISTA HONESTA ? COISA RARA HEIN ?! RARÍSSIMA ! A HISTÓRIA DO MENSALÃO DO PT E DE LULA , ENTROU PARA OS ANAIS DA POLÍTICA BRASILEIRA , COMO O MAIS VERGONHOSO E DESMORALIZANTE ESCANDALO DE CORRUPÇÃO , DE TODOS OS TEMPOS !
Saudoso - 21/05/2011 às 19:00
O PT,travestido de defensor dos trabalhadores,têm se
mostrado ser uma quadrilha bem organizada,Palocci,um médico,com especialização sanitária,se torna consultor de
sucesso,nada comum,em economia,se esconde atrás dos jucás
ou ex ministro de fala fina.
MY - 21/05/2011 às 19:00
Agora falando sério,o PT não partido político, é uma quadrilha de assassinos, protegidos pela impunidade e com o aval do povo. Com estas condições é impossível pará-los. Será que o Diogo sabe de algum Ap lá em Veneza para alugar?
André davino - 21/05/2011 às 18:58
Por que a oposição não está ao lado dessa mulher?
esther correa - 21/05/2011 às 18:57
Tio
Essa hpnesta senhora corre o risco de ser apagada, como ela própria disse.
Ou o Supremo toma vergonha na cara e julga o mensalão ou coloca o “Doutor Honoris Causa” para julgá-lo, esculhambando de vez o que já está esculhambado há muito tempo.
O que é, o que é? A JUSTIÇA que de justa não tem nada!
CaioB - 21/05/2011 às 18:56
Reinaldo!
Essa senhora tem honra, coisa que os “cumpanheros” podem resolver com o Clemente, o profissional que fala sobre seu serviço no presente do indicativo….
MY - 21/05/2011 às 18:55
Essa senhora tem se se cuidar, o Clemente ainda está por aí…
Kaos - 21/05/2011 às 18:54
Primeira pergunta : Ela era CONCURSADA? Se era, qual o motivo para a demissão? Como ocorreu a sindicãncia, etc, para resultar em demissão?
DON QUIJOTE DE LA MANCHA - 21/05/2011 às 18:51
Se Dna Donevita está mesmo ameaçada de acontecer com ELA o mesmo que já vimos acontecer com o Celso Daniel, Toninho do PT e outros tantos,nesse caso … o “País das Vergonhas” apodreceu de vez, e vai continuar inexorávelmente afundando nos precipícios infernais(!!)
Se forem arrojados o bastante, ainda que perversos e covardes, e tiverem o mesmo sucesso na empreitada, então …será consagrada como a nossa muitíssimo amada e queridíssima IRMÃ DULCE.
Tomara que estes porcos não se atrevam a tanto …
Paulo - 21/05/2011 às 18:48
A garantia da impunidade deixam os petistas livres para colocarem em prática expedientes que não se viu nem nos tempos da ditadura. Mais grave que o caso desta moça foi o exílio dos irmãos de Celso Daniel na França para não serem mortos como foram várias testemunhas daquele caso.
Alguem deve estar inibindo o trabalho da Polícia Federal e do Ministério Público.
Fatos como este fazem com que eu não considere o nosso atual regime como sendo democrático.
Estamos em uma ditadura velada.
Rodrigão - 21/05/2011 às 18:48
É o que dá pertencer ao “pt” e não aceitar as bandalheiras por ele abonada.
Não é semelhante a quem é do tráfico?Entrar parece fácil,sair é que é o problema.Que esta senhora se cuide(pois não é blindada).Lembram de Celso Daniel?
anonimo - 21/05/2011 às 18:46
NAÕ VOU LER !
todfos sabem que no bráziu de hoje, os altos petistas são abolutamente ‘ininputaveis’.
ME OUÇA REINALDO; JAMIS OUVIU ?, JAMIS PER-DO-A-REI A IMPRENSA BRAS. QUE EM SUA MAIOR PARTE RENUNCIOU A SUA MISSÃO PARA SE FAZER DE ‘GAZETA OFICIAL PETISTA’.
Se isto é imprensa livre (a maioria para omitir ou desvirtuar os fatos tipo a folha da libelu das enchentes) então,me perode, MAS PRÁ QUÊ IMPRENSA ?
O PT FOI FEITO NA MENTIRA POR UMA PARCELA (A MAIOR PARTE) DA IMPRENSA.
O PT FOI FEITO NO PECADO POR UMA PARCELA DA IGREJA CATOLICA.
O PT É OBRA DE PUBLITÁRIOS.[
O PT É OBRA DO $ DO TRÁFICO E DO SEU FIDEL.
Hoje, vivemos em uma ditadura branda onde eles são sim ABOLUTAMENTE ININPUTAVERIS ‘ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO’.
O Brasil seu Reinaldo, é ‘carne quimada’.
Eles venceram.
CW - 21/05/2011 às 18:42
“Petista honesta.” Reinaldo, sem exagero, é a primeira vez que eu leio estas duas palavras juntas!
José Carlos - 21/05/2011 às 18:41
Isso é um fragânte caso de que o PT obriga as pessoas de bem a seguir sua cartilha.” UMA VERDADEIRA DITADURA” Assim aconteceu com Daniel e Tonhinho.Quer for honesto e não seguir a cartinha coloca sua vida em risco.Pior que no tempo dos militares.Pelo menos estes mostrava a cara.
O Vampiro de Curitiba - 21/05/2011 às 18:35
A história dessa senhora faz parte da recente história do PT: só ficou ladrão no partido. Quem tinha um mínimo de vergonha na cara foi embora faz tempo…
Marli - 21/05/2011 às 18:34
SOCORRO!!!!!
ATÉ QUANDO DEIXAREMOS ACONTECER TANTA SAFADEZA?
PRECISAMOS NOS UNIR,POIS SOMOS PESSOAS DECENTES E
NÃO PODEMOS PERMITIR QUE O BARCO NAUFRAGUE DE VEZ.
E ESTÁ PRÓXIMO DE ACONTECER.
REINALDO!
AQUI,SEUS LEITORES E ADMIRADORES SÃO PESSOAS DE BEM.
SOMOS OS CARAS LIMPAS E NÃO OS CARAS PINTADAS QUE HOJE COMPÕEM A PODRIDÃO QUE ESTÁ NO PODER.
SUGIRO QUE NOS UNAMOS PARA IRMOS ÀS RUAS DE BRASÍLIA GRITAR FORA PETRALHAS…..
ricardo - 21/05/2011 às 18:30
o petralhismo mais parece eh um bonde do terror… só uma força-tarefa monumental entre políticos, policia, juizes e promotores poderá limpar esse pais…o problema eh que não há um único oposicionista com “aquilo roxo” para iniciar a tarefa…
Nino (SP) - 21/05/2011 às 18:28
Eu já li a matéria. É de embrulhar o estômago, como tudo mais que vem do pt.
ANTONIO - 21/05/2011 às 18:26
Bom….agora nao resta qualquer dúvida , estamos sendo governados por uma QUADRILHA.
anonimo - 21/05/2011 às 18:25
Nossa! Ameaçada de morte?
De novo?
Gente perigosa!
maria - 21/05/2011 às 18:25
Que tristeza me da quando vejo no que se tornou o governo brasileiro. Um antro de ladroes!
leitor assiduo - 21/05/2011 às 18:23
Essa cidadã tinha de ser condecorada pelo Estado, como heroina, e indenizada por causa dessa perseguição covarde!
O locutor - 21/05/2011 às 18:18
O que os protetores dos viadinhos do STF, estão esperando para agilizar o processo do mensalão??? Com a palavra o relator Joaquim Barbosa????
QUERO UM BRASIL DECENTE
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
MULTAS APLICADAS PELO TCM À PREFEITURA DE JANDAÍRA-BAHIA/2011Deliberação n º 128/2.011 PROCESSO TCM Nº 48.940/10 –TERMO DE OCORRÊNCIA PREFEITURA MUNICIPAL DE JANDAÍRA DENUNCIADO: Sr. ROBERTO CARLOS LEITE DE ÁVILA - Prefeito INTERESSADO: 8ª IRCE EXERCÍCIO FINANCEIRO: 2010 RELATOR: CONSELHEIRO FERNANDO VITA DECISÃO O Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto no inciso XX, do artigo 1º, da Lei Complementar nº 06/91, combinado com o art. 3º e §1º do art. 10, da Resolução TCM nº 1.225/06, após deliberar sobre o referido processo e considerando o voto do Cons. Fernando Vita, discutido e aprovado na Sessão Plenária de de 2011, julga pelo conhecimento e PROCEDÊNCIA do presente Termo de Ocorrência, para em consequência determinar ao Sr. ROBERTO CARLOS LEITE DE ÁVILA - Prefeito Municipal de Jandaíra, a adoção de urgentes providências visando o fiel cumprimento dos princípios regedores da Administração Pública como insculpidos no art. 37 caput da vigente Constituição da República Federativa do Brasil, ficando advertido para a necessidade de observar as regras alusivas à aplicação dos recursos do FUNDEB. Ciência à competente Coordenadoria de Controle Externo. Cópia deste decisório aos interessados. SALA DAS SESSÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA, EM 30 DE MARÇO DE 2011. CONS. PAULO MARACAJÁ PEREIRA PRESIDENTE CONS. FERNANDO VITA RELATOR 1
DENUNCIAS
Processo:03418-11
Entidade:PM JANDAIRA
Denunciado:ROBERTO CARLOS LEITE DE AVILA (PREFEITO MUNICIPAL)
Denunciante:4ª DCTE
Assunto:TERMO DE FISCALIZACAO LAVRADO INSPECAO IN LO RESOLUCAO 612/02, LIVROS TOMBO, OCORREIA, DECRETO, LEIS...
Sorteio:14/04/2011
Deliberacao:00496-11
Decisao:Procedente
Publicacao:01/06/2011
Multa:Sim
Providencias:1-copias voto/del. SEDOC p/anexar contas/2010
DENUNCIAS
Processo:48940-10
Entidade:PM JANDAIRA
Denunciado:ROBERTO CARLOS LEITE DE AVILA (PREFEITO)
Denunciante:8ª INSP REGIONAL
Assunto:DESPESAS REALIZADAS INDEVIDAMENTE COM RECURSOS DA CONTA ESPECIFICA DO FUNDEB
Sorteio:15/02/2011
Deliberacao:00128-11
Decisao:Procedente
Publicacao:01/04/2011
Multa: Nao
Providencias:1-Of. nº 1411/11; 2-ciência a 1ª CCE; 3-Em 26/04/2011-proces
so a 1ª CCE-docs; 4-Em 28/04/2011-processo encaminhado a UMIC para fins de ar
quivamento.
Deliberação n º 128/2.011
PROCESSO TCM Nº 48.940/10 –TERMO DE OCORRÊNCIA
PREFEITURA MUNICIPAL DE JANDAÍRA
DENUNCIADO: Sr. ROBERTO CARLOS LEITE DE ÁVILA - Prefeito
INTERESSADO: 8ª IRCE
EXERCÍCIO FINANCEIRO: 2010
RELATOR: CONSELHEIRO FERNANDO VITA
DECISÃO
O Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, no uso de suas
atribuições legais, considerando o disposto no inciso XX, do artigo 1º, da Lei
Complementar nº 06/91, combinado com o art. 3º e §1º do art. 10, da
Resolução TCM nº 1.225/06, após deliberar sobre o referido processo e
considerando o voto do Cons. Fernando Vita, discutido e aprovado na Sessão
Plenária de de 2011, julga pelo conhecimento e PROCEDÊNCIA do
presente Termo de Ocorrência, para em consequência determinar ao Sr.
ROBERTO CARLOS LEITE DE ÁVILA - Prefeito Municipal de Jandaíra, a
adoção de urgentes providências visando o fiel cumprimento dos princípios
regedores da Administração Pública como insculpidos no art. 37 caput da
vigente Constituição da República Federativa do Brasil, ficando advertido
para a necessidade de observar as regras alusivas à aplicação dos recursos
do FUNDEB.
Ciência à competente Coordenadoria de Controle Externo.
Cópia deste decisório aos interessados.
SALA DAS SESSÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO
ESTADO DA BAHIA, EM 30 DE MARÇO DE 2011.
CONS. PAULO MARACAJÁ PEREIRA
PRESIDENTE
CONS. FERNANDO VITA
RELATOR
1
Processo:03418-11
Entidade:PM JANDAIRA
Denunciado:ROBERTO CARLOS LEITE DE AVILA (PREFEITO MUNICIPAL)
Denunciante:4ª DCTE
Assunto:TERMO DE FISCALIZACAO LAVRADO INSPECAO IN LO RESOLUCAO 612/02, LIVROS TOMBO, OCORREIA, DECRETO, LEIS...
Sorteio:14/04/2011
Deliberacao:00496-11
Decisao:Procedente
Publicacao:01/06/2011
Multa:Sim
Providencias:1-copias voto/del. SEDOC p/anexar contas/2010
DENUNCIAS
Processo:48940-10
Entidade:PM JANDAIRA
Denunciado:ROBERTO CARLOS LEITE DE AVILA (PREFEITO)
Denunciante:8ª INSP REGIONAL
Assunto:DESPESAS REALIZADAS INDEVIDAMENTE COM RECURSOS DA CONTA ESPECIFICA DO FUNDEB
Sorteio:15/02/2011
Deliberacao:00128-11
Decisao:Procedente
Publicacao:01/04/2011
Multa: Nao
Providencias:1-Of. nº 1411/11; 2-ciência a 1ª CCE; 3-Em 26/04/2011-proces
so a 1ª CCE-docs; 4-Em 28/04/2011-processo encaminhado a UMIC para fins de ar
quivamento.
Deliberação n º 128/2.011
PROCESSO TCM Nº 48.940/10 –TERMO DE OCORRÊNCIA
PREFEITURA MUNICIPAL DE JANDAÍRA
DENUNCIADO: Sr. ROBERTO CARLOS LEITE DE ÁVILA - Prefeito
INTERESSADO: 8ª IRCE
EXERCÍCIO FINANCEIRO: 2010
RELATOR: CONSELHEIRO FERNANDO VITA
DECISÃO
O Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia, no uso de suas
atribuições legais, considerando o disposto no inciso XX, do artigo 1º, da Lei
Complementar nº 06/91, combinado com o art. 3º e §1º do art. 10, da
Resolução TCM nº 1.225/06, após deliberar sobre o referido processo e
considerando o voto do Cons. Fernando Vita, discutido e aprovado na Sessão
Plenária de de 2011, julga pelo conhecimento e PROCEDÊNCIA do
presente Termo de Ocorrência, para em consequência determinar ao Sr.
ROBERTO CARLOS LEITE DE ÁVILA - Prefeito Municipal de Jandaíra, a
adoção de urgentes providências visando o fiel cumprimento dos princípios
regedores da Administração Pública como insculpidos no art. 37 caput da
vigente Constituição da República Federativa do Brasil, ficando advertido
para a necessidade de observar as regras alusivas à aplicação dos recursos
do FUNDEB.
Ciência à competente Coordenadoria de Controle Externo.
Cópia deste decisório aos interessados.
SALA DAS SESSÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO
ESTADO DA BAHIA, EM 30 DE MARÇO DE 2011.
CONS. PAULO MARACAJÁ PEREIRA
PRESIDENTE
CONS. FERNANDO VITA
RELATOR
1
domingo, 31 de julho de 2011
BRASIL ´- O PAÍS DA HIPOCRISIA E DA FRAUDE!
Domingo, Julho 31, 2011
BRASIL – O PAÍS DA HIPOCRISIA E DA FRAUDE
Por: Geraldo José Chaves
Todas as vezes que leio os jornais tenho ataques repentinos de raiva. Hoje resolvi fazer um desabafo. Um desabafo de um brasileiro injuriado, engasgado, espoliado, insultado e enganado.
Para fazer um desabafo despreocupado, autêntico, que exprima exatamente o que estou sentindo, resolvi deixar de lado as frases bonitas e o português escorreito, com o cuidado, todavia, de evitar usar a mesma linguagem chula que o ex Presidente Lula da Silva usa em suas fastidiosas “palestras” ou nas longas e entediantes arengas a que ele orgulhosamente chama discursos.
Vamos ao desabafo.
Quase tudo que se faz neste país hoje em dia é feito de forma fraudulenta ou na base da esperteza. É o que nos dizem diariamente os jornais (todos os que circulam no país). A situação ficou insuportável diante de tanto descaramento, tanta hipocrisia, tanta mentira, tanta perfídia e tanta safadeza dos políticos (em todos os níveis), independentemente se são da situação ou da oposição, se são da esquerda, do centro ou da direita.
É bem verdade, porém, que no Brasil não existem políticos nem partidos de direita, nem esquerda, nem centro. Existem políticos e partidos oportunistas, adesistas e casuístas. O PMDB, dentre outros, é um exemplo clássico do que estou dizendo.
O quadro brasileiro de hoje leva-me a concluir que está muito difícil encontrar um político realmente honesto. Ou são delinqüentes por comissão ou o são por omissão. Os políticos da chamada situação (aqueles que participam do governo ou de sua base de sustentação) se aproveitam do poder para encher suas burras, e as de seus filhos, parentes e amigos, com o dinheiro do povo, contando, para tanto, com o beneplácito, o apoio e a participação de governantes e de políticos da oposição. Estes, por sua vez, se omitem, ou porque precisam se preservar no futuro ou porque se contentam com algum “plus” que vem do governo, seja em forma de empregos para esposas, maridos, amantes ou afilhados, seja em espúrias negociações de emendas orçamentárias, ou porque já estão dentro da panela do “mensalão”.
É a política do é dando que se recebe; do toma-lá-dá-cá. Promiscuidade total! A falácia oposicionista feita pela imprensa é só da boca pra fora.
Toda a administração pública (a do Brasil não merece ser escrita com letra maiúscula) está contaminada e comprometida até a raiz do cabelo. É só ver as manchetes diárias dos jornais.
Estamos órfãos. Não temos a quem recorrer. Vejamos alguns exemplos.
O Supremo Tribunal Federal, que deveria ser o último bastião da segurança jurídica, o esculca intérrito da nossa claudicante democracia, resolveu escarrar na Constituição Federal ao invés de protegê-la.
Vergonhosamente, a Suprema Corte decidiu que o país pode servir de couto para criminosos internacionais. Da mesma forma, cedeu diante das imposições e das ameaças do “movimento gay”. Neste particular, não se pode compreender como os ministros resolveram ignorar o texto constitucional, que diz que somente a união entre um homem e uma mulher pode formar uma família. Por que razão o STF decidiu o caso de forma tão estranha e afrontosa ao texto constitucional?
As verbas da Polícia Federal foram criminosamente cortadas ou contingenciadas. Por isso, as investigações estão prejudicadas. Quem sai ganhando?
O Ministério Público apequenou-se diante do poder estatal e do peso político de alguns criminosos. Suas intervenções já não assustam os facínoras de colarinho branco, nem mesmo os sem colarinho.
Não há governo que consiga sobreviver após perder a autoridade. E que fique bem claro: autoridade não pode ser confundida com autoritarismo. Menos autoridade, mais autoritarismo. Sem autoridade para governar, só resta ao governo apelar para a prática da autocracia. Por isso, quando qualquer profissional de imprensa ousa criticar o governo é logo demitido. O mesmo acontece com dirigentes de empresas privadas que contrariam o império.
No Brasil, não são os setores produtivos da sociedade que elegem o governo. Estes apenas o mantêm com ricas e polpudas propinas, garimpadas dos superfaturamentos nas obras públicas, e com doações para campanhas eleitorais. E viva o caixa 2! Aliás, o próprio ex Presidente Lula da Silva admite que caixa 2 é prática comum na política brasileira, inclusive no seu Partido. Isso me lembra que Lula foi subproduto do maior estelionato eleitoral que já se praticou neste país
Nosso destino está sendo decidido pelas minorias, por analfabetos, índios, gays, pelo famigerado MST, por ONGs suspeitas, pelo pessoal da bolsa esmola, da bolsa vagabundagem, da bolsa ociosidade, da bolsa preguiça etc.
É conveniente para o governo que o número de analfabetos aumente todos os anos – é garantia de voto certo, pois, sem instrução, essas pessoas são mais facilmente iludidas e enganadas e acreditarão em tudo que dizem os espertalhões -. Vieram delas os votos que decidiram a eleição em favor do apedeuta e de sua sucessora.
Quando José Ribamar “Marimbondos de Fogo” Sarney fez a lei que concedeu cotas aos negros, deveria tê-las concedido também aos brancos pobres que não podem pagar uma faculdade. Mas a hipocrisia não permitiu que assim se fizesse. O resultado foi o recrudescimento da discriminação racial.
Em todos os países sérios do mundo, os povos negros - ou afro-descendentes como querem aqui no Brasil - concorrem em igualdade de condições com os demais. Por qual razão, no Brasil, eles precisam ser tutelados?
A grande massa popular da classe média, escorchada e esfolada pelas mais altas taxas de impostos do mundo e pela falta de políticas públicas, está jogada na sarjeta do abandono oficial.
Faltam ao governo inteligência e honestidade. Em compensação, sobram incompetência e malandragem em todos os escalões. E quando falo em governo, não me refiro apenas ao Poder Executivo. Refiro-me ao SISTEMA como um todo. Isto é resultado da ideologização e da partidarização das indicações para cargos públicos, que não levam em conta o mérito ou a competência. Interessa apenas se o candidato compartilha da mesma ideologia da classe governante, se pertence ao partido que está no poder ou a um dos que formam a base de apoio do governo. O indicado pode ser o mais perfeito idiota. Não importa, desde que diga amém às vontades dos poderosos. É a política do compadrio deslavado, do cambalacho desmedido e da falta de vergonha. Qualquer imbecil ou analfabeto se acha no direito de ocupar cargos públicos, desde que, é claro, não tenha que se submeter a concursos.
Recentemente, a imprensa divulgou que quarenta e cinco mil brasileiros perdem a vida anualmente nas estradas, vítimas do péssimo estado de conservação das rodovias (pena que não tenha sobrado ninguém no DNIT para dar explicações).
Vinte milhões de crianças estão nas ruas, desamparadas, sem escola, sem saúde, sem orientação, fazendo uso de todo tipo de droga e se doutorando na criminalidade. Enquanto isso, filhos de políticos - alguns deles donos de empresas de fundo de quintal – em determinado momento anoitecem pobres e, inexplicavelmente, antes do raiar do dia já estão milionários.
As mortes nas filas dos hospitais ocorrem diariamente, ano após ano, sem que haja alguém para tomar uma providência séria.
Todos os anos, milhares de pessoas morrem de doenças infetocontagiosas por falta de tratamento. Os hospitais públicos, normalmente, não dispõem de leitos suficientes, nem de equipamentos modernos e, muitas vezes, nem mesmo de luvas cirúrgicas ou de material de limpeza, sem dizer que o número de médicos é absolutamente insuficiente para atendimento das pessoas que necessitam de tratamento.
As empresas ligadas à área da saúde, apesar de algumas medidas oficiais, de reconhecida ineficácia, deitam, rolam e fazem o que bem entendem sem que o governo demonstre a mínima vontade para colocar um termo no “oba oba”. O grande prejudicado é o segurado.
Não há uma obra pública no Brasil que não esteja superfaturada ou que não coloque um político ou um dirigente público na lista dos suspeitos.
Não passa um dia sem que haja um “apagão” na rede elétrica, em algum lugar. O país não vive uma hora sem que estoure um escândalo em algum órgão público. As empresas de telefonia fazem o que bem entendem e tudo continua como antes no “quartel de abrantes”. O atendimento e as condições de conforto e segurança das companhias aéreas brasileiras são as piores do mundo, e viajar de avião tornou-se uma odisseia de alto risco. O governo criou a ANAC. Aí, a coisa desandou de vez. Os bancos estão acima do bem e do mal. Os banqueiros, enquanto banqueiros, simplesmente ignoram certas leis e tudo fica como está.
O governo diz que somos autossuficientes em petróleo, mas a Petrobrás nos enfia goela abaixo o combustível mais caro do mundo. Mas nos países importadores, como Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e outros, o combustível que é aqui produzido lá é vendido por menos da metade do preço que aqui o consumidor brasileiro é obrigado a pagar. Acresce dizer que naqueles países não se adiciona etanol à gasolina. É a verdadeira máfia oficial dos combustíveis em plena atividade no território nacional!
Quando chega a época das chuvas, centenas de pessoas morrem todos os anos nas enchentes ou nos deslizamentos, vítimas inocentes do abandono, da incompetência, da incúria, da imprevidência e da omissão.
O país está se deteriorando e se tornando cada vez mais dependente do capital externo, mas o palavroso Ministro da Fazenda vai quase todos os dias à televisão para dizer que tudo vai bem, isso quando não é desmentido publicamente pela chefa do governo.
Não há recursos para solução dos graves problemas que afetam a nação, só há verba para financiar a corrupção, que consome bilhões de reais por ano, dinheiro que poderia ser aplicado na saúde, na segurança e na educação do povo.
No poder judiciário, juízes concedem liminares a torto e a direito, muitas vezes sem avaliar as consequências. O ex-Presidente Lula só sabe falar errado e Ministro da (des)Educação acha que as nossas crianças também devem aprender a falar do mesmo modo. Como se isso não bastasse, ele quer, agora, distribuir “kit gay” nas escolas. Pelo andar da carruagem, não está longe o dia em que, se depender de decisão do STF e do Ministro da (des)Educação, com certeza irão nos obrigar a ser gays.
Não vou falar da impagável dívida interna, herança maldita de governos anteriores. Prefiro lembrar da dívida moral que o governo tem para com o povo brasileiro, há anos vítima do abandono e do descaso.
O crime cobra pedágio e estabelece limites territoriais por onde o povo pode circular. Todo mundo se cala diante do caos. Mesmo os grandes formadores de opinião, como a igreja católica e as evangélicas, estão se omitindo, e quem cala consente. A católica, porque se acomodou e não quer se indispor com o governo; as evangélicas, porque só pensam em engordar suas contas bancárias, e, juntas, temem que venha uma lei para lhes obrigar a pagar impostos.
Nos meios de comunicação, nada é diferente. As obesas verbas de publicidade permitem ao governo manter o mais perfeito rigoroso controle sobre a mídia. A desconfiança e a malandragem no país chegaram a tal ponto que, às vezes, negamos uma esmola a um mendigo, com receio de que o pedido seja uma armadilha.
Diante de tanta incompetência, de tanta desonestidade, de tanto descaso, é possível antever o fiasco que o país viverá na Copa do Mundo e nas Olimpíadas que serão realizadas na “pacata” cidade do Rio de Janeiro.
Quando o ex Presidente americano Bill Clinton preparava-se para vir ao Brasil, o seu Embaixador, num relatório enviado à Casa Branca, disse que aqui a corrupção era endêmica. Houve uma grita geral, mas ninguém provou que o Embaixador estava errado.
Recentemente, o atual Embaixador americano junto ao governo brasileiro colocou em dúvida a honorabilidade e a seriedade da Assembléia Distrital de Brasília. Nenhuma voz se ergueu para protestar.
O Embaixador tinha razão! A verdade não admite argumentos contrários nem vozes discordantes!
O povo brasileiro deixou de ser um povo pacífico. Agora é um povo passivo, apático, indiferente e carente de livre-arbítrio. É uma pena! Mas ainda há tempo, minha gente! Nosso grande mal é o excesso de tolerância. Somos glandular e organicamente tolerantes. Estamos aprendendo - e até já estamos nos acostumando - a conviver com a desfaçatez, com a inércia, com a negligência, com o engodo, com a perfídia, com a mentira e com a malandragem das excelências de terno e gravata.
Em todos os países sérios do mundo, o Parlamento é respeitado e visto como o palácio da cidadania. No Brasil, pelo que se vê todos os dias, Senado, Câmara Federal, Assembléias Legislativas e Câmara de Vereadores - infelizmente, devo reconhecer - são dispensáveis porque não cumprem os objetivos para os quais foram criadas. Não precisamos de políticos desse quilate!
Pelo menos se poderia diminuir o número de senadores, de deputados federais, estaduais e de vereadores. A nação sairia ganhando, e ficaria agradecida, porque haveria menos saqueadores. Até quando iremos suportar? Recuso-me a crer que nos tornamos incapazes de reagir, de dar um basta em tudo isso.
Não podemos mais aceitar que os ladrões tripudiem sobre nossa honra e nossa dignidade. Basta! Estou com vergonha de mim mesmo. Sinto vergonha pelos meus filhos, pelos meus netos e por todos os netos brasileiros que irão nascer e herdarão este país. Que juízo eles farão dos seus avós, que permitiram que a situação chegasse a tais extremos?
Evito circular pela Praça dos Três Poderes porque sinto vergonha. Não participo de nenhuma solenidade oficial porque sinto vergonha. Evito cumprimentar políticos, e deles procuro me manter distante porque sinto vergonha. Não entro em repartições públicas, a não ser quando estritamente necessário, porque sinto vergonha.
Encerro aqui este desabafo porque estou sentindo vergonha por todas as verdades que fui obrigado a dizer. Vamos dar o grito dos espoliados: BASTA!
Brasília, julho de 2011
Geraldo José Chaves
Delegado de Polícia Federal,
aposentado, espoliado e enganado
geraldochaves2005@gmail.com
BRASIL – O PAÍS DA HIPOCRISIA E DA FRAUDE
Por: Geraldo José Chaves
Todas as vezes que leio os jornais tenho ataques repentinos de raiva. Hoje resolvi fazer um desabafo. Um desabafo de um brasileiro injuriado, engasgado, espoliado, insultado e enganado.
Para fazer um desabafo despreocupado, autêntico, que exprima exatamente o que estou sentindo, resolvi deixar de lado as frases bonitas e o português escorreito, com o cuidado, todavia, de evitar usar a mesma linguagem chula que o ex Presidente Lula da Silva usa em suas fastidiosas “palestras” ou nas longas e entediantes arengas a que ele orgulhosamente chama discursos.
Vamos ao desabafo.
Quase tudo que se faz neste país hoje em dia é feito de forma fraudulenta ou na base da esperteza. É o que nos dizem diariamente os jornais (todos os que circulam no país). A situação ficou insuportável diante de tanto descaramento, tanta hipocrisia, tanta mentira, tanta perfídia e tanta safadeza dos políticos (em todos os níveis), independentemente se são da situação ou da oposição, se são da esquerda, do centro ou da direita.
É bem verdade, porém, que no Brasil não existem políticos nem partidos de direita, nem esquerda, nem centro. Existem políticos e partidos oportunistas, adesistas e casuístas. O PMDB, dentre outros, é um exemplo clássico do que estou dizendo.
O quadro brasileiro de hoje leva-me a concluir que está muito difícil encontrar um político realmente honesto. Ou são delinqüentes por comissão ou o são por omissão. Os políticos da chamada situação (aqueles que participam do governo ou de sua base de sustentação) se aproveitam do poder para encher suas burras, e as de seus filhos, parentes e amigos, com o dinheiro do povo, contando, para tanto, com o beneplácito, o apoio e a participação de governantes e de políticos da oposição. Estes, por sua vez, se omitem, ou porque precisam se preservar no futuro ou porque se contentam com algum “plus” que vem do governo, seja em forma de empregos para esposas, maridos, amantes ou afilhados, seja em espúrias negociações de emendas orçamentárias, ou porque já estão dentro da panela do “mensalão”.
É a política do é dando que se recebe; do toma-lá-dá-cá. Promiscuidade total! A falácia oposicionista feita pela imprensa é só da boca pra fora.
Toda a administração pública (a do Brasil não merece ser escrita com letra maiúscula) está contaminada e comprometida até a raiz do cabelo. É só ver as manchetes diárias dos jornais.
Estamos órfãos. Não temos a quem recorrer. Vejamos alguns exemplos.
O Supremo Tribunal Federal, que deveria ser o último bastião da segurança jurídica, o esculca intérrito da nossa claudicante democracia, resolveu escarrar na Constituição Federal ao invés de protegê-la.
Vergonhosamente, a Suprema Corte decidiu que o país pode servir de couto para criminosos internacionais. Da mesma forma, cedeu diante das imposições e das ameaças do “movimento gay”. Neste particular, não se pode compreender como os ministros resolveram ignorar o texto constitucional, que diz que somente a união entre um homem e uma mulher pode formar uma família. Por que razão o STF decidiu o caso de forma tão estranha e afrontosa ao texto constitucional?
As verbas da Polícia Federal foram criminosamente cortadas ou contingenciadas. Por isso, as investigações estão prejudicadas. Quem sai ganhando?
O Ministério Público apequenou-se diante do poder estatal e do peso político de alguns criminosos. Suas intervenções já não assustam os facínoras de colarinho branco, nem mesmo os sem colarinho.
Não há governo que consiga sobreviver após perder a autoridade. E que fique bem claro: autoridade não pode ser confundida com autoritarismo. Menos autoridade, mais autoritarismo. Sem autoridade para governar, só resta ao governo apelar para a prática da autocracia. Por isso, quando qualquer profissional de imprensa ousa criticar o governo é logo demitido. O mesmo acontece com dirigentes de empresas privadas que contrariam o império.
No Brasil, não são os setores produtivos da sociedade que elegem o governo. Estes apenas o mantêm com ricas e polpudas propinas, garimpadas dos superfaturamentos nas obras públicas, e com doações para campanhas eleitorais. E viva o caixa 2! Aliás, o próprio ex Presidente Lula da Silva admite que caixa 2 é prática comum na política brasileira, inclusive no seu Partido. Isso me lembra que Lula foi subproduto do maior estelionato eleitoral que já se praticou neste país
Nosso destino está sendo decidido pelas minorias, por analfabetos, índios, gays, pelo famigerado MST, por ONGs suspeitas, pelo pessoal da bolsa esmola, da bolsa vagabundagem, da bolsa ociosidade, da bolsa preguiça etc.
É conveniente para o governo que o número de analfabetos aumente todos os anos – é garantia de voto certo, pois, sem instrução, essas pessoas são mais facilmente iludidas e enganadas e acreditarão em tudo que dizem os espertalhões -. Vieram delas os votos que decidiram a eleição em favor do apedeuta e de sua sucessora.
Quando José Ribamar “Marimbondos de Fogo” Sarney fez a lei que concedeu cotas aos negros, deveria tê-las concedido também aos brancos pobres que não podem pagar uma faculdade. Mas a hipocrisia não permitiu que assim se fizesse. O resultado foi o recrudescimento da discriminação racial.
Em todos os países sérios do mundo, os povos negros - ou afro-descendentes como querem aqui no Brasil - concorrem em igualdade de condições com os demais. Por qual razão, no Brasil, eles precisam ser tutelados?
A grande massa popular da classe média, escorchada e esfolada pelas mais altas taxas de impostos do mundo e pela falta de políticas públicas, está jogada na sarjeta do abandono oficial.
Faltam ao governo inteligência e honestidade. Em compensação, sobram incompetência e malandragem em todos os escalões. E quando falo em governo, não me refiro apenas ao Poder Executivo. Refiro-me ao SISTEMA como um todo. Isto é resultado da ideologização e da partidarização das indicações para cargos públicos, que não levam em conta o mérito ou a competência. Interessa apenas se o candidato compartilha da mesma ideologia da classe governante, se pertence ao partido que está no poder ou a um dos que formam a base de apoio do governo. O indicado pode ser o mais perfeito idiota. Não importa, desde que diga amém às vontades dos poderosos. É a política do compadrio deslavado, do cambalacho desmedido e da falta de vergonha. Qualquer imbecil ou analfabeto se acha no direito de ocupar cargos públicos, desde que, é claro, não tenha que se submeter a concursos.
Recentemente, a imprensa divulgou que quarenta e cinco mil brasileiros perdem a vida anualmente nas estradas, vítimas do péssimo estado de conservação das rodovias (pena que não tenha sobrado ninguém no DNIT para dar explicações).
Vinte milhões de crianças estão nas ruas, desamparadas, sem escola, sem saúde, sem orientação, fazendo uso de todo tipo de droga e se doutorando na criminalidade. Enquanto isso, filhos de políticos - alguns deles donos de empresas de fundo de quintal – em determinado momento anoitecem pobres e, inexplicavelmente, antes do raiar do dia já estão milionários.
As mortes nas filas dos hospitais ocorrem diariamente, ano após ano, sem que haja alguém para tomar uma providência séria.
Todos os anos, milhares de pessoas morrem de doenças infetocontagiosas por falta de tratamento. Os hospitais públicos, normalmente, não dispõem de leitos suficientes, nem de equipamentos modernos e, muitas vezes, nem mesmo de luvas cirúrgicas ou de material de limpeza, sem dizer que o número de médicos é absolutamente insuficiente para atendimento das pessoas que necessitam de tratamento.
As empresas ligadas à área da saúde, apesar de algumas medidas oficiais, de reconhecida ineficácia, deitam, rolam e fazem o que bem entendem sem que o governo demonstre a mínima vontade para colocar um termo no “oba oba”. O grande prejudicado é o segurado.
Não há uma obra pública no Brasil que não esteja superfaturada ou que não coloque um político ou um dirigente público na lista dos suspeitos.
Não passa um dia sem que haja um “apagão” na rede elétrica, em algum lugar. O país não vive uma hora sem que estoure um escândalo em algum órgão público. As empresas de telefonia fazem o que bem entendem e tudo continua como antes no “quartel de abrantes”. O atendimento e as condições de conforto e segurança das companhias aéreas brasileiras são as piores do mundo, e viajar de avião tornou-se uma odisseia de alto risco. O governo criou a ANAC. Aí, a coisa desandou de vez. Os bancos estão acima do bem e do mal. Os banqueiros, enquanto banqueiros, simplesmente ignoram certas leis e tudo fica como está.
O governo diz que somos autossuficientes em petróleo, mas a Petrobrás nos enfia goela abaixo o combustível mais caro do mundo. Mas nos países importadores, como Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e outros, o combustível que é aqui produzido lá é vendido por menos da metade do preço que aqui o consumidor brasileiro é obrigado a pagar. Acresce dizer que naqueles países não se adiciona etanol à gasolina. É a verdadeira máfia oficial dos combustíveis em plena atividade no território nacional!
Quando chega a época das chuvas, centenas de pessoas morrem todos os anos nas enchentes ou nos deslizamentos, vítimas inocentes do abandono, da incompetência, da incúria, da imprevidência e da omissão.
O país está se deteriorando e se tornando cada vez mais dependente do capital externo, mas o palavroso Ministro da Fazenda vai quase todos os dias à televisão para dizer que tudo vai bem, isso quando não é desmentido publicamente pela chefa do governo.
Não há recursos para solução dos graves problemas que afetam a nação, só há verba para financiar a corrupção, que consome bilhões de reais por ano, dinheiro que poderia ser aplicado na saúde, na segurança e na educação do povo.
No poder judiciário, juízes concedem liminares a torto e a direito, muitas vezes sem avaliar as consequências. O ex-Presidente Lula só sabe falar errado e Ministro da (des)Educação acha que as nossas crianças também devem aprender a falar do mesmo modo. Como se isso não bastasse, ele quer, agora, distribuir “kit gay” nas escolas. Pelo andar da carruagem, não está longe o dia em que, se depender de decisão do STF e do Ministro da (des)Educação, com certeza irão nos obrigar a ser gays.
Não vou falar da impagável dívida interna, herança maldita de governos anteriores. Prefiro lembrar da dívida moral que o governo tem para com o povo brasileiro, há anos vítima do abandono e do descaso.
O crime cobra pedágio e estabelece limites territoriais por onde o povo pode circular. Todo mundo se cala diante do caos. Mesmo os grandes formadores de opinião, como a igreja católica e as evangélicas, estão se omitindo, e quem cala consente. A católica, porque se acomodou e não quer se indispor com o governo; as evangélicas, porque só pensam em engordar suas contas bancárias, e, juntas, temem que venha uma lei para lhes obrigar a pagar impostos.
Nos meios de comunicação, nada é diferente. As obesas verbas de publicidade permitem ao governo manter o mais perfeito rigoroso controle sobre a mídia. A desconfiança e a malandragem no país chegaram a tal ponto que, às vezes, negamos uma esmola a um mendigo, com receio de que o pedido seja uma armadilha.
Diante de tanta incompetência, de tanta desonestidade, de tanto descaso, é possível antever o fiasco que o país viverá na Copa do Mundo e nas Olimpíadas que serão realizadas na “pacata” cidade do Rio de Janeiro.
Quando o ex Presidente americano Bill Clinton preparava-se para vir ao Brasil, o seu Embaixador, num relatório enviado à Casa Branca, disse que aqui a corrupção era endêmica. Houve uma grita geral, mas ninguém provou que o Embaixador estava errado.
Recentemente, o atual Embaixador americano junto ao governo brasileiro colocou em dúvida a honorabilidade e a seriedade da Assembléia Distrital de Brasília. Nenhuma voz se ergueu para protestar.
O Embaixador tinha razão! A verdade não admite argumentos contrários nem vozes discordantes!
O povo brasileiro deixou de ser um povo pacífico. Agora é um povo passivo, apático, indiferente e carente de livre-arbítrio. É uma pena! Mas ainda há tempo, minha gente! Nosso grande mal é o excesso de tolerância. Somos glandular e organicamente tolerantes. Estamos aprendendo - e até já estamos nos acostumando - a conviver com a desfaçatez, com a inércia, com a negligência, com o engodo, com a perfídia, com a mentira e com a malandragem das excelências de terno e gravata.
Em todos os países sérios do mundo, o Parlamento é respeitado e visto como o palácio da cidadania. No Brasil, pelo que se vê todos os dias, Senado, Câmara Federal, Assembléias Legislativas e Câmara de Vereadores - infelizmente, devo reconhecer - são dispensáveis porque não cumprem os objetivos para os quais foram criadas. Não precisamos de políticos desse quilate!
Pelo menos se poderia diminuir o número de senadores, de deputados federais, estaduais e de vereadores. A nação sairia ganhando, e ficaria agradecida, porque haveria menos saqueadores. Até quando iremos suportar? Recuso-me a crer que nos tornamos incapazes de reagir, de dar um basta em tudo isso.
Não podemos mais aceitar que os ladrões tripudiem sobre nossa honra e nossa dignidade. Basta! Estou com vergonha de mim mesmo. Sinto vergonha pelos meus filhos, pelos meus netos e por todos os netos brasileiros que irão nascer e herdarão este país. Que juízo eles farão dos seus avós, que permitiram que a situação chegasse a tais extremos?
Evito circular pela Praça dos Três Poderes porque sinto vergonha. Não participo de nenhuma solenidade oficial porque sinto vergonha. Evito cumprimentar políticos, e deles procuro me manter distante porque sinto vergonha. Não entro em repartições públicas, a não ser quando estritamente necessário, porque sinto vergonha.
Encerro aqui este desabafo porque estou sentindo vergonha por todas as verdades que fui obrigado a dizer. Vamos dar o grito dos espoliados: BASTA!
Brasília, julho de 2011
Geraldo José Chaves
Delegado de Polícia Federal,
aposentado, espoliado e enganado
geraldochaves2005@gmail.com
quarta-feira, 27 de julho de 2011
BLOG do PARRINI - #AcordaBrasil: Lula tem Diversos processos nas costas. Vejam:
BLOG do PARRINI - #AcordaBrasil: Lula tem Diversos processos nas costas. Vejam:: " 01 LUIS INACIO LULA DA SILVA
Inq/627 CRIME CONTRA A PESSOA | HONRA | INJÚRIA
Número: 6271
Orgão de Origem: SUPREMO TRIB..."
Inq/627 CRIME CONTRA A PESSOA | HONRA | INJÚRIA
Número: 6271
Orgão de Origem: SUPREMO TRIB..."
terça-feira, 26 de julho de 2011
O BAIXO RISCO DE SER CORRUPTO NO BRASIL!!!
Corrupção no Brasil
A demissão recente dos ministros da Casa Civil e dos Transportes envolvidos em escândalos com fortes traços de corrupção, assim como a tramitação do regime de contratação especial no Congresso Nacional reabrem um debate da maior importância para a democracia brasileira: como controlar a corrupção sem comprometer a eficiência do Estado brasileiro?
Já estão distantes os dias em que a opinião pública enxergava a corrupção de maneira jocosa expressa no “rouba mas faz”. Até 1988, o Brasil vivia um clima de tolerância à corrupção que, na melhor das hipóteses era sancionada simbolicamente. Alguém afirmava “lá vai um corrupto” ou “esse indivíduo está envolvido em corrupção”. Essa era a única maneira de apontar a corrupção. Tínhamos no Brasil a assim chamada “sanção simbólica da corrupção”.
A partir da Constituição de 1988, essa atitude mudou. As novas atribuições do TCU, a criação da CGU em 2001 e as operações da Polícia Federal estão entre as ações importantes que ajudam a controlar a corrupção no Brasil. Sabemos mais sobre os casos de corrupção, alguns esquemas importantes de corrupção foram interrompidos por operações da Polícia Federal e, finalmente, podemos dizer que há um risco em ser corrupto no Brasil, risco esse que não é apenas simbólico. Casos de corrupção, tais como os dois mencionados acima, aparecem todos os dias na imprensa, o que não deixa de constituir um avanço nas formas de controle da corrupção.
Há, no entanto, uma segunda dimensão do fenômeno do combate à corrupção que merece destaque: a relação entre a baixa criminalização do fenômeno pelo judiciário e o aumento exponencial de regras impostos pelo assim chamado sistema “U”. Os casos de coibição da corrupção no Brasil esbarram em um sistema judicial lento, com quatro instâncias e que trabalha com um conceito absurdo de presunção da inocência. A condenação em três instâncias é absolutamente inócua no Brasil e não produz nenhuma consequência jurídica. O foro especial ao qual tem direito o presidente, os ministros, os senadores e os membros do Congresso Nacional gera uma balbúrdia jurídica que inviabiliza a maior parte dos processos. Processos são transferidos dos tribunais de primeira e segunda instância para Brasília a cada eleição e, a cada demissão de ministro, voltam para os seus locais de origem. Ao mesmo tempo, o Supremo, pela sua característica de Corte constitucional, não consegue imprimir a esses processos a celeridade desejada. Cria-se um mecanismo de impunidade que reduz o risco das condenações por práticas de corrupção. Assim, é possível dizer que há um risco em aderir a práticas de corrupção no Brasil, mas esse risco ainda é incrivelmente baixo.
A reação do sistema “U” à falta de punição dos casos de corrupção é o aumento do controle administrativo. Difunde-se, no âmbito da máquina administrativa do Estado, formas de controle interno que aumentam o número de regras existentes para a realização de qualquer atividade. Ao mesmo tempo, se a punição às práticas corruptas é cada vez mais lenta no Brasil, a interrupção das atividades do estado na construção de infra-estrutura é cada vez mais frequente. Estamos assim, naquilo que denomino o pior dos mundos: não temos o chamado controle criminal da corrupção, isto é, não temos punição aos atos mais importantes de apropriação privada dos recursos públicos e temos uma máquina estatal que não consegue realizar os seus objetivos com eficiência devido a uma proliferação absurda de regras que minam a pouca eficiência que o setor público no Brasil tem. Como sair desse impasse?
Uma mudança que pode ser implementada para diminuir o impacto da impunidade sobre a eficiência do setor público é a introdução dos contratos de gestão entre órgãos e agências do setor público. Esta constitui uma maneira de compensar a incapacidade do controle administrativo de fazer frente à corrupção. Através de contratos de gestão, o Estado abriria mão do chamado controle administrativo exercido no varejo por meio de um conjunto de regras pouco claras. Ao mesmo tempo, órgãos como hospitais públicos, universidades federais, ou até mesmo os órgãos ligados as obras públicas teriam que assumir compromissos claros em relação a resultados. Por exemplo, hospitais poderiam ser administrados a partir de três metas: número de pacientes atendidos, custo por paciente, índices de mortalidade. Universidades poderiam assumir um formato parecido: número de alunos titulados, número de artigos publicados, custo por aluno titulado. No caso dos controles, haveria uma forte redução dos controles administrativos restando apenas os controles mais importantes que levariam, no caso de descumprimento, a processos criminais e não aos processos administrativos cujas limitações conhecemos. O importante é que essas metas envolvam aumentos significativos de produtividade no setor público.
A introdução de contratos de gestão no setor público teria dois objetivos: o primeiro deles é diminuir o foco do controle administrativo. O que vemos nos escândalos de corrupção mais importantes, aqueles que implicam em fortes danos às finanças públicas, é que órgãos como o TCU e a CGU controlam tudo e, no final, exercem muito pouco controle efetivo. Falta foco no controle administrativo no Brasil e ele só pode ser adquirido com uma nova filosofia dos órgãos de controle. Ao conciliar aumento da produtividade do setor público com um controle mais seletivo será possível alcançar o que a sociedade brasileira clama: o aumento do risco de aderir à corrupção que depende da punição criminal e não do controle administrativo.
O baixo risco de ser corrupto no Brasil, Autor: Leonardo Avritzer – Valor Econômico – 21/07/2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
LISTA COMPLETA DAS PENAS DOS ENVOLVIDOS NO MENSALÃO!
sábado, 9 de julho de 2011
Veja a lista completa das penas dos envolvidos no Mensalão
BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de condenação de 36 dos 40 réus do mensalão. As penas variam de três a 392 anos, mas o período máximo que um condenado pode ficar preso é 30 anos, a não ser que seja condenado novamente enquanto estiver cumprindo pena.
Para se calcular o tempo mínimo que cada um dos acusados pode vir a ficar na cadeia, leva-se em consideração a soma da pena mínima de cada um dos crimes. Esta é a última peça para o julgamento, que ainda não foi marcado pelo Supremo. O parecer do procurador na íntegra está página do STF.
Veja a lista completa e as penas dos envolvidos no processo do mensalão:
José Dirceu de Oliveira e Silva
Denúncia: formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: de 3 a 111 anos
José Genoíno Neto
Denúncia: formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: de 3 a 99
Delúbio Soares Castro
Denúncia: formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: de 3 a 111
Sílvio José Pereira
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa e peculato
Pena: processo suspenso em troca de serviços comunitários
Marcos Valério Fernandes de Souza
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 87 a 392 anos
Ramon Hollerbach Cardoso
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 86 a 380 anos
Cristiano de Mello Paz
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 86 a 380 anos
Rogério Lanza Tolentino
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Pena: de 45 a 229 anos
Simone Reis Lobo de Vasconcelos
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas
Pena: de 76 a 327 anos
Geiza Dias dos Santos
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas
Pena: de 80 a 327 anos
Kátia Rabello
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas
Pena: de 74 a 241anos
José Roberto Salgado
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas
Pena: de 66 a 231 anos
Vinícius Samarane
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas
Pena: de 66 a 231 anos
Ayanna Tenório Torres de Jesus
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta
Pena: de 13 a 45 anos
João Paulo Cunha
Denúncia: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato
Pena: de 9 a 46 anos
Henrique Pizzolato
Denúncia: peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 9 a 54 anos
Pedro da Silva Corrêa de Oliveira Andrade Neto
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31anos
Pedro Henry Neto
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31 anos
João Cláudio de Carvalho Genu
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 10 a 55 anos
Enivaldo Quadrado
Denúncia: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Pena: de 4 a 19 anos
Breno Fischberg
Denúncia: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Pena: de 4 a 19 anos
Carlos Alberto Quaglia
Denúncia: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Pena: de 4 a 19 anos
Valdemar Costa Neto
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31
Jacinto de Souza Lamas
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31 anos
Carlos Alberto Rodrigues Pinto (Bispo Rodrigues)
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 22 anos
Roberto Jefferson Monteiro Francisco
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 28 anos
Emerson Eloy Palmieri
Denúncia: corrupção passiva, lavagem de dinheiro
Pena: de 7 a 40 anos
Romeu Ferreira Queiroz
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 28 anos
José Rodrigues Borba
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 22 anos
Paulo Roberto Galvão da Rocha
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
Anita Leocádia Pereira da Costa
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
Luiz Carlos da Silva (Professor Luizinho)
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 10 anos
João Magno de Moura
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
Anderson Adauto Pereira
Denúncia: corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 40 anos
José Luiz Alves
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
José Eduardo Cavalcanti de Mendonça (Duda
Mendonça)
Denúncia: lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 5 a 22 anos
Zilmar Fernandes Silva
Denúncia: lavagem de dinheiro evasão de divisas
Pena: de 5 a 22 anos
Antonio Lamas
Procurador da República pediu a sua absolvição.
Luiz Gushiken
Procurador da República pediu a sua absolvição.
José Janene
Extinta a punibilidade, em virtude de seu falecimento.
fonte: valoronline
Veja a lista completa das penas dos envolvidos no Mensalão
BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de condenação de 36 dos 40 réus do mensalão. As penas variam de três a 392 anos, mas o período máximo que um condenado pode ficar preso é 30 anos, a não ser que seja condenado novamente enquanto estiver cumprindo pena.
Para se calcular o tempo mínimo que cada um dos acusados pode vir a ficar na cadeia, leva-se em consideração a soma da pena mínima de cada um dos crimes. Esta é a última peça para o julgamento, que ainda não foi marcado pelo Supremo. O parecer do procurador na íntegra está página do STF.
Veja a lista completa e as penas dos envolvidos no processo do mensalão:
José Dirceu de Oliveira e Silva
Denúncia: formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: de 3 a 111 anos
José Genoíno Neto
Denúncia: formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: de 3 a 99
Delúbio Soares Castro
Denúncia: formação de quadrilha e corrupção ativa
Pena: de 3 a 111
Sílvio José Pereira
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa e peculato
Pena: processo suspenso em troca de serviços comunitários
Marcos Valério Fernandes de Souza
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 87 a 392 anos
Ramon Hollerbach Cardoso
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 86 a 380 anos
Cristiano de Mello Paz
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 86 a 380 anos
Rogério Lanza Tolentino
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Pena: de 45 a 229 anos
Simone Reis Lobo de Vasconcelos
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas
Pena: de 76 a 327 anos
Geiza Dias dos Santos
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas
Pena: de 80 a 327 anos
Kátia Rabello
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas
Pena: de 74 a 241anos
José Roberto Salgado
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas
Pena: de 66 a 231 anos
Vinícius Samarane
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e evasão de divisas
Pena: de 66 a 231 anos
Ayanna Tenório Torres de Jesus
Denúncia: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta
Pena: de 13 a 45 anos
João Paulo Cunha
Denúncia: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato
Pena: de 9 a 46 anos
Henrique Pizzolato
Denúncia: peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 9 a 54 anos
Pedro da Silva Corrêa de Oliveira Andrade Neto
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31anos
Pedro Henry Neto
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31 anos
João Cláudio de Carvalho Genu
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 10 a 55 anos
Enivaldo Quadrado
Denúncia: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Pena: de 4 a 19 anos
Breno Fischberg
Denúncia: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Pena: de 4 a 19 anos
Carlos Alberto Quaglia
Denúncia: formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
Pena: de 4 a 19 anos
Valdemar Costa Neto
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31
Jacinto de Souza Lamas
Denúncia: formação de quadrilha, corrupção passiva lavagem de dinheiro
Pena: de 6 a 31 anos
Carlos Alberto Rodrigues Pinto (Bispo Rodrigues)
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 22 anos
Roberto Jefferson Monteiro Francisco
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 28 anos
Emerson Eloy Palmieri
Denúncia: corrupção passiva, lavagem de dinheiro
Pena: de 7 a 40 anos
Romeu Ferreira Queiroz
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 28 anos
José Rodrigues Borba
Denúncia: corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 22 anos
Paulo Roberto Galvão da Rocha
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
Anita Leocádia Pereira da Costa
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
Luiz Carlos da Silva (Professor Luizinho)
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 10 anos
João Magno de Moura
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
Anderson Adauto Pereira
Denúncia: corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Pena: de 5 a 40 anos
José Luiz Alves
Denúncia: lavagem de dinheiro
Pena: de 3 a 16 anos
José Eduardo Cavalcanti de Mendonça (Duda
Mendonça)
Denúncia: lavagem de dinheiro e evasão de divisas
Pena: de 5 a 22 anos
Zilmar Fernandes Silva
Denúncia: lavagem de dinheiro evasão de divisas
Pena: de 5 a 22 anos
Antonio Lamas
Procurador da República pediu a sua absolvição.
Luiz Gushiken
Procurador da República pediu a sua absolvição.
José Janene
Extinta a punibilidade, em virtude de seu falecimento.
fonte: valoronline
domingo, 24 de julho de 2011
No ranking das falcatruas
No ranking das falcatruas
24 de julho de 2011 | 0h 00
Gaudêncio Torquato - O Estado de S.Paulo
A corrupção no Brasil aumentou porque passou a ter mais controles ou passou a ter mais controles porque aumentou? A resposta não provoca tantas dúvidas quanto o teorema do biscoito encaixado naquele intrigante comercial de TV de meados dos anos 80: "Vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?". A profusão de casos de corrupção, que se espraiam pelos espaços midiáticos, não deixa dúvidas: para 64% dos brasileiros, a praga alargou-se. Se a questão é posta para autoridades, a resposta é outra: nunca a corrupção foi tão combatida como hoje e, graças aos mecanismos de controle, tem diminuído. Sua visibilidade é grande porque o momento é de muita transparência. Nenhum governo aceita a pecha de compactuar com as teias de corrupção que se formam nos porões da administração pública. A transparência e a faxina em frentes ministeriais, com o desligamento de pessoas envolvidas em denúncias de corrupção, nos moldes que a presidente Dilma Rousseff adota (já demitiu 16 do Ministério dos Transportes), ajudam o governo a caminhar na via da moralização, mas sugerem que a administração federal é como um imenso queijo suíço, exibindo buracos por todos os lados.
A observação aponta para a seguinte hipótese: os buracos escondem ilícitos em graus variados. Entendida como comportamento de autoridades que se desviam das normas a fim de servir a interesses particulares, a corrupção revela a existência de frágil institucionalização política. Demandas exógenas superpõem-se aos papéis institucionais, envolvendo, quase sempre, a troca de favor político por riqueza econômica. Mas há os que trocam dinheiro por poder político. Qualquer que seja o caso, vende-se algo público por um ganho particular. É evidente que tal moldura pode ser estreitada ou alargada nas carpintarias dos governos. Como é sabido, estes trabalham com uma das mãos no balcão da política. Governantes compõem as estruturas da máquina com quadros e perfis que lhes deram apoio e com eles chegaram ao poder. Aí se localiza o primeiro rolamento da engrenagem disfuncional. Parcela substantiva dos corpos funcionais age de acordo com interesses grupais (atendendo a demandas de partidos que integram) ou mesmo individuais. Vale lembrar que a política, de missão cívica, povoada por cidadãos escolhidos para representar a coletividade, se transformou em profissão. Como tal, arregimenta quadros atraídos pelo escopo da acumulação material.
O Estado moderno contribui, sim, para a expansão da corrupção, na esteira da criação de fontes de riqueza e poder, ascensão de grupos, surgimento de novas classes, estruturação de fontes de recursos e expansão de possibilidades. Os surtos de modernização social e econômica implicam mudanças profundas na vida política. Daí se inferir que a corrupção, aqui, na Europa ou nos EUA, era bem menor há um século. Os campos de ação eram menos elásticos. A instituição política tradicional, por sua vez, incorpora hoje outros valores. Tornou-se banalizada. A administração de coisas materiais assumiu o lugar de ideários. As doutrinas murcharam, as utopias feneceram. E assim os círculos dos negócios inundaram o universo político. Sob esse pano de fundo, a resposta à questão inicial não deixa dúvidas: a corrupção expande-se na razão direta da modernização do Estado. Interessante é observar que os sistemas de controle também se multiplicaram. Entre nós, os conjuntos formados para apurar e mapear desvios - Ministério Público, Tribunais de Contas da União e dos Estados, Advocacia-Geral da União (AGU), Controladoria-Geral da União, Polícia Federal, etc. - têm sido atentos e proativos. Dispomos também de um conjunto de agências reguladoras, cuja função precípua é estabelecer diretrizes para atuação dos núcleos que cuidam de serviços públicos essenciais. Não raro, porém, tais mecanismos são impregnados de molas politiqueiras (nomes indicados por partidos) que abrem os dutos da ilicitude. Aduz-se que, ao usar ferramentas tecnológicas nas planilhas dos contratos, corruptos e corruptores acabam saindo do foco das lupas e estendendo seu império em plena era da transparência.
Há outros fatores que incrementam a corrupção. A burocracia, por exemplo. Estudo da Fiesp apontou a carga burocrática como fator negativo para a competitividade nacional, calculando que gera um custo anual de R$ 46,3 bilhões. E, como se sabe, ela é jeitinho de espertos e oportunistas para engabelar não só os incautos, mas os precavidos. Como cobra de muitas cabeças, a corrupção reinventa-se, esconde-se, para reaparecer em locais inapropriados, como os sagrados espaços destinados aos serviços de populações carentes - hospitais, maternidades, escolas, creches, quadras esportivas - , ou na aquisição de produtos básicos (remédios, merenda escolar, cestas de alimentos). É vergonhosa a constatação da AGU de que 70% das verbas desviadas no País são das áreas de saúde e educação. A rapinagem chega às raias do absurdo. Aos desvios de verbas destinadas a crianças e doentes soma-se o roubo de recursos para as cidades devastadas por desastres naturais, como as da região de Teresópolis (RJ). As cenas de encostas, bairros, casas e ruas destruídas, arrematando depoimentos de que foram destinados milhões de reais que nunca chegaram àquele destino, coroam a imagem da corrupção desbragada que consome as energias nacionais.
Não por acaso o Brasil abriga, segundo pesquisa da Transparência Internacional, 26% do dinheiro movimentado pela corrupção no mundo. Mas a própria ONG reconhece que esse índice pode chegar aos 43%. Há quem calcule que o Produto Nacional Bruto da Corrupção alcance metade do nosso PIB, hoje em torno de R$ 3,67 trilhões. Difícil apurar a quantia exata. Mas tudo indica que o Brasil não faria feio num campeonato mundial de falcatruas.
JORNALISTA, É PROFESSOR TITULAR DA USP, CONSULTOR POLÍTICO E DE COMUNICAÇÃO
TWITTER: @GAUDTORQUATO
24 de julho de 2011 | 0h 00
Gaudêncio Torquato - O Estado de S.Paulo
A corrupção no Brasil aumentou porque passou a ter mais controles ou passou a ter mais controles porque aumentou? A resposta não provoca tantas dúvidas quanto o teorema do biscoito encaixado naquele intrigante comercial de TV de meados dos anos 80: "Vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?". A profusão de casos de corrupção, que se espraiam pelos espaços midiáticos, não deixa dúvidas: para 64% dos brasileiros, a praga alargou-se. Se a questão é posta para autoridades, a resposta é outra: nunca a corrupção foi tão combatida como hoje e, graças aos mecanismos de controle, tem diminuído. Sua visibilidade é grande porque o momento é de muita transparência. Nenhum governo aceita a pecha de compactuar com as teias de corrupção que se formam nos porões da administração pública. A transparência e a faxina em frentes ministeriais, com o desligamento de pessoas envolvidas em denúncias de corrupção, nos moldes que a presidente Dilma Rousseff adota (já demitiu 16 do Ministério dos Transportes), ajudam o governo a caminhar na via da moralização, mas sugerem que a administração federal é como um imenso queijo suíço, exibindo buracos por todos os lados.
A observação aponta para a seguinte hipótese: os buracos escondem ilícitos em graus variados. Entendida como comportamento de autoridades que se desviam das normas a fim de servir a interesses particulares, a corrupção revela a existência de frágil institucionalização política. Demandas exógenas superpõem-se aos papéis institucionais, envolvendo, quase sempre, a troca de favor político por riqueza econômica. Mas há os que trocam dinheiro por poder político. Qualquer que seja o caso, vende-se algo público por um ganho particular. É evidente que tal moldura pode ser estreitada ou alargada nas carpintarias dos governos. Como é sabido, estes trabalham com uma das mãos no balcão da política. Governantes compõem as estruturas da máquina com quadros e perfis que lhes deram apoio e com eles chegaram ao poder. Aí se localiza o primeiro rolamento da engrenagem disfuncional. Parcela substantiva dos corpos funcionais age de acordo com interesses grupais (atendendo a demandas de partidos que integram) ou mesmo individuais. Vale lembrar que a política, de missão cívica, povoada por cidadãos escolhidos para representar a coletividade, se transformou em profissão. Como tal, arregimenta quadros atraídos pelo escopo da acumulação material.
O Estado moderno contribui, sim, para a expansão da corrupção, na esteira da criação de fontes de riqueza e poder, ascensão de grupos, surgimento de novas classes, estruturação de fontes de recursos e expansão de possibilidades. Os surtos de modernização social e econômica implicam mudanças profundas na vida política. Daí se inferir que a corrupção, aqui, na Europa ou nos EUA, era bem menor há um século. Os campos de ação eram menos elásticos. A instituição política tradicional, por sua vez, incorpora hoje outros valores. Tornou-se banalizada. A administração de coisas materiais assumiu o lugar de ideários. As doutrinas murcharam, as utopias feneceram. E assim os círculos dos negócios inundaram o universo político. Sob esse pano de fundo, a resposta à questão inicial não deixa dúvidas: a corrupção expande-se na razão direta da modernização do Estado. Interessante é observar que os sistemas de controle também se multiplicaram. Entre nós, os conjuntos formados para apurar e mapear desvios - Ministério Público, Tribunais de Contas da União e dos Estados, Advocacia-Geral da União (AGU), Controladoria-Geral da União, Polícia Federal, etc. - têm sido atentos e proativos. Dispomos também de um conjunto de agências reguladoras, cuja função precípua é estabelecer diretrizes para atuação dos núcleos que cuidam de serviços públicos essenciais. Não raro, porém, tais mecanismos são impregnados de molas politiqueiras (nomes indicados por partidos) que abrem os dutos da ilicitude. Aduz-se que, ao usar ferramentas tecnológicas nas planilhas dos contratos, corruptos e corruptores acabam saindo do foco das lupas e estendendo seu império em plena era da transparência.
Há outros fatores que incrementam a corrupção. A burocracia, por exemplo. Estudo da Fiesp apontou a carga burocrática como fator negativo para a competitividade nacional, calculando que gera um custo anual de R$ 46,3 bilhões. E, como se sabe, ela é jeitinho de espertos e oportunistas para engabelar não só os incautos, mas os precavidos. Como cobra de muitas cabeças, a corrupção reinventa-se, esconde-se, para reaparecer em locais inapropriados, como os sagrados espaços destinados aos serviços de populações carentes - hospitais, maternidades, escolas, creches, quadras esportivas - , ou na aquisição de produtos básicos (remédios, merenda escolar, cestas de alimentos). É vergonhosa a constatação da AGU de que 70% das verbas desviadas no País são das áreas de saúde e educação. A rapinagem chega às raias do absurdo. Aos desvios de verbas destinadas a crianças e doentes soma-se o roubo de recursos para as cidades devastadas por desastres naturais, como as da região de Teresópolis (RJ). As cenas de encostas, bairros, casas e ruas destruídas, arrematando depoimentos de que foram destinados milhões de reais que nunca chegaram àquele destino, coroam a imagem da corrupção desbragada que consome as energias nacionais.
Não por acaso o Brasil abriga, segundo pesquisa da Transparência Internacional, 26% do dinheiro movimentado pela corrupção no mundo. Mas a própria ONG reconhece que esse índice pode chegar aos 43%. Há quem calcule que o Produto Nacional Bruto da Corrupção alcance metade do nosso PIB, hoje em torno de R$ 3,67 trilhões. Difícil apurar a quantia exata. Mas tudo indica que o Brasil não faria feio num campeonato mundial de falcatruas.
JORNALISTA, É PROFESSOR TITULAR DA USP, CONSULTOR POLÍTICO E DE COMUNICAÇÃO
TWITTER: @GAUDTORQUATO
sábado, 23 de julho de 2011
SÓCRATES E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
SÓCRATES E A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
No ano de 399 a. C. o filósofo Sócrates foi condenado a tomar cicuta acusado de perverter a juventude e introduzir novos deuses na cidade. Sócrates não negou suas idéias. Defendeu-as com coragem até o último minuto da sua vida. Passado mais de 23 séculos pouco refletimos sobre a grandiosidade do ato desse ilustre pensador que marcou o pensamento filosófico. Me refiro aqui, em especial, a atitude de Sócrates em aceitar a morte em defesa dos seus ensinamentos. Com a determinação de preferir a morte à deixar de filosofar Sócrates estabeleceu as bases da luta pelo direito a liberdade de expressão. Com a posição de Sócrates a filosofia ganhou vida. A democracia e a liberdade de imprensa puderam reivindicar os seus direitos. A opção pela coerência e pela verdade deu maior visibilidade a noção de Justiça. Sócrates morreu. Mas deixou uma das mais belas histórias de vida que já se passou nessa Terra. Deixou também um dos maiores legados as sociedades contemporâneas democráticas: o exemplo de luta pelo direito de expor idéias e defendê-las. Sócrates morreu injustamente, em defesa do pensamento e da verdade. Deu a humanidade o mais belo exemplo de como a luta pela transparência, pela verdade e pela justiça pode destruir o corpo, mas nunca a alma. Seu pensamento permanece vivo até os dias de hoje. Cerca de 4 séculos depois de Sócrates o maior mestre espiritual que veio ao Planeta encorajou seus discípulos a morrer em defesa da verdade. O fundador do cristianismo, Jesus Cristo, não fez diferente de Sócrates. Defendeu suas idéias sobre a justiça, a paz e sobre um paraíso espiritual. Foi condenado. Morreu pregado numa cruz afirmando suas idéias que perpetuaram pelos tempos e pelo espaço. A luta pela liberdade de expressão da verdade e da Justiça mais uma vez venceram. São inúmeros os exemplos de pessoas que foram condenados por defender suas idéias e por falar a verdade. Hoje, passado mais de 23 séculos da condenação de Sócrates, vemos a cada dia o fortalecimento da liberdade de expressão. A mídia, cada vez mais, torna-se um importante instrumento nas denúncias sobre corrupções, sobre as injustiças sociais, na divulgação de idéias e na contribuição de esclarecimento da verdade. Porém, muitos "socrátes" ainda são condenados à morte por dizer a verdade, por mostrar as mazelas da sociedade. O jornalista Tim Lopes ainda foi vítima desse golpe. Por mostrar a violência e as injustiças sociais foi vítima da crueldade. Mas, desde Sócrates, muito se tem avançado em relação a liberdade de expressão. Pode-se fazer denúncias com mais liberdade. Fazer críticas. Dar sugestões. Há mais de 2.300 anos Sócrates teve a coragem de expor idéias que apontavam novos horizontes para a juventude de sua época. Fazia as pessoas pensarem sobre a sua própria condição. Levava as a questionarem as leis da cidade, os deuses, os governos, o bem e o mal. Com os avanços que conquistamos na mídia, sobre a liberdade de expressão e a melhoria dos meios de comunicação, precisamos que surjam a cada dia "novos sócrates" com coragem para dizer a verdade sobre a cultura, sobre a política e sobre os deuses.
Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1688439-s%C3%B3crates-liberdade-express%C3%A3o/#ixzz1Sw6lnsWW
No ano de 399 a. C. o filósofo Sócrates foi condenado a tomar cicuta acusado de perverter a juventude e introduzir novos deuses na cidade. Sócrates não negou suas idéias. Defendeu-as com coragem até o último minuto da sua vida. Passado mais de 23 séculos pouco refletimos sobre a grandiosidade do ato desse ilustre pensador que marcou o pensamento filosófico. Me refiro aqui, em especial, a atitude de Sócrates em aceitar a morte em defesa dos seus ensinamentos. Com a determinação de preferir a morte à deixar de filosofar Sócrates estabeleceu as bases da luta pelo direito a liberdade de expressão. Com a posição de Sócrates a filosofia ganhou vida. A democracia e a liberdade de imprensa puderam reivindicar os seus direitos. A opção pela coerência e pela verdade deu maior visibilidade a noção de Justiça. Sócrates morreu. Mas deixou uma das mais belas histórias de vida que já se passou nessa Terra. Deixou também um dos maiores legados as sociedades contemporâneas democráticas: o exemplo de luta pelo direito de expor idéias e defendê-las. Sócrates morreu injustamente, em defesa do pensamento e da verdade. Deu a humanidade o mais belo exemplo de como a luta pela transparência, pela verdade e pela justiça pode destruir o corpo, mas nunca a alma. Seu pensamento permanece vivo até os dias de hoje. Cerca de 4 séculos depois de Sócrates o maior mestre espiritual que veio ao Planeta encorajou seus discípulos a morrer em defesa da verdade. O fundador do cristianismo, Jesus Cristo, não fez diferente de Sócrates. Defendeu suas idéias sobre a justiça, a paz e sobre um paraíso espiritual. Foi condenado. Morreu pregado numa cruz afirmando suas idéias que perpetuaram pelos tempos e pelo espaço. A luta pela liberdade de expressão da verdade e da Justiça mais uma vez venceram. São inúmeros os exemplos de pessoas que foram condenados por defender suas idéias e por falar a verdade. Hoje, passado mais de 23 séculos da condenação de Sócrates, vemos a cada dia o fortalecimento da liberdade de expressão. A mídia, cada vez mais, torna-se um importante instrumento nas denúncias sobre corrupções, sobre as injustiças sociais, na divulgação de idéias e na contribuição de esclarecimento da verdade. Porém, muitos "socrátes" ainda são condenados à morte por dizer a verdade, por mostrar as mazelas da sociedade. O jornalista Tim Lopes ainda foi vítima desse golpe. Por mostrar a violência e as injustiças sociais foi vítima da crueldade. Mas, desde Sócrates, muito se tem avançado em relação a liberdade de expressão. Pode-se fazer denúncias com mais liberdade. Fazer críticas. Dar sugestões. Há mais de 2.300 anos Sócrates teve a coragem de expor idéias que apontavam novos horizontes para a juventude de sua época. Fazia as pessoas pensarem sobre a sua própria condição. Levava as a questionarem as leis da cidade, os deuses, os governos, o bem e o mal. Com os avanços que conquistamos na mídia, sobre a liberdade de expressão e a melhoria dos meios de comunicação, precisamos que surjam a cada dia "novos sócrates" com coragem para dizer a verdade sobre a cultura, sobre a política e sobre os deuses.
Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1688439-s%C3%B3crates-liberdade-express%C3%A3o/#ixzz1Sw6lnsWW
sexta-feira, 22 de julho de 2011
IMPUGNAÇÃO DE MANDATO ELETIVO - JANDAÍRA-BA
PROCESSO N.º 490.008.342.009 – AIME -AÇÃO DE
IMPUGNAÇÃO DE MANDATO ELETIVO
Impugnanates: N.R.V.
Adv.(s) Antônio Rubens Nunes Vieira Filho OAB/BA n.º 17.638 e
Cláudio Ché de Medeiros OAB/BA n.º 17.804
Impugnados: R.C.L.A. e A .F.D.
Advs.: Ademir Ismerim OAB/BA 7829 e Michel Soares Reis OAB/BA
14.620
Município: Jandaíra/Ba
DESPACHO
Designo audiência de instrução para o dia 13 de maio de 2011
às 08h30min.
Intimações necessárias.
Ciência do Ministério Público.
Rio Real, 12 de abril de 2011
Kelfrenn Teixeira Rodrigues de Menezes
Juiz Eleitoral designado para 49ª Zona Eleitoral
SENTENÇA PROCESSO Nº 009/2005
PROCESSO 009/2005
REQUERENTE : MINISTERIO PÚBLICO
REQUERIDO: WILSON OLIVEIRA SANTIAGO
Cuida-se de Processo destinado a apurar a prática do crime de
arrancar de postes de iluminação pública cartazes de propaganda
política, prevista no art.331 do Código Eleitoral, atribuído ao Sr.
WILSON OLIVEIRA SANTIAGO.
Audiência realiza em 09/02/2006, sem presença do autor do fato.
Determinação de intimação do réu para comparecimento em
audiência. Réu não localizado. Processo suspenso com base no
art.366 do CPP (folha 30)
Parecer do Ministério Público Eleitoral (fls. 34 e 35) pugnando pelo
arquivamento dos autos, em vista da extinção da punibilidade.
Breve relatório.
Diário da Justiça Eleitoral - Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. Documento assinado digitalmente conforme MP n. 2.200-2/2001 de 24.8.2001, que institui a
Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, podendo ser acessado no endereço eletrônico http://www.tse.gov.br
IMPUGNAÇÃO DE MANDATO ELETIVO
Impugnanates: N.R.V.
Adv.(s) Antônio Rubens Nunes Vieira Filho OAB/BA n.º 17.638 e
Cláudio Ché de Medeiros OAB/BA n.º 17.804
Impugnados: R.C.L.A. e A .F.D.
Advs.: Ademir Ismerim OAB/BA 7829 e Michel Soares Reis OAB/BA
14.620
Município: Jandaíra/Ba
DESPACHO
Designo audiência de instrução para o dia 13 de maio de 2011
às 08h30min.
Intimações necessárias.
Ciência do Ministério Público.
Rio Real, 12 de abril de 2011
Kelfrenn Teixeira Rodrigues de Menezes
Juiz Eleitoral designado para 49ª Zona Eleitoral
SENTENÇA PROCESSO Nº 009/2005
PROCESSO 009/2005
REQUERENTE : MINISTERIO PÚBLICO
REQUERIDO: WILSON OLIVEIRA SANTIAGO
Cuida-se de Processo destinado a apurar a prática do crime de
arrancar de postes de iluminação pública cartazes de propaganda
política, prevista no art.331 do Código Eleitoral, atribuído ao Sr.
WILSON OLIVEIRA SANTIAGO.
Audiência realiza em 09/02/2006, sem presença do autor do fato.
Determinação de intimação do réu para comparecimento em
audiência. Réu não localizado. Processo suspenso com base no
art.366 do CPP (folha 30)
Parecer do Ministério Público Eleitoral (fls. 34 e 35) pugnando pelo
arquivamento dos autos, em vista da extinção da punibilidade.
Breve relatório.
Diário da Justiça Eleitoral - Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. Documento assinado digitalmente conforme MP n. 2.200-2/2001 de 24.8.2001, que institui a
Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, podendo ser acessado no endereço eletrônico http://www.tse.gov.br
quinta-feira, 21 de julho de 2011
EX-PREFEITOS DE JANDAÍRA-BA SÃO PENALIZADOS POR DESVIOS DE VERBAS
Ex-prefeitos de Jandaíra (BA) vão responder ação por desvio de verbas da merenda escolar
Hebert Maia e João Alves dos Santos são acusados em ação de improbidade administrativa movida pelo MPF/BA por usarem recursos fornecidos pelo FNDE para adquirir itens nunca entregues, alimentos estragados e com prazos vencidos
O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) propôs à Justiça Federal uma ação de improbidade administrativa contra Hebert Maia e João Alves dos Santos, ex-prefeitos do Município de Jandaíra/BA, que se revezaram no cargo durante o exercício de 2005 a 2008. Ambos são acusados de má gestão de recursos da merenda escolar fornecida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e falta de prestação de contas da verba recebida.
Em 2007 o Ministério Público Federal recebeu uma denúncia do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) do Município de Jandaíra, acusando o descaso dos governantes com a alimentação escolar. O CAE forneceu um relatório de vistorias em escolas municipais, onde afirmava que diversos produtos que constavam nas notas fiscais fornecidas pela Prefeitura não foram efetivamente recebidos pelas escolas, e denunciou a escassez de alimentos, a utilização de produtos estragados e com prazo de vencimento expirado, as péssimas condições de armazenamento e o descumprimento dos requisitos nutricionais do programa.
“Havia um cheiro muito forte ardido na cantina, comprovamos que era charque da merenda escolar que estava na geladeira com um cheiro insuportável como seu aspecto e repleta de bichos”, afirmou o Conselho no relatório apresentado ao MPF. Em relação a visita em outra escola, complementou: “A diretora disse ter percebido que a carne (charque) estava com aspecto ruim mas preparou assim mesmo pois recebe ordens para dar e não para jogar fora”.
A denúncia foi investigada por meio de inquérito civil. O MPF constatou que os acusados utilizaram a verba federal de forma irregular e não prestaram contas dos recursos repassados pelo FNDE. A conduta resultou na suspensão, de 2008 a 2009, dos repasses destes recursos, prejudicando cerca de 3.221 alunos.
Diante da suspensão, o MPF expediu, em 2008, a Recomendação nº. 05/2008, requerendo a imediata prestação de contas da verba repassada em 2007 ou a adoção das medidas previstas nos normativos dos programas. A recomendação foi ignorada pelo então gestor do município. Apenas em 2009, a gestão municipal recém-empossada informou que não localizou os documentos referentes à prestação de contas do exercício 2007 e passou a adotar as providências necessárias à regularização junto ao FNDE.
Em vistoria realizada pelo FNDE por solicitação do MPF, o órgão verificou a não apresentação de documentos comprovando o destino dos recursos no período. O relatório do FNDE aponta a falta de prestação de contas de aproximadamente 505 mil reais (valor atualizado em 22/02/2010).
“Outro fato que chama a atenção é o silêncio dos dois primeiros demandados durante toda a apuração administrativa, não obstante tenham sido enviados inúmeros ofícios (pelo CAE, FNDE e MPF) solicitando explicações sobre a destinação das verbas federais. Tal silêncio, certamente, constitui forte indício de que os valores repassados pelo FNDE foram desviados da concretização dos programas desenvolvidos pela autarquia federal” - afirma a procuradora da República Juliana Moraes na ação proposta em 16 de maio de 2011.
Se condenados por improbidade administrativa, os acusados terão que ressarcir os danos causados ao patrimônio público, pagar multa, perderão o direito de exercer função pública, serão proibidos de contratar com o poder público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou crédito pelo prazo de cinco anos, e perderão os direitos políticos pelo prazo de cinco a oito anos bem como os bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio.
Número da Ação para consulta: 18833-12.2011.4.01.3300 – 13ª Vara Federal
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia
Tel.: (71) 3617-2299/ 3617-2295/ 3617-2200
E-mail: ascom@prba.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_ba
25/05/2011
•
Hebert Maia e João Alves dos Santos são acusados em ação de improbidade administrativa movida pelo MPF/BA por usarem recursos fornecidos pelo FNDE para adquirir itens nunca entregues, alimentos estragados e com prazos vencidos
O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) propôs à Justiça Federal uma ação de improbidade administrativa contra Hebert Maia e João Alves dos Santos, ex-prefeitos do Município de Jandaíra/BA, que se revezaram no cargo durante o exercício de 2005 a 2008. Ambos são acusados de má gestão de recursos da merenda escolar fornecida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e falta de prestação de contas da verba recebida.
Em 2007 o Ministério Público Federal recebeu uma denúncia do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) do Município de Jandaíra, acusando o descaso dos governantes com a alimentação escolar. O CAE forneceu um relatório de vistorias em escolas municipais, onde afirmava que diversos produtos que constavam nas notas fiscais fornecidas pela Prefeitura não foram efetivamente recebidos pelas escolas, e denunciou a escassez de alimentos, a utilização de produtos estragados e com prazo de vencimento expirado, as péssimas condições de armazenamento e o descumprimento dos requisitos nutricionais do programa.
“Havia um cheiro muito forte ardido na cantina, comprovamos que era charque da merenda escolar que estava na geladeira com um cheiro insuportável como seu aspecto e repleta de bichos”, afirmou o Conselho no relatório apresentado ao MPF. Em relação a visita em outra escola, complementou: “A diretora disse ter percebido que a carne (charque) estava com aspecto ruim mas preparou assim mesmo pois recebe ordens para dar e não para jogar fora”.
A denúncia foi investigada por meio de inquérito civil. O MPF constatou que os acusados utilizaram a verba federal de forma irregular e não prestaram contas dos recursos repassados pelo FNDE. A conduta resultou na suspensão, de 2008 a 2009, dos repasses destes recursos, prejudicando cerca de 3.221 alunos.
Diante da suspensão, o MPF expediu, em 2008, a Recomendação nº. 05/2008, requerendo a imediata prestação de contas da verba repassada em 2007 ou a adoção das medidas previstas nos normativos dos programas. A recomendação foi ignorada pelo então gestor do município. Apenas em 2009, a gestão municipal recém-empossada informou que não localizou os documentos referentes à prestação de contas do exercício 2007 e passou a adotar as providências necessárias à regularização junto ao FNDE.
Em vistoria realizada pelo FNDE por solicitação do MPF, o órgão verificou a não apresentação de documentos comprovando o destino dos recursos no período. O relatório do FNDE aponta a falta de prestação de contas de aproximadamente 505 mil reais (valor atualizado em 22/02/2010).
“Outro fato que chama a atenção é o silêncio dos dois primeiros demandados durante toda a apuração administrativa, não obstante tenham sido enviados inúmeros ofícios (pelo CAE, FNDE e MPF) solicitando explicações sobre a destinação das verbas federais. Tal silêncio, certamente, constitui forte indício de que os valores repassados pelo FNDE foram desviados da concretização dos programas desenvolvidos pela autarquia federal” - afirma a procuradora da República Juliana Moraes na ação proposta em 16 de maio de 2011.
Se condenados por improbidade administrativa, os acusados terão que ressarcir os danos causados ao patrimônio público, pagar multa, perderão o direito de exercer função pública, serão proibidos de contratar com o poder público ou receber benefícios, incentivos fiscais ou crédito pelo prazo de cinco anos, e perderão os direitos políticos pelo prazo de cinco a oito anos bem como os bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio.
Número da Ação para consulta: 18833-12.2011.4.01.3300 – 13ª Vara Federal
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia
Tel.: (71) 3617-2299/ 3617-2295/ 3617-2200
E-mail: ascom@prba.mpf.gov.br
www.twitter.com/mpf_ba
25/05/2011
•
NEPOTISMO É CRIME CONTRA O ERÁRIO PÚBLICO!
SÁBADO, 29 DE JANEIRO DE 2011
Nepotismo - É um crime contra o erário público.
Nepotismo se configura num velho hábito de favorecimento de parentes por parte daqueles que detém o poder na administração pública. Nomear parentes (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau) é um erro tão crasso quanto comum, é uma decisão que vai de encontro ao interesse público. Pode não ser justo, pode ser a pessoa certa para o lugar certo, mas, nomear parentes para cargos de confiança é uma decisão que, com certeza, vai trazer-lhe muitos incômodos e problemas políticos futuros.
Há não ser que Leis sejam aprovadas para burlar este clamor popular, como os cargos de secretários adjuntos que os tornam legais (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau) ocuparem este cargo, como é o caso de Paraty. Infelizmente existem políticos acreditando que “família unida na prefeitura jamais será vencida”.
No mundo real, no Brasil, em PARATY dos nossos dias, não é assim. O cargo de confiança é do gestor público (prefeito, governador, vereador, presidente), mas está sujeito a uma vedação social e cultural muito forte que "proíbe" a nomeação de parentes (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau).
Já houve épocas em que se dissociava o cargo, cuja titularidade pertencia ao eleito, das funções de gabinete e de secretarias, ou outras funções executivas. Admitia-se então que para estas funções o titular pudesse escolher qualquer pessoa de sua confiança, inclusive um familiar. Os cargos de auxiliares seus constituíam matéria de seu exclusivo interesse, que a lei lhe facultava, para bem exercer seu mandato. Hoje não mais. Este espaço de liberdade desapareceu.
Espera-se que o político eleito dedique-se, de forma irrestrita, ao interesse público, e os recursos públicos que lhe são disponibilizados, o são com o mesmíssimo objetivo público. Mesmo as nomeações para cargos de confiança são encaradas nesta perspectiva.
As situações abusivas e escandalosas, que se tornaram públicas, foram às principais responsáveis na criação deste sentimento de condenação à nomeação de parentes (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau) para cargos de confiança.
Os casos em que o governante nomeava um verdadeiro séqüito de parentes, ou parentes muito próximos (cônjuges, irmão, cunhada (o), filhos, mulher, primo (a) e parentes até terceiro grau), passaram a ser vistos como casos de corrupção e constitui uma mancha indelével na carreira daquele que usa esta prática política, que certamente será cobrada duramente nas próximas eleições, inclusive marido e mulher, onde um executa as obras e outro, paga pelas mesmas obras, isto se chama “nepotismo cruzado”.
Num país, estado, cidade, diga-se Paraty, onde a taxa de desemprego é elevada, e as dificuldades para se conseguir um emprego são tão grandes, em especial para os jovens que tem dificuldade de arrumar o primeiro emprego, a nomeação de parentes aparece, para os eleitores, como um privilégio odioso, como um "aproveitamento" do poder do cargo para interesses pessoais.
O cargo de confiança é público, e como tem a duração do mandato “quatro anos”, dele não se exige ingresso por concurso público. Entretanto, a nomeação de parentes - por mais justificada que seja - é percebida como um abuso injustificável, um privilégio odioso e um empreguismo disfarçado.
Vacine-se contra estas situações vergonhosas. Nas eleições vindouras não votem em políticos que porventura vão continuar nomeando parentes para funções que dependam da sua escolha. Afinal Cargo Público não é Presente!
Nepotismo - É um crime contra o erário público.
Nepotismo se configura num velho hábito de favorecimento de parentes por parte daqueles que detém o poder na administração pública. Nomear parentes (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau) é um erro tão crasso quanto comum, é uma decisão que vai de encontro ao interesse público. Pode não ser justo, pode ser a pessoa certa para o lugar certo, mas, nomear parentes para cargos de confiança é uma decisão que, com certeza, vai trazer-lhe muitos incômodos e problemas políticos futuros.
Há não ser que Leis sejam aprovadas para burlar este clamor popular, como os cargos de secretários adjuntos que os tornam legais (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau) ocuparem este cargo, como é o caso de Paraty. Infelizmente existem políticos acreditando que “família unida na prefeitura jamais será vencida”.
No mundo real, no Brasil, em PARATY dos nossos dias, não é assim. O cargo de confiança é do gestor público (prefeito, governador, vereador, presidente), mas está sujeito a uma vedação social e cultural muito forte que "proíbe" a nomeação de parentes (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau).
Já houve épocas em que se dissociava o cargo, cuja titularidade pertencia ao eleito, das funções de gabinete e de secretarias, ou outras funções executivas. Admitia-se então que para estas funções o titular pudesse escolher qualquer pessoa de sua confiança, inclusive um familiar. Os cargos de auxiliares seus constituíam matéria de seu exclusivo interesse, que a lei lhe facultava, para bem exercer seu mandato. Hoje não mais. Este espaço de liberdade desapareceu.
Espera-se que o político eleito dedique-se, de forma irrestrita, ao interesse público, e os recursos públicos que lhe são disponibilizados, o são com o mesmíssimo objetivo público. Mesmo as nomeações para cargos de confiança são encaradas nesta perspectiva.
As situações abusivas e escandalosas, que se tornaram públicas, foram às principais responsáveis na criação deste sentimento de condenação à nomeação de parentes (cônjuges, irmão, esposa, cunhado (a), primo (a) e parentes até terceiro grau) para cargos de confiança.
Os casos em que o governante nomeava um verdadeiro séqüito de parentes, ou parentes muito próximos (cônjuges, irmão, cunhada (o), filhos, mulher, primo (a) e parentes até terceiro grau), passaram a ser vistos como casos de corrupção e constitui uma mancha indelével na carreira daquele que usa esta prática política, que certamente será cobrada duramente nas próximas eleições, inclusive marido e mulher, onde um executa as obras e outro, paga pelas mesmas obras, isto se chama “nepotismo cruzado”.
Num país, estado, cidade, diga-se Paraty, onde a taxa de desemprego é elevada, e as dificuldades para se conseguir um emprego são tão grandes, em especial para os jovens que tem dificuldade de arrumar o primeiro emprego, a nomeação de parentes aparece, para os eleitores, como um privilégio odioso, como um "aproveitamento" do poder do cargo para interesses pessoais.
O cargo de confiança é público, e como tem a duração do mandato “quatro anos”, dele não se exige ingresso por concurso público. Entretanto, a nomeação de parentes - por mais justificada que seja - é percebida como um abuso injustificável, um privilégio odioso e um empreguismo disfarçado.
Vacine-se contra estas situações vergonhosas. Nas eleições vindouras não votem em políticos que porventura vão continuar nomeando parentes para funções que dependam da sua escolha. Afinal Cargo Público não é Presente!
O CRIME COMO UMA CATEGORIA POLITICA!
21/07/2011 às 5:53
O crime como uma categoria política
Os petistas dizem se preocupar tanto com a desigualdade social não por humanismo ou por senso de justiça, mas porque ela oferece um excelente pretexto para o estado autoritário e confere certo sentido moral às ilegalidades praticadas para a construção da hegemonia partidária. As misérias humanas — e a conseqüente necessidade de criar o novo homem — são o fundamento dos dois grandes totalitarismos do século passado: fascismo e comunismo. Ambos têm mais em comum do que gostam de admitir fascistas e comunistas.
Não existe regime de força que não tenha se instalado prometendo promover o bem comum. Aliás, as tiranias precisam esvaziar os indivíduos de todas as suas verdades e necessidades “egoístas” em nome da coletividade, que será representada por um partido ou por um condutor das massas — em certos casos, por ambos.
Todos nos fartamos do discurso de Luiz Inácio Apedeuta da Silva, que se apresentou como o “pai” do povo, saindo, como anunciava a propaganda eleitoral petista, para deixar em seu lugar a “mãe de todos os brasileiros”. Ditadores e candidatos a tiranos gostam da idéia de que são chefes de uma grande família, da qual esperam uma ativa e entusiasmada obediência. Afinal, “eles” sabem o que é melhor para “nós”, mergulhados que estamos em nosso egoísmo, comprometidos com uma visão parcial de mundo, sem entender, muitas vezes, as decisões que são tomadas para nos salvar… Quem de nós nunca discordou, afinal, a seu tempo, de uma decisão do pai ou da mãe? Impossível, no entanto, supor que agissem para nos prejudicar. Tampouco imaginávamos tomar para nós o lugar da autoridade. Pais e filhos não são — e nem devem ser — uma comunidade democrática, certo?
O PT se consolidou com a fantasia de que um partido — e, dentro desse partido, um homem, o pai — seria o porta-voz dos excluídos, que, afinal, estariam reivindicando a sua cidadania. De modo emblemático, Lula passou várias antevésperas de Natal em companhia dos catadores de papelão, tornados “cidadãos-recicladores”. Estava anunciando, diante de uma imprensa freqüentemente basbaque, que excluídos também são cidadãos, ainda que dentro de sua exclusão. Um líder e um partido, ungidos pela necessidade de “mudar o Brasil”, podem atropelar leis, moralidade, costumes, valores, tudo… Estão imbuídos de uma missão.
Apurem bem os ouvidos. Ouve-se já certo sussurro. Talvez se torne um alarido. Mas o que é isso? O que será que será que andam suspirando pelas alcovas e sussurrando em versos e trovas? O que será, que será que andam combinando no breu das tocas, que andam acendendo velas nos becos e já estão falando alto pelos botecos? O que será, que será que não tem conserto nem nunca terá? O que não tem tamanho… Cito este plágio que Chico Buarque fez de Cecília Meireles (Romanceiro da Inconfidência) para emprestar, assim, certa grandeza poético-dramática a mais uma conspiração dos petistas contra a moralidade, o dinheiro público, a decência e tudo o mais que vocês julgarem adequado a homens de bem.
Lula já fez saber ao mercado político que ele não concorda com a “execução sumária” dos patriotas do PR. E fez chegar a sua avaliação na forma de uma “preocupação”. Estaria temendo o isolamento de Dilma Rousseff. José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, afirmou ontem que vai avaliar se há motivos suficientes para a Polícia Federal abrir um inquérito para apurar as sem-vergonhices no Ministério dos Transportes. Já foram demitidas 16 pessoas da cúpula da pasta e do Dnit, mas ele está cheio de dúvidas. Tarso Genro (PT), atual governador do Rio Grande do Sul e chefe da Polícia Federal (era ministro da Justiça) quando se deu boa parte da bandalheira, saiu ontem em defesa de seu amigo Hideraldo Caron, um dos chefões do Dnit, mantido até agora no cargo. Ele é petista. Tarso deixou claro: se o homem fez algo de errado, não foi em benefício pessoal.
É a primeira vez que se ouve voz assim no PT? Claro que não! Nem é necessário remontar ao mensalão. Durante a crise que colheu Antonio Palocci, Gleisi Hoffmann, hoje sua sucessora, mas senadora à época (PT-PR), deixou claro que não conseguia defender o então ministro por uma razão simples: ele tinha agido apenas em defesa do próprio interesse. Ou seja: no caso do mensalão ou dos aloprados, crimes foram cometidos em benefício do… partido! Nesse caso, tudo bem…
Setores do PT estão pedindo, em suma, que tudo fique como está. Seu esforço em favor da impunidade, no entanto, teria, sim, uma raiz ética, entendem? Insistir na investigação pode prejudicar o partido, a convivência com os aliados, a agenda que o governo tem pela frente, incluindo, obviamente, os pacotes sociais destinados a combater a miséria. Tarso chegou a indagar por que essas notícias só apareceram agora… Conhecedor da arte de desestabilizar governos (como experimentou Yeda Crusius), ele conspira em favor da impunidade ao sugerir que há uma conspiração contra os patriotas do Ministério dos Transportes…
Foi-se o tempo “esse-dinheiro-não-é-meu”, de Paulo Maluf! Mesmo para ele, o errado era “errado” e, por isso, negava tudo. Não há nada a favor desse emblemático político a não ser uma coisinha: nunca tentou chamar crimes de virtudes — negando, claro!, que os tivesse cometido. Com o petismo, é diferente: o roubo e a lambança em nome da causa têm um propósito superior. Fazer sacanagem para enriquecer é reprovável; para construir o partido, bem, aí é não só aceitável como pode distinguir o militante com uma medalha de “Honra ao Mérito”.
À medida que a lei é afrontada com tal vigor e que o malfeito vira um instrumento corriqueiro da ação política, os brasileiros têm expropriada a sua cidadania. Se para eles, todo excluído é cidadão, que mal há em considerar todo cidadão um excluído?
Por Reinaldo Azevedo
O crime como uma categoria política
Os petistas dizem se preocupar tanto com a desigualdade social não por humanismo ou por senso de justiça, mas porque ela oferece um excelente pretexto para o estado autoritário e confere certo sentido moral às ilegalidades praticadas para a construção da hegemonia partidária. As misérias humanas — e a conseqüente necessidade de criar o novo homem — são o fundamento dos dois grandes totalitarismos do século passado: fascismo e comunismo. Ambos têm mais em comum do que gostam de admitir fascistas e comunistas.
Não existe regime de força que não tenha se instalado prometendo promover o bem comum. Aliás, as tiranias precisam esvaziar os indivíduos de todas as suas verdades e necessidades “egoístas” em nome da coletividade, que será representada por um partido ou por um condutor das massas — em certos casos, por ambos.
Todos nos fartamos do discurso de Luiz Inácio Apedeuta da Silva, que se apresentou como o “pai” do povo, saindo, como anunciava a propaganda eleitoral petista, para deixar em seu lugar a “mãe de todos os brasileiros”. Ditadores e candidatos a tiranos gostam da idéia de que são chefes de uma grande família, da qual esperam uma ativa e entusiasmada obediência. Afinal, “eles” sabem o que é melhor para “nós”, mergulhados que estamos em nosso egoísmo, comprometidos com uma visão parcial de mundo, sem entender, muitas vezes, as decisões que são tomadas para nos salvar… Quem de nós nunca discordou, afinal, a seu tempo, de uma decisão do pai ou da mãe? Impossível, no entanto, supor que agissem para nos prejudicar. Tampouco imaginávamos tomar para nós o lugar da autoridade. Pais e filhos não são — e nem devem ser — uma comunidade democrática, certo?
O PT se consolidou com a fantasia de que um partido — e, dentro desse partido, um homem, o pai — seria o porta-voz dos excluídos, que, afinal, estariam reivindicando a sua cidadania. De modo emblemático, Lula passou várias antevésperas de Natal em companhia dos catadores de papelão, tornados “cidadãos-recicladores”. Estava anunciando, diante de uma imprensa freqüentemente basbaque, que excluídos também são cidadãos, ainda que dentro de sua exclusão. Um líder e um partido, ungidos pela necessidade de “mudar o Brasil”, podem atropelar leis, moralidade, costumes, valores, tudo… Estão imbuídos de uma missão.
Apurem bem os ouvidos. Ouve-se já certo sussurro. Talvez se torne um alarido. Mas o que é isso? O que será que será que andam suspirando pelas alcovas e sussurrando em versos e trovas? O que será, que será que andam combinando no breu das tocas, que andam acendendo velas nos becos e já estão falando alto pelos botecos? O que será, que será que não tem conserto nem nunca terá? O que não tem tamanho… Cito este plágio que Chico Buarque fez de Cecília Meireles (Romanceiro da Inconfidência) para emprestar, assim, certa grandeza poético-dramática a mais uma conspiração dos petistas contra a moralidade, o dinheiro público, a decência e tudo o mais que vocês julgarem adequado a homens de bem.
Lula já fez saber ao mercado político que ele não concorda com a “execução sumária” dos patriotas do PR. E fez chegar a sua avaliação na forma de uma “preocupação”. Estaria temendo o isolamento de Dilma Rousseff. José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, afirmou ontem que vai avaliar se há motivos suficientes para a Polícia Federal abrir um inquérito para apurar as sem-vergonhices no Ministério dos Transportes. Já foram demitidas 16 pessoas da cúpula da pasta e do Dnit, mas ele está cheio de dúvidas. Tarso Genro (PT), atual governador do Rio Grande do Sul e chefe da Polícia Federal (era ministro da Justiça) quando se deu boa parte da bandalheira, saiu ontem em defesa de seu amigo Hideraldo Caron, um dos chefões do Dnit, mantido até agora no cargo. Ele é petista. Tarso deixou claro: se o homem fez algo de errado, não foi em benefício pessoal.
É a primeira vez que se ouve voz assim no PT? Claro que não! Nem é necessário remontar ao mensalão. Durante a crise que colheu Antonio Palocci, Gleisi Hoffmann, hoje sua sucessora, mas senadora à época (PT-PR), deixou claro que não conseguia defender o então ministro por uma razão simples: ele tinha agido apenas em defesa do próprio interesse. Ou seja: no caso do mensalão ou dos aloprados, crimes foram cometidos em benefício do… partido! Nesse caso, tudo bem…
Setores do PT estão pedindo, em suma, que tudo fique como está. Seu esforço em favor da impunidade, no entanto, teria, sim, uma raiz ética, entendem? Insistir na investigação pode prejudicar o partido, a convivência com os aliados, a agenda que o governo tem pela frente, incluindo, obviamente, os pacotes sociais destinados a combater a miséria. Tarso chegou a indagar por que essas notícias só apareceram agora… Conhecedor da arte de desestabilizar governos (como experimentou Yeda Crusius), ele conspira em favor da impunidade ao sugerir que há uma conspiração contra os patriotas do Ministério dos Transportes…
Foi-se o tempo “esse-dinheiro-não-é-meu”, de Paulo Maluf! Mesmo para ele, o errado era “errado” e, por isso, negava tudo. Não há nada a favor desse emblemático político a não ser uma coisinha: nunca tentou chamar crimes de virtudes — negando, claro!, que os tivesse cometido. Com o petismo, é diferente: o roubo e a lambança em nome da causa têm um propósito superior. Fazer sacanagem para enriquecer é reprovável; para construir o partido, bem, aí é não só aceitável como pode distinguir o militante com uma medalha de “Honra ao Mérito”.
À medida que a lei é afrontada com tal vigor e que o malfeito vira um instrumento corriqueiro da ação política, os brasileiros têm expropriada a sua cidadania. Se para eles, todo excluído é cidadão, que mal há em considerar todo cidadão um excluído?
Por Reinaldo Azevedo
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Procurador gaucho denuncia Lula como o verdadeiro chefe do Mensalao
Procurador gaúcho responsabiliza Lula por mensalão
Rudolfo Lago
Do Congresso em Foco
Comentários [129]
No último dia 17 de abril, o procurador da República Manoel Pastana encaminhou ao procurador geral da República representação em que responsabiliza o ex-presidente pela existência do mensalão
Ao fazer a investigação e elaborar a peça acusatória que baseia a ação penal sobre o mensalão, que tramita no Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria Geral da República livrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de responsabilidade sobre os fatos que marcaram o seu primeiro mandato. O procurador da República no Rio Grande do Sul Manoel Pastana, no entanto, agora quer modificar essa situação. No dia 17 de abril, ele encaminhou ao procurador geral da República, Roberto Gurgel, uma representação em que pede a responsabilização criminal de Lula pela existência do mensalão. O Congresso em Foco teve acesso exclusivo à representação.
Para Pastana, há provas da responsabilidade do ex-presidente na montagem do esquema de captação e distribuição de recursos para aliados que ficou conhecido como mensalão. A assessoria de Lula foi procurada, mas não prestou nenhum esclarecimento à reportagem do Congresso em Foco.
As provas, segundo Pastana, vêm de um conjunto de acontecimentos e atos do governo Lula iniciados em setembro de 2003, que se estenderam até setembro de 2004. Nesse período, o governo criou as condições para o BMG – banco por onde circulou o dinheiro do mensalão, pelas contas do publicitário Marcos Valério de Souza – administrar crédito consignado para aposentados da Previdência, faturando R$ 3 bilhões.
O procurador baseia-se no conteúdo de duas tomadas de contas do Tribunal de Contas da União (TC nº 012.633/2005-8 e TC nº 014.276/2005-2) e do Inquérito Civil Público nº 1.16.000.001672/2004-59, da Procuradoria da República no Distrito Federal. Esses documentos deram origem, no dia 15 de janeiro de 2011, a uma ação de improbidade administrativa ajuizada contra Lula e o ex-ministro da Previdência Amir Lando.
“O objetivo da presente representação é instar a promoção da responsabilidade criminal do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que as responsabilidades civil e administrativa são objeto da ação de improbidade há pouco ajuizada”, diz Pastana, na representação.
Para ele, os dados constantes dos documentos do Tribunal de Contas e do Inquérito Civil Público trazem “fatos gravíssimos” ligados ao mensalão. “Foi o ex-Presidente Lula quem praticou atos materiais que fomentaram esse gigantesco esquema criminoso, e sem a presença dele na ação penal, o STF não terá elementos para condenar os líderes, mormente os autores intelectuais do esquema criminoso, pois estes não praticaram atos materiais e não deixaram rastros. Do jeito que está, apenas os integrantes braçais da “sofisticada organização criminosa” (o mensalão no dizer da denúncia levada ao STF) serão condenados” continua.
Cartas da Previdência
De acordo com Pastana, as provas que responsabilizam Lula vêm do conjunto de atitudes do governo que culminaram com o envio, em setembro de 2004, de mais de dez milhões de cartas a aposentados do INSS. As cartas, com timbre da Presidência e assinadas pelo próprio Lula e por Amir Lando, informavam sobre a existência do sistema de crédito consignado administrado pelo BMG. Como consequência, o banco, com apenas dez agências no país, faturou mais de R$ 3 bilhões em contratos de empréstimos com os aposentados. Além do BMG, o único banco habilitado a também operar tais empréstimos era a Caixa Econômica Federal, que tem mais de duas mil agências espalhadas pelo país. Graças à carta de Lula, o BMG obteve lucro maior que a Caixa.
O benefício ao BMG no processo já estava anotado na denúncia inicial do mensalão. “Ficou comprovado que o Banco BMG foi flagrantemente beneficiado por ações do núcleo político-partidário, que lhe garantiram lucros bilionários na operacionalização de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados do INSS, partir de 2003, quando foi editada a Medida Provisória nº 130, de 17.09.03, dispondo sobre o desconto de prestações em folha de pagamento dos servidores públicos e também autorizando o INSS a regulamentar o desconto de empréstimos bancários a seus segurados”, diz a Ação 470, em trâmite no STF.
“O que a denúncia do mensalão não apontou e agora está categoricamente demonstrada, mediante provas robustas, é a participação decisiva do ex-Presidente Lula na trama arquitetada para favorecer o banco BMG com tais empréstimos”, diz Pastana agora, na representação.
Para que o BMG conseguisse operar o crédito consignado, diz o procurador gaúcho, “violaram-se regras elementares que norteiam a Administração Pública”. O primeiro ato relativo ao crédito consignado foi a Medida Provisória 130, de 17 de setembro de 2003. Ela permite a criação da modalidade de empréstimos descontados em folha de pagamento a segurados do INSS. Para Pastana, a concessão de empréstimos bancários não caberia nos critérios de urgência e relevância que devem nortear a edição de uma MP.
Parecer da Procuradoria Federal do INSS, logo depois da edição da MP 130 determinava que a concessão de empréstimos só poderia ser feita por instituições que fossem pagadoras dos benefícios. “ Tal exigência jogou por terra a pretensão do banco BMG, pois ele não é pagador de benefício”, descreve Pastana.
O presidente Lula baixa, então, o decreto nº 5.180/2004, que permitia a qualquer instituição financeira conceder o empréstimo, “independentemente de ser ou não responsável pelo pagamento do benefício”. Estava aberto o caminho para o BMC, que, logo depois, requereu a sua habilitação.
No dia 29 de setembro de 2004, é enviada aos aposentados a carta assinada por Lula e Amir Lando. Na carta, o presidente e o ministro informam que o Congresso Nacional havia aprovado a lei do empréstimo consignado e que Lula a sancionava. “Com isso, você e milhões de outros beneficiários (as) passam a ter o direito de obter empréstimos cujo valor da prestação pode ser de até 30% do seu benefício mensal. Você poderá pagar o empréstimo com juros entre 1,75% e 2,9% ao mês”, informava a correspondência.Ocorre, porém, destaca Pastana na representação, que o crédito consignado já vinha sendo concedido pela Caixa Econômica Federal desde a edição da medida provisória, um ano antes. Na prática, só havia uma diferença com relação à situação de 2003: o BMG passara a emprestar também.
A intenção inicial era enviar 17 milhões de cartas aos segurados. Efetivamente, foram postadas 10.657.233 cartas, até dezembro de 2004, quando o INSS suspendeu a operação. O custo de produção e de postagem ficou em R$ 9526.070,54. “Por considerar a conduta ilegal, pois teria a finalidade de fazer promoção pessoal do ex-Presidente da República e de favorecer o banco BMG, a Procuradoria da República no Distrito Federal aviou ação de improbidade administrativa contra o ex-Presidente Lula e o ex-Ministro da Previdência Amir Lando, objetivando a responsabilização administrativa e o ressarcimento ao erário do valor utilizado na produção e remessa das cartas”, aponta Pastana.
Banco do mensalão
O procurador gaúcho relaciona tais denúncias com o fato de ser o BMG um dos bancos por onde circulou o dinheiro do mensalão. Ele lembra que o último relatório da Polícia Federal sobre o caso mostra que o BMG não apenas fez os empréstimos ao PT, que são a base do mensalão, mas emprestou também a três empresas que também teriam envolvimento com o esquema.
Essa sequência de fatos fez com que fosse instaurado o inquérito civil público contra Lula e Amir Lando. Ele, porém, só apura a responsabilidade administrativa e civil do ex-presidente. Pastana quer também responsabilizá-lo criminalmente, daí sua representação. Para ele, o inquérito civil pública, pela primeira vez aponta oficialmente Lula “como envolvido em trama que está relacionada diretamente ao esquema do mensalão”.
“Com efeito, considerando que a ação de improbidade busca a responsabilidade civil-administrativa do ex-Presidente Lula, faz-se necessário perquirir a responsabilidade penal. Esta até com maior razão, pois, sem a presença do ex-presidente na ação penal do mensalão, fica impossível responsabilizar os líderes (autores intelectuais) do maior esquema criminoso de todos os tempos”, argumenta.
Embora Lula não seja mais Presidente da República, a atribuição é do Procurador-Geral da República (promotor natural do Presidente da República), porque os fatos estão diretamente ligados ao processo criminal do mensalão, que está em curso no Supremo Tribunal Federal, onde só o procurador-geral da República pode agir, explica Pastana.
* Colaborou Eduardo Militão
Rudolfo Lago
Do Congresso em Foco
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No último dia 17 de abril, o procurador da República Manoel Pastana encaminhou ao procurador geral da República representação em que responsabiliza o ex-presidente pela existência do mensalão
Ao fazer a investigação e elaborar a peça acusatória que baseia a ação penal sobre o mensalão, que tramita no Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria Geral da República livrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de responsabilidade sobre os fatos que marcaram o seu primeiro mandato. O procurador da República no Rio Grande do Sul Manoel Pastana, no entanto, agora quer modificar essa situação. No dia 17 de abril, ele encaminhou ao procurador geral da República, Roberto Gurgel, uma representação em que pede a responsabilização criminal de Lula pela existência do mensalão. O Congresso em Foco teve acesso exclusivo à representação.
Para Pastana, há provas da responsabilidade do ex-presidente na montagem do esquema de captação e distribuição de recursos para aliados que ficou conhecido como mensalão. A assessoria de Lula foi procurada, mas não prestou nenhum esclarecimento à reportagem do Congresso em Foco.
As provas, segundo Pastana, vêm de um conjunto de acontecimentos e atos do governo Lula iniciados em setembro de 2003, que se estenderam até setembro de 2004. Nesse período, o governo criou as condições para o BMG – banco por onde circulou o dinheiro do mensalão, pelas contas do publicitário Marcos Valério de Souza – administrar crédito consignado para aposentados da Previdência, faturando R$ 3 bilhões.
O procurador baseia-se no conteúdo de duas tomadas de contas do Tribunal de Contas da União (TC nº 012.633/2005-8 e TC nº 014.276/2005-2) e do Inquérito Civil Público nº 1.16.000.001672/2004-59, da Procuradoria da República no Distrito Federal. Esses documentos deram origem, no dia 15 de janeiro de 2011, a uma ação de improbidade administrativa ajuizada contra Lula e o ex-ministro da Previdência Amir Lando.
“O objetivo da presente representação é instar a promoção da responsabilidade criminal do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que as responsabilidades civil e administrativa são objeto da ação de improbidade há pouco ajuizada”, diz Pastana, na representação.
Para ele, os dados constantes dos documentos do Tribunal de Contas e do Inquérito Civil Público trazem “fatos gravíssimos” ligados ao mensalão. “Foi o ex-Presidente Lula quem praticou atos materiais que fomentaram esse gigantesco esquema criminoso, e sem a presença dele na ação penal, o STF não terá elementos para condenar os líderes, mormente os autores intelectuais do esquema criminoso, pois estes não praticaram atos materiais e não deixaram rastros. Do jeito que está, apenas os integrantes braçais da “sofisticada organização criminosa” (o mensalão no dizer da denúncia levada ao STF) serão condenados” continua.
Cartas da Previdência
De acordo com Pastana, as provas que responsabilizam Lula vêm do conjunto de atitudes do governo que culminaram com o envio, em setembro de 2004, de mais de dez milhões de cartas a aposentados do INSS. As cartas, com timbre da Presidência e assinadas pelo próprio Lula e por Amir Lando, informavam sobre a existência do sistema de crédito consignado administrado pelo BMG. Como consequência, o banco, com apenas dez agências no país, faturou mais de R$ 3 bilhões em contratos de empréstimos com os aposentados. Além do BMG, o único banco habilitado a também operar tais empréstimos era a Caixa Econômica Federal, que tem mais de duas mil agências espalhadas pelo país. Graças à carta de Lula, o BMG obteve lucro maior que a Caixa.
O benefício ao BMG no processo já estava anotado na denúncia inicial do mensalão. “Ficou comprovado que o Banco BMG foi flagrantemente beneficiado por ações do núcleo político-partidário, que lhe garantiram lucros bilionários na operacionalização de empréstimos consignados de servidores públicos, pensionistas e aposentados do INSS, partir de 2003, quando foi editada a Medida Provisória nº 130, de 17.09.03, dispondo sobre o desconto de prestações em folha de pagamento dos servidores públicos e também autorizando o INSS a regulamentar o desconto de empréstimos bancários a seus segurados”, diz a Ação 470, em trâmite no STF.
“O que a denúncia do mensalão não apontou e agora está categoricamente demonstrada, mediante provas robustas, é a participação decisiva do ex-Presidente Lula na trama arquitetada para favorecer o banco BMG com tais empréstimos”, diz Pastana agora, na representação.
Para que o BMG conseguisse operar o crédito consignado, diz o procurador gaúcho, “violaram-se regras elementares que norteiam a Administração Pública”. O primeiro ato relativo ao crédito consignado foi a Medida Provisória 130, de 17 de setembro de 2003. Ela permite a criação da modalidade de empréstimos descontados em folha de pagamento a segurados do INSS. Para Pastana, a concessão de empréstimos bancários não caberia nos critérios de urgência e relevância que devem nortear a edição de uma MP.
Parecer da Procuradoria Federal do INSS, logo depois da edição da MP 130 determinava que a concessão de empréstimos só poderia ser feita por instituições que fossem pagadoras dos benefícios. “ Tal exigência jogou por terra a pretensão do banco BMG, pois ele não é pagador de benefício”, descreve Pastana.
O presidente Lula baixa, então, o decreto nº 5.180/2004, que permitia a qualquer instituição financeira conceder o empréstimo, “independentemente de ser ou não responsável pelo pagamento do benefício”. Estava aberto o caminho para o BMC, que, logo depois, requereu a sua habilitação.
No dia 29 de setembro de 2004, é enviada aos aposentados a carta assinada por Lula e Amir Lando. Na carta, o presidente e o ministro informam que o Congresso Nacional havia aprovado a lei do empréstimo consignado e que Lula a sancionava. “Com isso, você e milhões de outros beneficiários (as) passam a ter o direito de obter empréstimos cujo valor da prestação pode ser de até 30% do seu benefício mensal. Você poderá pagar o empréstimo com juros entre 1,75% e 2,9% ao mês”, informava a correspondência.Ocorre, porém, destaca Pastana na representação, que o crédito consignado já vinha sendo concedido pela Caixa Econômica Federal desde a edição da medida provisória, um ano antes. Na prática, só havia uma diferença com relação à situação de 2003: o BMG passara a emprestar também.
A intenção inicial era enviar 17 milhões de cartas aos segurados. Efetivamente, foram postadas 10.657.233 cartas, até dezembro de 2004, quando o INSS suspendeu a operação. O custo de produção e de postagem ficou em R$ 9526.070,54. “Por considerar a conduta ilegal, pois teria a finalidade de fazer promoção pessoal do ex-Presidente da República e de favorecer o banco BMG, a Procuradoria da República no Distrito Federal aviou ação de improbidade administrativa contra o ex-Presidente Lula e o ex-Ministro da Previdência Amir Lando, objetivando a responsabilização administrativa e o ressarcimento ao erário do valor utilizado na produção e remessa das cartas”, aponta Pastana.
Banco do mensalão
O procurador gaúcho relaciona tais denúncias com o fato de ser o BMG um dos bancos por onde circulou o dinheiro do mensalão. Ele lembra que o último relatório da Polícia Federal sobre o caso mostra que o BMG não apenas fez os empréstimos ao PT, que são a base do mensalão, mas emprestou também a três empresas que também teriam envolvimento com o esquema.
Essa sequência de fatos fez com que fosse instaurado o inquérito civil público contra Lula e Amir Lando. Ele, porém, só apura a responsabilidade administrativa e civil do ex-presidente. Pastana quer também responsabilizá-lo criminalmente, daí sua representação. Para ele, o inquérito civil pública, pela primeira vez aponta oficialmente Lula “como envolvido em trama que está relacionada diretamente ao esquema do mensalão”.
“Com efeito, considerando que a ação de improbidade busca a responsabilidade civil-administrativa do ex-Presidente Lula, faz-se necessário perquirir a responsabilidade penal. Esta até com maior razão, pois, sem a presença do ex-presidente na ação penal do mensalão, fica impossível responsabilizar os líderes (autores intelectuais) do maior esquema criminoso de todos os tempos”, argumenta.
Embora Lula não seja mais Presidente da República, a atribuição é do Procurador-Geral da República (promotor natural do Presidente da República), porque os fatos estão diretamente ligados ao processo criminal do mensalão, que está em curso no Supremo Tribunal Federal, onde só o procurador-geral da República pode agir, explica Pastana.
* Colaborou Eduardo Militão
PARA NUNCA ESQUECER!!!!
O ASSASSINATO DE MARIO KOSEL FILHO
Família espera justiça, os assassino foram indenizados por VOCÊ.
Quarenta anos do assassinato de Mario Kosel Filho.
Atentado ao QG do II Exército - 26/06/1968 - Pela editoria do site
Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Tinha uma irmã, Suzana Kozel Varela, e um irmão, Sidney Kozel, com 14 anos de idade. Seu pai era gerente na Fiação Campo Belo, onde ele também trabalhava, antes de ingressar no Exército. À noite, freqüentava as aulas no Instituto de Educação Ênio Voss, no Brooklin. Cursava o antigo colegial. Era muito prestativo, gostava de ajudar a todos, principalmente os mais necessitados. Tomava parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual faziam parte mais de 30 jovens. O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foi idealizado por Mário Kozel, que era carinhosamente chamado de Kuka.
Texto completo
Aos 18 anos teve que deixar de freqüentar as aulas e de trabalhar para iniciar, nas fileiras do Exército, o serviço militar obrigatório. Foi designado para a 5ª Companhia de Fuzileiros do segundo Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria , Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna. No quartel, a partir de 15 de janeiro de 1968, passou a ser o soldado nº 1.803. Soldado exemplar. Durante sua vida militar cumpriu o seu dever com o Exército e com o Brasil.
Na madrugada fria e nublada do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, o silêncio e a tranqüilidade eram visíveis. Oficiais, sargentos e soldados dormiam e descansavam. Nos seus postos, as sentinelas estavam atentas, zelando pela vida de seus companheiros e protegendo as instalações do QG, pois o período era conturbado. As guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que, aos 18 anos, cumpriam com o dever, prestando o serviço militar obrigatório. Todos pertenciam ao efetivo do 4º RI e se apresentaram nos primeiros dias de janeiro. Entre eles, Mario Kosel Filho. Tinham portanto seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército.
. Durante a instrução, eram continuamente alertados a respeito da situação que o país atravessava. Sabiam que nessas ocasiões os quartéis são muito visados, como possíveis alvos para as ações terroristas. Além disso, todos foram alertados e souberam dos detalhes do assalto ao Hospital Militar, quatro dias antes, pois as vítimas eram seus colegas do 4º RI, unidade do Exercito onde servia Lamarca, que já pertencia à Vanguarda popular Revolucionária - VPR-, organização terrorista autora do assalto e uma das mais violentas.
Quando o soldado Mário Kosel Filho e seus colegas assumiram o serviço de guarda no Quartel General do II Exército, hoje Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, em São Paulo, foram instruídos quanto aos procedimentos em caso de um ataque às instalações do quartel. Todos estavam tensos e ansiosos. Mal sabiam que um grupo de dez terroristas, entre eles duas mulheres, rodavam em um pequeno caminhão, carregado com 50 quilos de dinamite, e mais três Fuscas, na direção do QG. Tinham a missão de causar vítimas e danos materiais ao Quartel General. Tinham por objetivo a propaganda da luta armada. Por medo e por covardia, não tiveram a coragem de atacá-lo de outro modo que não fosse por um ato de terror.
Fanatizados, seguiam os ensinamentos de seu líder, Carlos Marighella que, no seu Minimanual dizia:
“O terrorismo é uma arma a que jamais o revolucionário pode renunciar.”
“Ser assaltante ou terrorista é uma condição que enobrece qualquer homem honrado.”
. Às 4h30, a madrugada estava mais fria e com menos visibilidade. Nessa hora, uma sentinela atirou em uma caminhonete, que passava na Avenida Marechal Stênio Albuquerque Lima, nos fundos do QG, e tentava penetrar no quartel. Desgovernada, batera, ainda na rua, contra um poste. As sentinelas viram quando um homem saltou desse veículo em movimento e fugiu correndo. O soldado Edson Roberto Rufino disparou seis tiros contra o veículo.
Mario Kosel Filho , com seu desejo de ajudar o próximo, pensando que se tratava de um acidente de trânsito, saiu do seu posto com a intenção de socorrer algum provável ferido.
Ao se aproximar, uma violenta explosão provocou destruição e morte num raio de 300 metros.
Passados alguns minutos, quando a fumaça e a poeira se dissiparam, foi encontrado o corpo do soldado Kozel totalmente dilacerado.
O coronel Eldes de Souza Guedes, os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau ficaram muito feridos. Os danos no QG foram muito grandes.
Consumava-se mais um ato terrorista da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR.
No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.
O soldado Mário Kozel Filho morreu no cumprimento do dever . Em decreto de 15 de julho de 1968, foi admitido no grau de Cavaleiro da Ordem do Mérito Militar, no Quadro Ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Post-Morten, pelo Presidente da República na qualidade de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Militar. Em conseqüência desse decreto, foi promovido post-morten à graduação de 3º Sargento.
Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de Avenida Sargento Mário Kozel Filho.
Na Praça Sargento Mário Kozel Filho, gerações e gerações de soldados desfilarão e estarão sempre sendo lembradas do jovem e valente soldado que morreu defendendo aquele Quartel General de um ataque terrorista.
Participaram da ação os seguintes terroristas:
Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José de Carvalho Oliveira, José Araújo Nóbrega, Osvaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, todos da VPR e Eduardo Collen Leite integrante da Resistência Democrática - REDE, outro grupo guerrilheiro.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei, na Cãmara dos Deputados, que inscreve o sargento Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Este projeto continua esquecido em alguma gaveta daquela casa de representantes do povo.
. Observação do site: Inversão de valores:
O senhor Diógenes José Carvalho de Oliveira recebeu de atrasados R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda, no valor de R$ 1627,72 . Quem é Diógenes José Carvalho de Oliveira? Ninguém mais, ninguém menos que um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mario Kosel Filho e destroçaram sua família e esse foi apenas um dos inúmeros crimes que ele, conhecido como " Diogenes do PT", cometeu - ver no site www.averdadesufocada.com , o artigo " Inversão de Valores".
Por todos os seus inúmeros crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Justiça, Tarso Genro, resolveram premiá-lo com uma belíssima aposentadoria , livre de Imposto de Renda e com atrasados que lhe proporcionarão uma vida tranquila, ao contrário dos familiares de suas vítimas .
Assim como Diógenes do PT, milhares de outros militantes também foram beneficiados com polpudas indenizações.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
A grande maioria da mídia dedica reportagens aos mortos da esquerda que lutaram para implantar uma ditadura leninista-marxista no país. Vejamos se lembrarão dos 40 anos desse atentado bárbaro "em nome da liberdade", como eles mentirosamente apregoam. O mesmo acontece no Congresso Nacional e nas Câmaras Municipais, que homenageiam frequentemente personagens como Marighela, Lamarca, Luiz Carlos Prestes, Olga Benário, Elza Monerat, Apolônio de Carvalho e tantos outros. Será que farão uma homenagem , por mais singela que seja, a esse jovem no Congresso, ou na Câmara Municipal de São Paulo, ou no próprio Comando Militar do Sudeste? Será que a mídia vai lembrar de fazer uma reportagem relembrando aos brasileiros esse crime bárbaro?
Aos familiares dessas vítimas, esquecidas, pelas autoridades, o nosso desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não serão esquecidas. Eles perderam a vida no confronto com seus verdugos, que embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A essas vítimas o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
Fontes:
- USTRA, Carlos Alberto Brilhante. A verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça
- Projeto Orvil
- CASO, Antônio. A Esquerda Armada no Brasil - 1967/1971 - Moraes Editora.
www.wikipedia.org.br
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O site "AVerdadeSufocada.com" não pertence ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, embora o mesmo faça parte da equipe que produz seus textos. Caso queira nos enviar algum texto de sua autoria e que se encaixe no contexto do site, utilize o mecanismo "Fale conosco" que o mesmo será avaliado. Não publicaremos textos que contenham qualquer tipo de referência racista, pornográfica, discriminatória ou muito agressiva. Os autores dos textos de forma alguma serão remunerados pois o site não possui finalidade econômica e financeira.
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A VERDADE SUFOCADA - A História que a Esquerda NÃO quer que o Brasi conheça.
Disponível em: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1160&Itemid=34
Acesso em: 22 jun 2011.
Pesquisa feita por Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social Jornalismo - Maceió/AL.
Postado por CRITICANDO A MÍDIA às 10:59:00
Marcadores: Assassinos Petralhas de Ontem e de Sempre
Família espera justiça, os assassino foram indenizados por VOCÊ.
Quarenta anos do assassinato de Mario Kosel Filho.
Atentado ao QG do II Exército - 26/06/1968 - Pela editoria do site
Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Tinha uma irmã, Suzana Kozel Varela, e um irmão, Sidney Kozel, com 14 anos de idade. Seu pai era gerente na Fiação Campo Belo, onde ele também trabalhava, antes de ingressar no Exército. À noite, freqüentava as aulas no Instituto de Educação Ênio Voss, no Brooklin. Cursava o antigo colegial. Era muito prestativo, gostava de ajudar a todos, principalmente os mais necessitados. Tomava parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual faziam parte mais de 30 jovens. O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foi idealizado por Mário Kozel, que era carinhosamente chamado de Kuka.
Texto completo
Aos 18 anos teve que deixar de freqüentar as aulas e de trabalhar para iniciar, nas fileiras do Exército, o serviço militar obrigatório. Foi designado para a 5ª Companhia de Fuzileiros do segundo Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria , Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna. No quartel, a partir de 15 de janeiro de 1968, passou a ser o soldado nº 1.803. Soldado exemplar. Durante sua vida militar cumpriu o seu dever com o Exército e com o Brasil.
Na madrugada fria e nublada do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, o silêncio e a tranqüilidade eram visíveis. Oficiais, sargentos e soldados dormiam e descansavam. Nos seus postos, as sentinelas estavam atentas, zelando pela vida de seus companheiros e protegendo as instalações do QG, pois o período era conturbado. As guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que, aos 18 anos, cumpriam com o dever, prestando o serviço militar obrigatório. Todos pertenciam ao efetivo do 4º RI e se apresentaram nos primeiros dias de janeiro. Entre eles, Mario Kosel Filho. Tinham portanto seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército.
. Durante a instrução, eram continuamente alertados a respeito da situação que o país atravessava. Sabiam que nessas ocasiões os quartéis são muito visados, como possíveis alvos para as ações terroristas. Além disso, todos foram alertados e souberam dos detalhes do assalto ao Hospital Militar, quatro dias antes, pois as vítimas eram seus colegas do 4º RI, unidade do Exercito onde servia Lamarca, que já pertencia à Vanguarda popular Revolucionária - VPR-, organização terrorista autora do assalto e uma das mais violentas.
Quando o soldado Mário Kosel Filho e seus colegas assumiram o serviço de guarda no Quartel General do II Exército, hoje Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, em São Paulo, foram instruídos quanto aos procedimentos em caso de um ataque às instalações do quartel. Todos estavam tensos e ansiosos. Mal sabiam que um grupo de dez terroristas, entre eles duas mulheres, rodavam em um pequeno caminhão, carregado com 50 quilos de dinamite, e mais três Fuscas, na direção do QG. Tinham a missão de causar vítimas e danos materiais ao Quartel General. Tinham por objetivo a propaganda da luta armada. Por medo e por covardia, não tiveram a coragem de atacá-lo de outro modo que não fosse por um ato de terror.
Fanatizados, seguiam os ensinamentos de seu líder, Carlos Marighella que, no seu Minimanual dizia:
“O terrorismo é uma arma a que jamais o revolucionário pode renunciar.”
“Ser assaltante ou terrorista é uma condição que enobrece qualquer homem honrado.”
. Às 4h30, a madrugada estava mais fria e com menos visibilidade. Nessa hora, uma sentinela atirou em uma caminhonete, que passava na Avenida Marechal Stênio Albuquerque Lima, nos fundos do QG, e tentava penetrar no quartel. Desgovernada, batera, ainda na rua, contra um poste. As sentinelas viram quando um homem saltou desse veículo em movimento e fugiu correndo. O soldado Edson Roberto Rufino disparou seis tiros contra o veículo.
Mario Kosel Filho , com seu desejo de ajudar o próximo, pensando que se tratava de um acidente de trânsito, saiu do seu posto com a intenção de socorrer algum provável ferido.
Ao se aproximar, uma violenta explosão provocou destruição e morte num raio de 300 metros.
Passados alguns minutos, quando a fumaça e a poeira se dissiparam, foi encontrado o corpo do soldado Kozel totalmente dilacerado.
O coronel Eldes de Souza Guedes, os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau ficaram muito feridos. Os danos no QG foram muito grandes.
Consumava-se mais um ato terrorista da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR.
No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.
O soldado Mário Kozel Filho morreu no cumprimento do dever . Em decreto de 15 de julho de 1968, foi admitido no grau de Cavaleiro da Ordem do Mérito Militar, no Quadro Ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Post-Morten, pelo Presidente da República na qualidade de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Militar. Em conseqüência desse decreto, foi promovido post-morten à graduação de 3º Sargento.
Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de Avenida Sargento Mário Kozel Filho.
Na Praça Sargento Mário Kozel Filho, gerações e gerações de soldados desfilarão e estarão sempre sendo lembradas do jovem e valente soldado que morreu defendendo aquele Quartel General de um ataque terrorista.
Participaram da ação os seguintes terroristas:
Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José de Carvalho Oliveira, José Araújo Nóbrega, Osvaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, todos da VPR e Eduardo Collen Leite integrante da Resistência Democrática - REDE, outro grupo guerrilheiro.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei, na Cãmara dos Deputados, que inscreve o sargento Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Este projeto continua esquecido em alguma gaveta daquela casa de representantes do povo.
. Observação do site: Inversão de valores:
O senhor Diógenes José Carvalho de Oliveira recebeu de atrasados R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda, no valor de R$ 1627,72 . Quem é Diógenes José Carvalho de Oliveira? Ninguém mais, ninguém menos que um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mario Kosel Filho e destroçaram sua família e esse foi apenas um dos inúmeros crimes que ele, conhecido como " Diogenes do PT", cometeu - ver no site www.averdadesufocada.com , o artigo " Inversão de Valores".
Por todos os seus inúmeros crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Justiça, Tarso Genro, resolveram premiá-lo com uma belíssima aposentadoria , livre de Imposto de Renda e com atrasados que lhe proporcionarão uma vida tranquila, ao contrário dos familiares de suas vítimas .
Assim como Diógenes do PT, milhares de outros militantes também foram beneficiados com polpudas indenizações.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
A grande maioria da mídia dedica reportagens aos mortos da esquerda que lutaram para implantar uma ditadura leninista-marxista no país. Vejamos se lembrarão dos 40 anos desse atentado bárbaro "em nome da liberdade", como eles mentirosamente apregoam. O mesmo acontece no Congresso Nacional e nas Câmaras Municipais, que homenageiam frequentemente personagens como Marighela, Lamarca, Luiz Carlos Prestes, Olga Benário, Elza Monerat, Apolônio de Carvalho e tantos outros. Será que farão uma homenagem , por mais singela que seja, a esse jovem no Congresso, ou na Câmara Municipal de São Paulo, ou no próprio Comando Militar do Sudeste? Será que a mídia vai lembrar de fazer uma reportagem relembrando aos brasileiros esse crime bárbaro?
Aos familiares dessas vítimas, esquecidas, pelas autoridades, o nosso desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não serão esquecidas. Eles perderam a vida no confronto com seus verdugos, que embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A essas vítimas o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
Fontes:
- USTRA, Carlos Alberto Brilhante. A verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça
- Projeto Orvil
- CASO, Antônio. A Esquerda Armada no Brasil - 1967/1971 - Moraes Editora.
www.wikipedia.org.br
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O site "AVerdadeSufocada.com" não pertence ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, embora o mesmo faça parte da equipe que produz seus textos. Caso queira nos enviar algum texto de sua autoria e que se encaixe no contexto do site, utilize o mecanismo "Fale conosco" que o mesmo será avaliado. Não publicaremos textos que contenham qualquer tipo de referência racista, pornográfica, discriminatória ou muito agressiva. Os autores dos textos de forma alguma serão remunerados pois o site não possui finalidade econômica e financeira.
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A VERDADE SUFOCADA - A História que a Esquerda NÃO quer que o Brasi conheça.
Disponível em: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1160&Itemid=34
Acesso em: 22 jun 2011.
Pesquisa feita por Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social Jornalismo - Maceió/AL.
Postado por CRITICANDO A MÍDIA às 10:59:00
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terça-feira, 19 de julho de 2011
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