MINHA CIDADE, AMADA JANDAÍRA!
Em meio às Cidades do mundo...
A que mais amo na vida
É JANDAÍRA-BAHIA
Minha cidade querida!
Assim, com emoção e sentimento
quero a JANDAÍRA, dizer
que dedico meus segundos
Para sempre te enaltecer.
Te digo Cidade fraterna
amo teu mar, teu céu, e o coqueiral
Tuas dunas. teu sossego
a paz do teu areal.
Cidade amada, minha cidade!
És linda como um jardim
Mística, histórica, sem igual e
Formosa como um jasmim
Em teu Hino, um louvor às
tua matas, verde esperança
O teu ontem o teu hoje
O futuro como uma criança
Há ainda teu nobre povo
Teus jovens, idosos, enfim...
Saúdo teus BONS governantes
Cidade és tudo prá mim
A ti amada JANDAIRA
Te afirmo com emoção,
Confesso o quanto ti amo
No âmago do meu coração!...
QUERO UM BRASIL DECENTE
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OPERAÇÃO RESPEITO AO PROFESSOR
EM TUDO QUE SE FAZ TEM UM BOM PROFESSOR
AMOR INCOINDICIONAL!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
PARA NUNCA ESQUECER!!!!
LEITURA OBRIGATÓRIA PARA LEMBRAR SEMPRE
O ASSASSINATO DE MARIO KOSEL FILHO
Família espera justiça, os assassino foram indenizados por VOCÊ.
Quarenta anos do assassinato de Mario Kosel Filho.
Atentado ao QG do II Exército - 26/06/1968 - Pela editoria do site
Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Tinha uma irmã, Suzana Kozel Varela, e um irmão, Sidney Kozel, com 14 anos de idade. Seu pai era gerente na Fiação Campo Belo, onde ele também trabalhava, antes de ingressar no Exército. À noite, freqüentava as aulas no Instituto de Educação Ênio Voss, no Brooklin. Cursava o antigo colegial. Era muito prestativo, gostava de ajudar a todos, principalmente os mais necessitados. Tomava parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual faziam parte mais de 30 jovens. O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foi idealizado por Mário Kozel, que era carinhosamente chamado de Kuka.
Texto completo
Aos 18 anos teve que deixar de freqüentar as aulas e de trabalhar para iniciar, nas fileiras do Exército, o serviço militar obrigatório. Foi designado para a 5ª Companhia de Fuzileiros do segundo Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria , Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna. No quartel, a partir de 15 de janeiro de 1968, passou a ser o soldado nº 1.803. Soldado exemplar. Durante sua vida militar cumpriu o seu dever com o Exército e com o Brasil.
Na madrugada fria e nublada do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, o silêncio e a tranqüilidade eram visíveis. Oficiais, sargentos e soldados dormiam e descansavam. Nos seus postos, as sentinelas estavam atentas, zelando pela vida de seus companheiros e protegendo as instalações do QG, pois o período era conturbado. As guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que, aos 18 anos, cumpriam com o dever, prestando o serviço militar obrigatório. Todos pertenciam ao efetivo do 4º RI e se apresentaram nos primeiros dias de janeiro. Entre eles, Mario Kosel Filho. Tinham portanto seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército.
. Durante a instrução, eram continuamente alertados a respeito da situação que o país atravessava. Sabiam que nessas ocasiões os quartéis são muito visados, como possíveis alvos para as ações terroristas. Além disso, todos foram alertados e souberam dos detalhes do assalto ao Hospital Militar, quatro dias antes, pois as vítimas eram seus colegas do 4º RI, unidade do Exercito onde servia Lamarca, que já pertencia à Vanguarda popular Revolucionária - VPR-, organização terrorista autora do assalto e uma das mais violentas.
Quando o soldado Mário Kosel Filho e seus colegas assumiram o serviço de guarda no Quartel General do II Exército, hoje Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, em São Paulo, foram instruídos quanto aos procedimentos em caso de um ataque às instalações do quartel. Todos estavam tensos e ansiosos. Mal sabiam que um grupo de dez terroristas, entre eles duas mulheres, rodavam em um pequeno caminhão, carregado com 50 quilos de dinamite, e mais três Fuscas, na direção do QG. Tinham a missão de causar vítimas e danos materiais ao Quartel General. Tinham por objetivo a propaganda da luta armada. Por medo e por covardia, não tiveram a coragem de atacá-lo de outro modo que não fosse por um ato de terror.
Fanatizados, seguiam os ensinamentos de seu líder, Carlos Marighella que, no seu Minimanual dizia:
“O terrorismo é uma arma a que jamais o revolucionário pode renunciar.”
“Ser assaltante ou terrorista é uma condição que enobrece qualquer homem honrado.”
. Às 4h30, a madrugada estava mais fria e com menos visibilidade. Nessa hora, uma sentinela atirou em uma caminhonete, que passava na Avenida Marechal Stênio Albuquerque Lima, nos fundos do QG, e tentava penetrar no quartel. Desgovernada, batera, ainda na rua, contra um poste. As sentinelas viram quando um homem saltou desse veículo em movimento e fugiu correndo. O soldado Edson Roberto Rufino disparou seis tiros contra o veículo.
Mario Kosel Filho , com seu desejo de ajudar o próximo, pensando que se tratava de um acidente de trânsito, saiu do seu posto com a intenção de socorrer algum provável ferido.
Ao se aproximar, uma violenta explosão provocou destruição e morte num raio de 300 metros.
Passados alguns minutos, quando a fumaça e a poeira se dissiparam, foi encontrado o corpo do soldado Kozel totalmente dilacerado.
O coronel Eldes de Souza Guedes, os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau ficaram muito feridos. Os danos no QG foram muito grandes.
Consumava-se mais um ato terrorista da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR.
No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.
O soldado Mário Kozel Filho morreu no cumprimento do dever . Em decreto de 15 de julho de 1968, foi admitido no grau de Cavaleiro da Ordem do Mérito Militar, no Quadro Ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Post-Morten, pelo Presidente da República na qualidade de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Militar. Em conseqüência desse decreto, foi promovido post-morten à graduação de 3º Sargento.
Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de Avenida Sargento Mário Kozel Filho.
Na Praça Sargento Mário Kozel Filho, gerações e gerações de soldados desfilarão e estarão sempre sendo lembradas do jovem e valente soldado que morreu defendendo aquele Quartel General de um ataque terrorista.
Participaram da ação os seguintes terroristas:
Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José de Carvalho Oliveira, José Araújo Nóbrega, Osvaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, todos da VPR e Eduardo Collen Leite integrante da Resistência Democrática - REDE, outro grupo guerrilheiro.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei, na Cãmara dos Deputados, que inscreve o sargento Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Este projeto continua esquecido em alguma gaveta daquela casa de representantes do povo.
. Observação do site: Inversão de valores:
O senhor Diógenes José Carvalho de Oliveira recebeu de atrasados R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda, no valor de R$ 1627,72 . Quem é Diógenes José Carvalho de Oliveira? Ninguém mais, ninguém menos que um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mario Kosel Filho e destroçaram sua família e esse foi apenas um dos inúmeros crimes que ele, conhecido como " Diogenes do PT", cometeu - ver no site www.averdadesufocada.com , o artigo " Inversão de Valores".
Por todos os seus inúmeros crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Justiça, Tarso Genro, resolveram premiá-lo com uma belíssima aposentadoria , livre de Imposto de Renda e com atrasados que lhe proporcionarão uma vida tranquila, ao contrário dos familiares de suas vítimas .
Assim como Diógenes do PT, milhares de outros militantes também foram beneficiados com polpudas indenizações.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
A grande maioria da mídia dedica reportagens aos mortos da esquerda que lutaram para implantar uma ditadura leninista-marxista no país. Vejamos se lembrarão dos 40 anos desse atentado bárbaro "em nome da liberdade", como eles mentirosamente apregoam. O mesmo acontece no Congresso Nacional e nas Câmaras Municipais, que homenageiam frequentemente personagens como Marighela, Lamarca, Luiz Carlos Prestes, Olga Benário, Elza Monerat, Apolônio de Carvalho e tantos outros. Será que farão uma homenagem , por mais singela que seja, a esse jovem no Congresso, ou na Câmara Municipal de São Paulo, ou no próprio Comando Militar do Sudeste? Será que a mídia vai lembrar de fazer uma reportagem relembrando aos brasileiros esse crime bárbaro?
Aos familiares dessas vítimas, esquecidas, pelas autoridades, o nosso desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não serão esquecidas. Eles perderam a vida no confronto com seus verdugos, que embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A essas vítimas o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
Fontes:
- USTRA, Carlos Alberto Brilhante. A verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça
- Projeto Orvil
- CASO, Antônio. A Esquerda Armada no Brasil - 1967/1971 - Moraes Editora.
www.wikipedia.org.br
--------------------------------------------------------------------------------
O site "AVerdadeSufocada.com" não pertence ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, embora o mesmo faça parte da equipe que produz seus textos. Caso queira nos enviar algum texto de sua autoria e que se encaixe no contexto do site, utilize o mecanismo "Fale conosco" que o mesmo será avaliado. Não publicaremos textos que contenham qualquer tipo de referência racista, pornográfica, discriminatória ou muito agressiva. Os autores dos textos de forma alguma serão remunerados pois o site não possui finalidade econômica e financeira.
--------------------------------------------------------------------------------
A VERDADE SUFOCADA - A História que a Esquerda NÃO quer que o Brasi conheça.
Disponível em: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1160&Itemid=34
Acesso em: 22 jun 2011.
Pesquisa feita por Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social Jornalismo - Maceió/AL.
Postado por CRITICANDO A MÍDIA às 10:59:00
Marcadores: Assassinos Petralhas de Ontem e de Sempre
O ASSASSINATO DE MARIO KOSEL FILHO
Família espera justiça, os assassino foram indenizados por VOCÊ.
Quarenta anos do assassinato de Mario Kosel Filho.
Atentado ao QG do II Exército - 26/06/1968 - Pela editoria do site
Mário Kosel Filho nasceu em 6 de julho de 1949, em São Paulo. Era filho de Mário Kosel e Therezinha Vera Kosel. Tinha uma irmã, Suzana Kozel Varela, e um irmão, Sidney Kozel, com 14 anos de idade. Seu pai era gerente na Fiação Campo Belo, onde ele também trabalhava, antes de ingressar no Exército. À noite, freqüentava as aulas no Instituto de Educação Ênio Voss, no Brooklin. Cursava o antigo colegial. Era muito prestativo, gostava de ajudar a todos, principalmente os mais necessitados. Tomava parte do Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, fundado pelo padre Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, no bairro de Indianópolis, do qual faziam parte mais de 30 jovens. O símbolo do grupo, uma rosa e um violão foi idealizado por Mário Kozel, que era carinhosamente chamado de Kuka.
Texto completo
Aos 18 anos teve que deixar de freqüentar as aulas e de trabalhar para iniciar, nas fileiras do Exército, o serviço militar obrigatório. Foi designado para a 5ª Companhia de Fuzileiros do segundo Batalhão, no 4º Regimento de Infantaria , Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna. No quartel, a partir de 15 de janeiro de 1968, passou a ser o soldado nº 1.803. Soldado exemplar. Durante sua vida militar cumpriu o seu dever com o Exército e com o Brasil.
Na madrugada fria e nublada do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, o silêncio e a tranqüilidade eram visíveis. Oficiais, sargentos e soldados dormiam e descansavam. Nos seus postos, as sentinelas estavam atentas, zelando pela vida de seus companheiros e protegendo as instalações do QG, pois o período era conturbado. As guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que, aos 18 anos, cumpriam com o dever, prestando o serviço militar obrigatório. Todos pertenciam ao efetivo do 4º RI e se apresentaram nos primeiros dias de janeiro. Entre eles, Mario Kosel Filho. Tinham portanto seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército.
. Durante a instrução, eram continuamente alertados a respeito da situação que o país atravessava. Sabiam que nessas ocasiões os quartéis são muito visados, como possíveis alvos para as ações terroristas. Além disso, todos foram alertados e souberam dos detalhes do assalto ao Hospital Militar, quatro dias antes, pois as vítimas eram seus colegas do 4º RI, unidade do Exercito onde servia Lamarca, que já pertencia à Vanguarda popular Revolucionária - VPR-, organização terrorista autora do assalto e uma das mais violentas.
Quando o soldado Mário Kosel Filho e seus colegas assumiram o serviço de guarda no Quartel General do II Exército, hoje Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera, em São Paulo, foram instruídos quanto aos procedimentos em caso de um ataque às instalações do quartel. Todos estavam tensos e ansiosos. Mal sabiam que um grupo de dez terroristas, entre eles duas mulheres, rodavam em um pequeno caminhão, carregado com 50 quilos de dinamite, e mais três Fuscas, na direção do QG. Tinham a missão de causar vítimas e danos materiais ao Quartel General. Tinham por objetivo a propaganda da luta armada. Por medo e por covardia, não tiveram a coragem de atacá-lo de outro modo que não fosse por um ato de terror.
Fanatizados, seguiam os ensinamentos de seu líder, Carlos Marighella que, no seu Minimanual dizia:
“O terrorismo é uma arma a que jamais o revolucionário pode renunciar.”
“Ser assaltante ou terrorista é uma condição que enobrece qualquer homem honrado.”
. Às 4h30, a madrugada estava mais fria e com menos visibilidade. Nessa hora, uma sentinela atirou em uma caminhonete, que passava na Avenida Marechal Stênio Albuquerque Lima, nos fundos do QG, e tentava penetrar no quartel. Desgovernada, batera, ainda na rua, contra um poste. As sentinelas viram quando um homem saltou desse veículo em movimento e fugiu correndo. O soldado Edson Roberto Rufino disparou seis tiros contra o veículo.
Mario Kosel Filho , com seu desejo de ajudar o próximo, pensando que se tratava de um acidente de trânsito, saiu do seu posto com a intenção de socorrer algum provável ferido.
Ao se aproximar, uma violenta explosão provocou destruição e morte num raio de 300 metros.
Passados alguns minutos, quando a fumaça e a poeira se dissiparam, foi encontrado o corpo do soldado Kozel totalmente dilacerado.
O coronel Eldes de Souza Guedes, os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau ficaram muito feridos. Os danos no QG foram muito grandes.
Consumava-se mais um ato terrorista da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR.
No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.
O soldado Mário Kozel Filho morreu no cumprimento do dever . Em decreto de 15 de julho de 1968, foi admitido no grau de Cavaleiro da Ordem do Mérito Militar, no Quadro Ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Post-Morten, pelo Presidente da República na qualidade de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Militar. Em conseqüência desse decreto, foi promovido post-morten à graduação de 3º Sargento.
Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de Avenida Sargento Mário Kozel Filho.
Na Praça Sargento Mário Kozel Filho, gerações e gerações de soldados desfilarão e estarão sempre sendo lembradas do jovem e valente soldado que morreu defendendo aquele Quartel General de um ataque terrorista.
Participaram da ação os seguintes terroristas:
Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José de Carvalho Oliveira, José Araújo Nóbrega, Osvaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, todos da VPR e Eduardo Collen Leite integrante da Resistência Democrática - REDE, outro grupo guerrilheiro.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei, na Cãmara dos Deputados, que inscreve o sargento Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Este projeto continua esquecido em alguma gaveta daquela casa de representantes do povo.
. Observação do site: Inversão de valores:
O senhor Diógenes José Carvalho de Oliveira recebeu de atrasados R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda, no valor de R$ 1627,72 . Quem é Diógenes José Carvalho de Oliveira? Ninguém mais, ninguém menos que um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mario Kosel Filho e destroçaram sua família e esse foi apenas um dos inúmeros crimes que ele, conhecido como " Diogenes do PT", cometeu - ver no site www.averdadesufocada.com , o artigo " Inversão de Valores".
Por todos os seus inúmeros crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Justiça, Tarso Genro, resolveram premiá-lo com uma belíssima aposentadoria , livre de Imposto de Renda e com atrasados que lhe proporcionarão uma vida tranquila, ao contrário dos familiares de suas vítimas .
Assim como Diógenes do PT, milhares de outros militantes também foram beneficiados com polpudas indenizações.
Somente em 20 de agosto de 2003, por meio da lei federal nº 10.724, a família de Mário Kosel foi indenizada com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.
A grande maioria da mídia dedica reportagens aos mortos da esquerda que lutaram para implantar uma ditadura leninista-marxista no país. Vejamos se lembrarão dos 40 anos desse atentado bárbaro "em nome da liberdade", como eles mentirosamente apregoam. O mesmo acontece no Congresso Nacional e nas Câmaras Municipais, que homenageiam frequentemente personagens como Marighela, Lamarca, Luiz Carlos Prestes, Olga Benário, Elza Monerat, Apolônio de Carvalho e tantos outros. Será que farão uma homenagem , por mais singela que seja, a esse jovem no Congresso, ou na Câmara Municipal de São Paulo, ou no próprio Comando Militar do Sudeste? Será que a mídia vai lembrar de fazer uma reportagem relembrando aos brasileiros esse crime bárbaro?
Aos familiares dessas vítimas, esquecidas, pelas autoridades, o nosso desejo de que a sociedade brasileira lhes faça justiça e resgate aos seus familiares a certeza de que não serão esquecidas. Eles perderam a vida no confronto com seus verdugos, que embora derrotados, exibem, na prática, os galardões de uma vitória bastarda, urdida por um revanchismo odioso.
A essas vítimas o reconhecimento da democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão.
Fontes:
- USTRA, Carlos Alberto Brilhante. A verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça
- Projeto Orvil
- CASO, Antônio. A Esquerda Armada no Brasil - 1967/1971 - Moraes Editora.
www.wikipedia.org.br
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O site "AVerdadeSufocada.com" não pertence ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, embora o mesmo faça parte da equipe que produz seus textos. Caso queira nos enviar algum texto de sua autoria e que se encaixe no contexto do site, utilize o mecanismo "Fale conosco" que o mesmo será avaliado. Não publicaremos textos que contenham qualquer tipo de referência racista, pornográfica, discriminatória ou muito agressiva. Os autores dos textos de forma alguma serão remunerados pois o site não possui finalidade econômica e financeira.
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A VERDADE SUFOCADA - A História que a Esquerda NÃO quer que o Brasi conheça.
Disponível em: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1160&Itemid=34
Acesso em: 22 jun 2011.
Pesquisa feita por Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social Jornalismo - Maceió/AL.
Postado por CRITICANDO A MÍDIA às 10:59:00
Marcadores: Assassinos Petralhas de Ontem e de Sempre
CorrupÇÃO O CÂNCER do Brasil! Slideshow
CorrupÇÃO O CÂNCER do Brasil! Slideshow: "TripAdvisor™ TripWow ★ CorrupÇÃO O CÂNCER do Brasil! Slideshow ★ to Jandaíra (near Vila Velha) and Janda[ira-BA (near Saquarema). Stunning free travel slideshows on TripAdvisor"
domingo, 12 de junho de 2011
JAPÃO LIÇÃO DE VIDA AO MUNDO!
JAPÃO = LIÇÃO DE VIDA PARA O OCIDENTE
Recebi por e-mail. De um amigo muito querido, inteligência privilegiada, perspicaz, mente aguçada! Não sei se o texto é dele. De qualquer modo, as qualidades que citei acima fazem dele um bom avaliador de textos interessantes!
E como sou venenosa, gostaria de acrescentar que é Lição de Vida para o Ocidente e para os Ociosos ...Brasil no caso!
DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO
1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.
2 –A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.
4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
5 –A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.
6 – O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?
7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.
8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.
9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.
10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.
NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou
PARA ROUBAR O COMÉRCIO
“A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.”
“Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.”
" A PERSONALIDADE TEM O PODER DE ABRIR MUITAS PORTAS, MAS O CARÁTER DEVE MANTÊ-LAS ABERTAS".
Minha questão pessoal = Orgulho de ser Brasileira? Vergonha do povo brasileiro?
Mas eu faço parte desse todo!
E o que posso fazer?
No momento, só consigo desejar importar Japoneses e colocá-los todos nas Escolas!
Recebi por e-mail. De um amigo muito querido, inteligência privilegiada, perspicaz, mente aguçada! Não sei se o texto é dele. De qualquer modo, as qualidades que citei acima fazem dele um bom avaliador de textos interessantes!
E como sou venenosa, gostaria de acrescentar que é Lição de Vida para o Ocidente e para os Ociosos ...Brasil no caso!
DEZ COISAS A SEREM APRENDIDAS COM O JAPÃO
1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.
2 –A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.
4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
5 –A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.
6 – O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?
7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.
8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.
9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.
10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.
NENHUM ARRASTÃO, CONTRA O POVO ou
PARA ROUBAR O COMÉRCIO
“A passagem do tempo deve ser uma conquista e não uma perda.”
“Viver é a única coisa que não dá para deixar para depois.”
" A PERSONALIDADE TEM O PODER DE ABRIR MUITAS PORTAS, MAS O CARÁTER DEVE MANTÊ-LAS ABERTAS".
Minha questão pessoal = Orgulho de ser Brasileira? Vergonha do povo brasileiro?
Mas eu faço parte desse todo!
E o que posso fazer?
No momento, só consigo desejar importar Japoneses e colocá-los todos nas Escolas!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
ROUBA MAIS FAZ...
ELE ROUBA, MAS FAZ!
Eu nunca aceitei a corrupção, nem na política, nem no trabalho, nem na vida. Mas, como fui político e sempre ouvimos denúncias de corrupções feitas pela maioria dos políticos, vez por outra, eu sentia uma revolta e desabafava em poesias de cordel.
Uma grande parte da população brasileira aceita a corrupção dos políticos como se isso fosse uma coisa normal. Basta que um prefeito faça festas e muitas propagandas para que esses “inocentes úteis” passem a dizer: “ele rouba mais faz”.
Há vinte e seis anos sou funcionário público federal, e, mesmo tendo a minha consciência tranquila de que trabalho e sempre trabalhei, ainda escuto muitos cidadãos dizerem que funcionário público não faz nada. E se eu estivesse roubando dentro do meu trabalho, o que “esses” diriam? Tenho certeza, de que eles diriam que eu deveria ir para a prisão. E por que “esses mesmos” não dizem que os prefeitos corruptos devem ir para prisão?
Falo isso porque convivi com essa situação, quando fui vereador. Modéstia à parte, tenho autoridade pra falar. Tive oito anos de mandato e não deixei rastros de corrupção, nem me calei diante delas. No entanto, a cada denúncia que eu fazia de irregularidades cometidas pelos prefeitos, escutava algumas pessoas os defenderem com esse argumento medíocre: “ele rouba, mas faz”.
Certa vez, logo após usar a tribuna da Câmara, denunciando o enriquecimento ilícito e repentino de um prefeito, escutei um colega vereador, querendo justificar a roubalheira do mandatário do município, principalmente no tocante ao desvio do dinheiro do Fundo de Previdência dos Funcionários Públicos Municipais, dizendo esta “célebre” frase: “ele rouba, mas faz”.
É evidente, que o referido vereador sofreu “punições” ou, no mínimo, ouviu algumas reclamações do prefeito, pois, na sessão seguinte ele tentou desdizer o que havia pronunciado. Mas, já era tarde. Seu discurso ficou gravado e foi escutado por um grande número de pessoas que, graças a Deus, assistiam às reuniões quando eu exercia meus mandatos, devido aos meus pronunciamentos. A Câmara sempre ficava cheia quando eu usava a tribuna.
Geralmente, eu trazia informações para o plenário da Câmara, que causavam espanto para os próprios vereadores aliados dos prefeitos. E, muitas vezes, os peguei de calças curtas, pois o que eu denunciava eles não tinham a mínima ideia que estava acontecendo e não tinham argumentos para defender os prefeitos.
Aí, eles ficavam naquela mesmice, repetindo que o prefeito calçou tal rua, pintou tal prédio, fez tal festa, etc. Como se a corrupção não fosse nada de mais. É bom informar que, após meus discursos, diversos vereadores usavam a tribuna para defender os prefeitos. Mas eu não me incomodava, pois na reunião seguinte, “o pau comia” novamente, porque eu fazia questão de trazer denúncias ainda mais graves. Em todos os meus discursos, eu lembrava aos presentes, que esse dinheiro desviado dos cofres de Condado, era nosso. Era do povo e deveria ser usado em benefício do povo e não para os prefeitos, seus amigos e familiares esnobarem uma riqueza que nunca tiveram.
Também, vale ressaltar, que eu não apenas falava na tribuna da Câmara. Minhas denúncias chegavam ao povo através de panfletos, folhetos de cordel e carros de som. Além disso, eu fazia o mais importante, denunciava as corrupções dos prefeitos ao Tribunal de Contas de Pernambuco, à Receita Federal, ao Ministério Público e até à Polícia Federal.
Por conta de minhas denúncias, várias Prestações de Contas dos prefeitos tiveram recomendações de rejeição pelo Tribunal de Contas do Estado e alguns processos continuam rolando na Justiça, através dos encaminhamentos feitos pelo Ministério Público. E, segundo informação, da própria Polícia Federal, as investigações também continuam.
Mas, deixemos isso pra lá, e vamos a alguns poemas a respeito dos políticos do Brasil.
À INSENSIBILIDADE DOS POLÍTICOS
Os políticos do Brasil,
Pra mim, não estão com nada,
Pois a grande maioria
Faz parte de uma cambada
Que só faz na vida pública
O que faz numa privada.
De norte a sul do Brasil,
A fome está aumentando,
E os políticos não se tocam
Co’o que o povo tá passando,
Pois, mesmo ganhando muito,
Continuam nos roubando.
A insensibilidade
E a falta de sentimento
Aumentam todo momento
Na nossa sociedade.
Também falta humanidade
Nos administradores
Que vão cometendo horrores
Com nossa população,
Esculhambando a nação
E só nos causando dores.
Deputados que usam a influência
Pra pegar o dinheiro que é do povo,
No Brasil, não é mais um fato novo,
É preciso tomar-se providência.
Se o povo atuar com consciência,
Com certeza, daqui a poucos anos,
Vai livrar-se dos males dos fulanos
Que, ao invés de tornar um rio perene,
Carregaram as verbas da SUDENE
Pra seus poços, que são artesianos.
É devido a políticos desse porte
Que o país tá sofrendo humilhação,
Pois só querem agir com corrução
E o povo roubado que suporte.
Também sei que, do sul até o norte,
A história é bastante parecida.
Se contar, eu já sei, ninguém duvida,
Pois em todos os cargos e partidos
Encontramos demais esses bandidos,
Todos ricos, mamando e bem de vida.
Ismael Gaião
ACREDITO QUE ESSA PRÁTICA DO "ROUBA MAIS FAZ"SE ALASTROU! TODO PREFEITO SABE QUE SÓ PODE
ROUBAR SE FIZER! A PROPÓSIYO ESTOU OUVINDO PROPAGANDA CONVIDANDO O POVO PARA INAUGURAÇÃO DE
UMA RUA QUE FOI CALÇADA E A FEIRA QUE FOI EMPILHADA EM UM ESPAÇO MINIMO! E AÍ? ESTÁ NA PRÁTICA!
Eu nunca aceitei a corrupção, nem na política, nem no trabalho, nem na vida. Mas, como fui político e sempre ouvimos denúncias de corrupções feitas pela maioria dos políticos, vez por outra, eu sentia uma revolta e desabafava em poesias de cordel.
Uma grande parte da população brasileira aceita a corrupção dos políticos como se isso fosse uma coisa normal. Basta que um prefeito faça festas e muitas propagandas para que esses “inocentes úteis” passem a dizer: “ele rouba mais faz”.
Há vinte e seis anos sou funcionário público federal, e, mesmo tendo a minha consciência tranquila de que trabalho e sempre trabalhei, ainda escuto muitos cidadãos dizerem que funcionário público não faz nada. E se eu estivesse roubando dentro do meu trabalho, o que “esses” diriam? Tenho certeza, de que eles diriam que eu deveria ir para a prisão. E por que “esses mesmos” não dizem que os prefeitos corruptos devem ir para prisão?
Falo isso porque convivi com essa situação, quando fui vereador. Modéstia à parte, tenho autoridade pra falar. Tive oito anos de mandato e não deixei rastros de corrupção, nem me calei diante delas. No entanto, a cada denúncia que eu fazia de irregularidades cometidas pelos prefeitos, escutava algumas pessoas os defenderem com esse argumento medíocre: “ele rouba, mas faz”.
Certa vez, logo após usar a tribuna da Câmara, denunciando o enriquecimento ilícito e repentino de um prefeito, escutei um colega vereador, querendo justificar a roubalheira do mandatário do município, principalmente no tocante ao desvio do dinheiro do Fundo de Previdência dos Funcionários Públicos Municipais, dizendo esta “célebre” frase: “ele rouba, mas faz”.
É evidente, que o referido vereador sofreu “punições” ou, no mínimo, ouviu algumas reclamações do prefeito, pois, na sessão seguinte ele tentou desdizer o que havia pronunciado. Mas, já era tarde. Seu discurso ficou gravado e foi escutado por um grande número de pessoas que, graças a Deus, assistiam às reuniões quando eu exercia meus mandatos, devido aos meus pronunciamentos. A Câmara sempre ficava cheia quando eu usava a tribuna.
Geralmente, eu trazia informações para o plenário da Câmara, que causavam espanto para os próprios vereadores aliados dos prefeitos. E, muitas vezes, os peguei de calças curtas, pois o que eu denunciava eles não tinham a mínima ideia que estava acontecendo e não tinham argumentos para defender os prefeitos.
Aí, eles ficavam naquela mesmice, repetindo que o prefeito calçou tal rua, pintou tal prédio, fez tal festa, etc. Como se a corrupção não fosse nada de mais. É bom informar que, após meus discursos, diversos vereadores usavam a tribuna para defender os prefeitos. Mas eu não me incomodava, pois na reunião seguinte, “o pau comia” novamente, porque eu fazia questão de trazer denúncias ainda mais graves. Em todos os meus discursos, eu lembrava aos presentes, que esse dinheiro desviado dos cofres de Condado, era nosso. Era do povo e deveria ser usado em benefício do povo e não para os prefeitos, seus amigos e familiares esnobarem uma riqueza que nunca tiveram.
Também, vale ressaltar, que eu não apenas falava na tribuna da Câmara. Minhas denúncias chegavam ao povo através de panfletos, folhetos de cordel e carros de som. Além disso, eu fazia o mais importante, denunciava as corrupções dos prefeitos ao Tribunal de Contas de Pernambuco, à Receita Federal, ao Ministério Público e até à Polícia Federal.
Por conta de minhas denúncias, várias Prestações de Contas dos prefeitos tiveram recomendações de rejeição pelo Tribunal de Contas do Estado e alguns processos continuam rolando na Justiça, através dos encaminhamentos feitos pelo Ministério Público. E, segundo informação, da própria Polícia Federal, as investigações também continuam.
Mas, deixemos isso pra lá, e vamos a alguns poemas a respeito dos políticos do Brasil.
À INSENSIBILIDADE DOS POLÍTICOS
Os políticos do Brasil,
Pra mim, não estão com nada,
Pois a grande maioria
Faz parte de uma cambada
Que só faz na vida pública
O que faz numa privada.
De norte a sul do Brasil,
A fome está aumentando,
E os políticos não se tocam
Co’o que o povo tá passando,
Pois, mesmo ganhando muito,
Continuam nos roubando.
A insensibilidade
E a falta de sentimento
Aumentam todo momento
Na nossa sociedade.
Também falta humanidade
Nos administradores
Que vão cometendo horrores
Com nossa população,
Esculhambando a nação
E só nos causando dores.
Deputados que usam a influência
Pra pegar o dinheiro que é do povo,
No Brasil, não é mais um fato novo,
É preciso tomar-se providência.
Se o povo atuar com consciência,
Com certeza, daqui a poucos anos,
Vai livrar-se dos males dos fulanos
Que, ao invés de tornar um rio perene,
Carregaram as verbas da SUDENE
Pra seus poços, que são artesianos.
É devido a políticos desse porte
Que o país tá sofrendo humilhação,
Pois só querem agir com corrução
E o povo roubado que suporte.
Também sei que, do sul até o norte,
A história é bastante parecida.
Se contar, eu já sei, ninguém duvida,
Pois em todos os cargos e partidos
Encontramos demais esses bandidos,
Todos ricos, mamando e bem de vida.
Ismael Gaião
ACREDITO QUE ESSA PRÁTICA DO "ROUBA MAIS FAZ"SE ALASTROU! TODO PREFEITO SABE QUE SÓ PODE
ROUBAR SE FIZER! A PROPÓSIYO ESTOU OUVINDO PROPAGANDA CONVIDANDO O POVO PARA INAUGURAÇÃO DE
UMA RUA QUE FOI CALÇADA E A FEIRA QUE FOI EMPILHADA EM UM ESPAÇO MINIMO! E AÍ? ESTÁ NA PRÁTICA!
domingo, 5 de junho de 2011
BRASIL UM PAÍS SEM VERGONHA DA CORRUPÇÃO!!!!!!!!
Brasil, um país sem vergonha da corrupção
Cultura política brasileira dispensa de explicações autoridades como Palocci
Carolina Freitas
Tranquilidade: Presidência blindou o ministro Antonio Palocci (Sergio Dutti/Agência Estado)
"O Rei Tiago I, da Inglaterra, dizia que só respondia a Deus. Nossos políticos são piores: não respondem nem a Deus”, Roberto Romano
Flagrante desonestidade. Assim o juiz da corte criminal de Londres justificou na última sexta-feira a condenação do ex-parlamentar britânico Elliot Morley a um ano e quatro meses de prisão. Morley admitiu ter usado o auxílio-moradia para embolsar 30.000 libras de hipotecas já quitadas. Foi um dos 170 parlamentares acusados em 2009 de usar a verba de forma irregular. O escândalo provocou a renúncia do presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, que assumiu ter falhado na tarefa de zelar pela ética no Parlamento.
No mesmo ano, no Brasil, outra flagrante desonestidade vinha à tona sem mobilizar a Justiça, motivar renúncias ou provocar punições. Mais de 200 parlamentares fizeram turismo com cotas de passagens aéreas exclusivas para viagens de trabalho. Fretaram jatinhos e bancaram o transporte de parentes, amigos e cabos eleitorais. Uma farra. Pressionados, alguns devolveram o valor das passagens, sem se desculpar. Foi como se tudo não passasse de um engano.
A comparação escancara: os políticos brasileiros ignoram a importância da transparência. “O Brasil herdou de Portugal a ética distorcida do autoritarismo, instaurado com a chegada da família real no século XIX”, afirma o filósofo Roberto Romano, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Os políticos brasileiros acham um insulto exigir deles explicações.”
É o caso de Antonio Palocci, ministro-chefe da Casa Civil, que agora se recusa a dizer como multiplicou, em quatro anos, seu patrimônio por vinte. Ao contrário dos liberais franceses e ingleses, os monarcas portugueses nos ensinaram a exercer o poder como um privilégio. “No liberalismo tem de ser possível explicar cada ato do governo. É o princípio de accountability”, diz Romano. “Não há divisão entre o governante e o governado. O privilégio de cargo não é admitido.”
Enquanto isso a estrutura do estado brasileiro garante privilégios aos detentores do poder. O maior exemplo é o foro privilegiado para integrantes do Executivo e do Legislativo. “Não importa se é de direita ou de esquerda. Todos seguem a mesma ética autoritária ao chegar ao poder”, afirma Romano. “Ética é um conjunto de atitudes automáticas e inconscientes. A pessoa age sem consciência de que está fazendo errado. Não pode se dar ao luxo de pensar ou sentir culpa.” Para mudar uma classe política de ética torta só um choque de realidade. E olhe lá. “O Rei Tiago I, da Inglaterra, dizia que só respondia a Deus. Nossos políticos são piores: não respondem nem a Deus”, diz Romano.
Foro íntimo – A falta de compromisso com a transparência fica evidente quando se analisa casos em que a vida pessoal de homens públicos está em jogo. Em 2009 o governador da Carolina do Sul, no Estados Unidos, Mark Sanford, sumiu por uma semana. Reapareceu e convocou uma coletiva de imprensa. Ninguém suspeitava do motivo. Queria pedir perdão à família e à população por ter passado a temporada com uma amante argentina, com quem mantinha um caso há dez anos.
No Brasil, foi necessária muita pressão da oposição e da imprensa para que o então presidente do Senado, Renan Calheiros, assumisse ter uma filha fora do casamento, fruto do relacionamento com a jornalista Monica Veloso. E, nesse caso, havia um componente indubitavelmente público: evidências de que um lobista pagava, em nome do senador, pensão à Monica. Renan renunciou à presidência da Casa. Escapou, no entanto, da cassação e, em 2010, foi reeleito.
Segundo filósofo Roberto Romano, a opinião dos eleitores não causa preocupação aos corruptos. A prioridade é convencer os colegas políticos a continuar lhe dando base de sustentação. Foi o que a Presidência fez quando veio a público o enriquecimento de Palocci. Dilma Rousseff reuniu seus melhores estrategistas para blindar o ministro e muniu os petistas de argumentos de defesa. A presidente mostrou que, a exemplo de seu antecessor, levará a situação até o limite do suportável. Como se nada tivesse acontecido.
Cultura política brasileira dispensa de explicações autoridades como Palocci
Carolina Freitas
Tranquilidade: Presidência blindou o ministro Antonio Palocci (Sergio Dutti/Agência Estado)
"O Rei Tiago I, da Inglaterra, dizia que só respondia a Deus. Nossos políticos são piores: não respondem nem a Deus”, Roberto Romano
Flagrante desonestidade. Assim o juiz da corte criminal de Londres justificou na última sexta-feira a condenação do ex-parlamentar britânico Elliot Morley a um ano e quatro meses de prisão. Morley admitiu ter usado o auxílio-moradia para embolsar 30.000 libras de hipotecas já quitadas. Foi um dos 170 parlamentares acusados em 2009 de usar a verba de forma irregular. O escândalo provocou a renúncia do presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, que assumiu ter falhado na tarefa de zelar pela ética no Parlamento.
No mesmo ano, no Brasil, outra flagrante desonestidade vinha à tona sem mobilizar a Justiça, motivar renúncias ou provocar punições. Mais de 200 parlamentares fizeram turismo com cotas de passagens aéreas exclusivas para viagens de trabalho. Fretaram jatinhos e bancaram o transporte de parentes, amigos e cabos eleitorais. Uma farra. Pressionados, alguns devolveram o valor das passagens, sem se desculpar. Foi como se tudo não passasse de um engano.
A comparação escancara: os políticos brasileiros ignoram a importância da transparência. “O Brasil herdou de Portugal a ética distorcida do autoritarismo, instaurado com a chegada da família real no século XIX”, afirma o filósofo Roberto Romano, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Os políticos brasileiros acham um insulto exigir deles explicações.”
É o caso de Antonio Palocci, ministro-chefe da Casa Civil, que agora se recusa a dizer como multiplicou, em quatro anos, seu patrimônio por vinte. Ao contrário dos liberais franceses e ingleses, os monarcas portugueses nos ensinaram a exercer o poder como um privilégio. “No liberalismo tem de ser possível explicar cada ato do governo. É o princípio de accountability”, diz Romano. “Não há divisão entre o governante e o governado. O privilégio de cargo não é admitido.”
Enquanto isso a estrutura do estado brasileiro garante privilégios aos detentores do poder. O maior exemplo é o foro privilegiado para integrantes do Executivo e do Legislativo. “Não importa se é de direita ou de esquerda. Todos seguem a mesma ética autoritária ao chegar ao poder”, afirma Romano. “Ética é um conjunto de atitudes automáticas e inconscientes. A pessoa age sem consciência de que está fazendo errado. Não pode se dar ao luxo de pensar ou sentir culpa.” Para mudar uma classe política de ética torta só um choque de realidade. E olhe lá. “O Rei Tiago I, da Inglaterra, dizia que só respondia a Deus. Nossos políticos são piores: não respondem nem a Deus”, diz Romano.
Foro íntimo – A falta de compromisso com a transparência fica evidente quando se analisa casos em que a vida pessoal de homens públicos está em jogo. Em 2009 o governador da Carolina do Sul, no Estados Unidos, Mark Sanford, sumiu por uma semana. Reapareceu e convocou uma coletiva de imprensa. Ninguém suspeitava do motivo. Queria pedir perdão à família e à população por ter passado a temporada com uma amante argentina, com quem mantinha um caso há dez anos.
No Brasil, foi necessária muita pressão da oposição e da imprensa para que o então presidente do Senado, Renan Calheiros, assumisse ter uma filha fora do casamento, fruto do relacionamento com a jornalista Monica Veloso. E, nesse caso, havia um componente indubitavelmente público: evidências de que um lobista pagava, em nome do senador, pensão à Monica. Renan renunciou à presidência da Casa. Escapou, no entanto, da cassação e, em 2010, foi reeleito.
Segundo filósofo Roberto Romano, a opinião dos eleitores não causa preocupação aos corruptos. A prioridade é convencer os colegas políticos a continuar lhe dando base de sustentação. Foi o que a Presidência fez quando veio a público o enriquecimento de Palocci. Dilma Rousseff reuniu seus melhores estrategistas para blindar o ministro e muniu os petistas de argumentos de defesa. A presidente mostrou que, a exemplo de seu antecessor, levará a situação até o limite do suportável. Como se nada tivesse acontecido.
GATO ESCONDIDO COM RABO PARA FORA!
PARA DESVENDAR OS MISTÉRIOS DE PALOCCI (CONTANTO QUE AS AUTORIDADES QUEIRAM)
Autor desconhecido
Recebi este texto por email. O autor não está identificado, mas a sugestão é totalmente válida. O fato de até agora tudo permanecer oculto da opinião pública, como se fosse algo misterioso e insondável, mostra a extensão da operação abafa.
Os mistérios de Palocci
Tenho uma pequena firma que me sustentou 22 anos.
Ao longo deste tempo, aprendi alguma coisa referente a legislação fiscal e tributária, conhecimento este que repasso aos colegas, pois talvez sirva para ajudar a abrir a caixa preta do Dr. Palocci.(Ação civil pública ? - Ministério Público Federal)
1 - Nenhuma firma existe sem o respectivo CNPJ. (Equivalente ao CPF da pessoa física).
2 - Se é uma firma de consultoria, tem que ter registro na prefeitura, para recolhimento do ISS. Não há como fugir disto.
3 - Se o Dr. Palloci faturou horrores, ele tem que ter emitido NF, pois de outra forma é muito pior.Incorreu em crime federal, trabalhando sem NF.
4 - A soma das NF extraidas em 1 mês, resultam no faturamento mensal, que servirá de base para o cálculo do PIS e COFINs.
5 - A Prefeitura tem a cópia da totalidade das NF extraidas.
6 - O pagamento do IR atualmente é em avanço, com base nas NF extraidas no mês.
7 - Portanto, qualquer Auditor Fiscal da Receita Federal tem autoridade para se dirigir a firma do Dr. palloci e lavrar um auto, comunicando que a firma será auditada a partir do dia X, devendo estar a disposição os livros fiscais x,y,z, etc.
8 - Pronto ! em 72 horas tornar-se-a clara a situação da firma do Dr. Palloci. (Quel é mesmo o nome da firma ?) Vamos saber quais são os clientes, (NF) o serviço prestado, (NF) o valor cobrado.
9 - Se a firma do Dr Palloci não for uma firma individual, ele tem que ter pelo menos 2 sócios.
10 - Estes sócios declaram IR de pessoa física. Com o faturamento cavalar do Dr. Palloci, vale a pena consultar as declarações de renda das PF´s, socios do Dr. Palloci.
11 - As informações das PF´s e da PJ tem que ser coerentes, ou então, todos estão incorrendo em sonegação. (Crime fiscal).
12 - A compra da sala, é considerada como variação patrimonial positiva e tem que recolher imposto, ou entao estará configurada mais uma sonegação.
13 - Se um engenheiro caipira do interior sabe destas coisas, claro que os cérebros iluminados de Brasilia sabem muito mais. Só não apuram porque não querem.
14 - Desculpe, mas que saudade dos militares!
Autor desconhecido
Recebi este texto por email. O autor não está identificado, mas a sugestão é totalmente válida. O fato de até agora tudo permanecer oculto da opinião pública, como se fosse algo misterioso e insondável, mostra a extensão da operação abafa.
Os mistérios de Palocci
Tenho uma pequena firma que me sustentou 22 anos.
Ao longo deste tempo, aprendi alguma coisa referente a legislação fiscal e tributária, conhecimento este que repasso aos colegas, pois talvez sirva para ajudar a abrir a caixa preta do Dr. Palocci.(Ação civil pública ? - Ministério Público Federal)
1 - Nenhuma firma existe sem o respectivo CNPJ. (Equivalente ao CPF da pessoa física).
2 - Se é uma firma de consultoria, tem que ter registro na prefeitura, para recolhimento do ISS. Não há como fugir disto.
3 - Se o Dr. Palloci faturou horrores, ele tem que ter emitido NF, pois de outra forma é muito pior.Incorreu em crime federal, trabalhando sem NF.
4 - A soma das NF extraidas em 1 mês, resultam no faturamento mensal, que servirá de base para o cálculo do PIS e COFINs.
5 - A Prefeitura tem a cópia da totalidade das NF extraidas.
6 - O pagamento do IR atualmente é em avanço, com base nas NF extraidas no mês.
7 - Portanto, qualquer Auditor Fiscal da Receita Federal tem autoridade para se dirigir a firma do Dr. palloci e lavrar um auto, comunicando que a firma será auditada a partir do dia X, devendo estar a disposição os livros fiscais x,y,z, etc.
8 - Pronto ! em 72 horas tornar-se-a clara a situação da firma do Dr. Palloci. (Quel é mesmo o nome da firma ?) Vamos saber quais são os clientes, (NF) o serviço prestado, (NF) o valor cobrado.
9 - Se a firma do Dr Palloci não for uma firma individual, ele tem que ter pelo menos 2 sócios.
10 - Estes sócios declaram IR de pessoa física. Com o faturamento cavalar do Dr. Palloci, vale a pena consultar as declarações de renda das PF´s, socios do Dr. Palloci.
11 - As informações das PF´s e da PJ tem que ser coerentes, ou então, todos estão incorrendo em sonegação. (Crime fiscal).
12 - A compra da sala, é considerada como variação patrimonial positiva e tem que recolher imposto, ou entao estará configurada mais uma sonegação.
13 - Se um engenheiro caipira do interior sabe destas coisas, claro que os cérebros iluminados de Brasilia sabem muito mais. Só não apuram porque não querem.
14 - Desculpe, mas que saudade dos militares!
OS "DONOS" DA EDUCAÇÃO
Percival Puggina
twitter: @percivalpuggina
Li, recentemente, artigo criticando os que se aventuram a opinar sobre Educação sem o preparo acadêmico específico. Educação, a exemplo de outras ciências, segundo aquele texto, somente poderia ser abordada, com propriedade, por profissionais da área. Traduzindo: cada macaco no seu galho.
Como também eu, cá no meu canto do arvoredo, tenho dado pitacos, posso explicar perfeitamente o que leva tantos primatas a se imiscuírem nessa sofisticadíssima pauta: estamos todos apavorados com o que vemos acontecer na educação nacional. Não é que as coisas vão mal. Não, as coisas vão de mal a pior, numa decadência acelerada que acende sinais de alerta em todas as direções quando se pensa na sustentabilidade do nosso desenvolvimento através da maior riqueza de qualquer nação – o povo que a constitui. Se estivéssemos em guerra, gente de todas as áreas de conhecimento estaria escrevendo a respeito. E o fato inegável é que os generais da Educação conduziram o Brasil para a vitória de uma pedagogia que derrota a nação.
O que era perfeitamente previsível quando comecei a escrever sobre isso há quase trinta anos passou a ser constatado e medido. Os indicadores da educação nacional nos arrastam para constrangedoras companhias no ranking mundial. E só os profissionais da área, os mestres dos educadores em primeiríssimo plano, continuam acreditando nas teorias que deram causa ao desastre em curso. São professores que se veem como trabalhadores em educação, fazedores de cabeça, intelectuais orgânicos com a tarefa essencial de promover a “formação para a cidadania”. Seguem teses segundo as quais não existe saber maior nem menor, mas tão somente saberes diferentes, de tal forma que alunos e professores bebem-se uns aos outros na fonte equivalente dos respectivos conteúdos! Contrastando com esses e em meio a imensas dificuldades, alguns professores ainda preparam seus alunos – sem distinção de classe – para as competências que lhes abrirão oportunidades ao longo da vida. Sabem que Lula é um case. Jamais um modelo.
O manuseio da educação para fins políticos e ideológicos passou a ocupar o centro da reflexão acadêmica. Alunos dos cursos de formação para o magistério contam-me que é difícil encontrar, para seus estudos, literatura não marxista. Não sugiro, aqui, que ela não circule. Trato, diferentemente, de apontar o produto visível das ideias dominantes. Eis por que, leitor, não passa ano sem que seja inutilmente denunciada a manipulação ideológica dos livros didáticos. Eis por que o MEC aprovou um livro de história com elogios ao governo Lula e críticas ao governo FHC (imagine-se o resto da história). Eis por que as provas do ENEM contêm perguntas com a mesma orientação. Eis por que o tal kit-gay foi contratado pelo MEC junto a uma ONG de homossexuais para distribuição nas escolas e só foi barrado (se é que de fato foi) porque virou moeda troca no kit-blindagem do ministro Palocci. Vergonha? Vergonha é para quem tem.
Escrevo sobre inevitáveis relações de causa e efeito. Escrevia quando era previsível e agora escrevo sobre o constatado. A Educação no Brasil, com a malícia de alguns e a dócil ingenuidade de quase todos, deu uma banana para as expectativas sociais, para as necessidades nacionais, para o direito dos jovens e das famílias, para o futuro da pátria, e passou a fazer o que seus donos desejam. O livro do MEC que denuncia a Gramática como instrumento de dominação cultural tem tudo a ver com isso.
ZERO HORA, 05 de junho de 2011
twitter: @percivalpuggina
Li, recentemente, artigo criticando os que se aventuram a opinar sobre Educação sem o preparo acadêmico específico. Educação, a exemplo de outras ciências, segundo aquele texto, somente poderia ser abordada, com propriedade, por profissionais da área. Traduzindo: cada macaco no seu galho.
Como também eu, cá no meu canto do arvoredo, tenho dado pitacos, posso explicar perfeitamente o que leva tantos primatas a se imiscuírem nessa sofisticadíssima pauta: estamos todos apavorados com o que vemos acontecer na educação nacional. Não é que as coisas vão mal. Não, as coisas vão de mal a pior, numa decadência acelerada que acende sinais de alerta em todas as direções quando se pensa na sustentabilidade do nosso desenvolvimento através da maior riqueza de qualquer nação – o povo que a constitui. Se estivéssemos em guerra, gente de todas as áreas de conhecimento estaria escrevendo a respeito. E o fato inegável é que os generais da Educação conduziram o Brasil para a vitória de uma pedagogia que derrota a nação.
O que era perfeitamente previsível quando comecei a escrever sobre isso há quase trinta anos passou a ser constatado e medido. Os indicadores da educação nacional nos arrastam para constrangedoras companhias no ranking mundial. E só os profissionais da área, os mestres dos educadores em primeiríssimo plano, continuam acreditando nas teorias que deram causa ao desastre em curso. São professores que se veem como trabalhadores em educação, fazedores de cabeça, intelectuais orgânicos com a tarefa essencial de promover a “formação para a cidadania”. Seguem teses segundo as quais não existe saber maior nem menor, mas tão somente saberes diferentes, de tal forma que alunos e professores bebem-se uns aos outros na fonte equivalente dos respectivos conteúdos! Contrastando com esses e em meio a imensas dificuldades, alguns professores ainda preparam seus alunos – sem distinção de classe – para as competências que lhes abrirão oportunidades ao longo da vida. Sabem que Lula é um case. Jamais um modelo.
O manuseio da educação para fins políticos e ideológicos passou a ocupar o centro da reflexão acadêmica. Alunos dos cursos de formação para o magistério contam-me que é difícil encontrar, para seus estudos, literatura não marxista. Não sugiro, aqui, que ela não circule. Trato, diferentemente, de apontar o produto visível das ideias dominantes. Eis por que, leitor, não passa ano sem que seja inutilmente denunciada a manipulação ideológica dos livros didáticos. Eis por que o MEC aprovou um livro de história com elogios ao governo Lula e críticas ao governo FHC (imagine-se o resto da história). Eis por que as provas do ENEM contêm perguntas com a mesma orientação. Eis por que o tal kit-gay foi contratado pelo MEC junto a uma ONG de homossexuais para distribuição nas escolas e só foi barrado (se é que de fato foi) porque virou moeda troca no kit-blindagem do ministro Palocci. Vergonha? Vergonha é para quem tem.
Escrevo sobre inevitáveis relações de causa e efeito. Escrevia quando era previsível e agora escrevo sobre o constatado. A Educação no Brasil, com a malícia de alguns e a dócil ingenuidade de quase todos, deu uma banana para as expectativas sociais, para as necessidades nacionais, para o direito dos jovens e das famílias, para o futuro da pátria, e passou a fazer o que seus donos desejam. O livro do MEC que denuncia a Gramática como instrumento de dominação cultural tem tudo a ver com isso.
ZERO HORA, 05 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
ESCÂNDALO PALOCCI ASSINALA O COMEÇO DO FIM DA HEGEMONIA DO PT
Sábado, Junho 04, 2011
ESCÂNDALO PALOCCI ASSINALA O COMEÇO DO FIM DA HEGEMONIA DO PT
Nesta matéria que está no site do Estadão dá para ver que o escândalo Palocci vai muito além dos seus efeitos sobre o governo da Dilma. É a gota d'água sobre um tonel até a boca de patifarias que começaram com o mensalão e não pararam mais. Agora transbordou! Isto quer dizer em outras palavras que se assiste o começo do fim da hegemonia do PT. E notem que a oposição tenha contribuído um tico para salvar o Brasil das garras desse bando de comunistas chulés. A turma do PT é incompetente, idiota e deslumbrada com o poder. Cavou a sua própria sepultura. E com um detalhe: depois que cair fora do poder não voltará jamais a ocupá-lo. Escrevam aí! Leiam:
A situação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, piorou muito depois da entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional, na sexta-feira. E se agravou ainda mais depois da divulgação, pela revista Veja, de que o apartamento de 640 metros quadrados que Palocci aluga, em São Paulo, seria de uma empresa dirigida por laranjas, um de 23 anos, outro de 17.
A presidente Dilma Rousseff teve uma reação de desânimo depois de ver a entrevista, de acordo com informações de bastidores do Palácio do Planalto. E teria comentado que Palocci ficou devendo respostas a respeito da lista de clientes, que, segundo ele próprio, foram entre 20 e 25.
No Planalto já se fala que agora o governo deve entrar num clima de transição na área política. Petistas que foram à festa de filiação do deputado Gabriel Chalita ao PMDB, em São Paulo, chegaram a dizer que a situação de Palocci se tornou "insustentável".
Antes mesmo da entrevista do titular da Casa Civil para esclarecer suspeitas de enriquecimento ilícito, Dilma e auxiliares mais diretos avaliavam que o ministro não conseguiria reverter a sua situação pessoal nem a de engessamento do governo.
O ministro Gilberto Carvalho, que ocupa atualmente a apagada pasta da Secretaria-Geral, vem tentando ocupar um pedaço do "vácuo" nas interlocuções do Planalto com setores da base aliada na falta de Palocci, disseram auxiliares de Dilma.
Carvalho sempre é lembrado pelo contato direto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, maior fiador de Palocci no governo. Carvalho também mantém boa relação com dirigentes do PT contrários à permanência de Palocci, que reclamam da nomeação de aliados para cargos que disputam na aliança partidária governista. A participação ativa de Carvalho na busca de saídas para a crise não se limita a negociações com petistas. Dilma encarregou o ministro de manter conversas permanentes com o vice-presidente Michel Temer e líderes do PMDB.
Do portal do Estadão
ESCÂNDALO PALOCCI ASSINALA O COMEÇO DO FIM DA HEGEMONIA DO PT
Nesta matéria que está no site do Estadão dá para ver que o escândalo Palocci vai muito além dos seus efeitos sobre o governo da Dilma. É a gota d'água sobre um tonel até a boca de patifarias que começaram com o mensalão e não pararam mais. Agora transbordou! Isto quer dizer em outras palavras que se assiste o começo do fim da hegemonia do PT. E notem que a oposição tenha contribuído um tico para salvar o Brasil das garras desse bando de comunistas chulés. A turma do PT é incompetente, idiota e deslumbrada com o poder. Cavou a sua própria sepultura. E com um detalhe: depois que cair fora do poder não voltará jamais a ocupá-lo. Escrevam aí! Leiam:
A situação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, piorou muito depois da entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional, na sexta-feira. E se agravou ainda mais depois da divulgação, pela revista Veja, de que o apartamento de 640 metros quadrados que Palocci aluga, em São Paulo, seria de uma empresa dirigida por laranjas, um de 23 anos, outro de 17.
A presidente Dilma Rousseff teve uma reação de desânimo depois de ver a entrevista, de acordo com informações de bastidores do Palácio do Planalto. E teria comentado que Palocci ficou devendo respostas a respeito da lista de clientes, que, segundo ele próprio, foram entre 20 e 25.
No Planalto já se fala que agora o governo deve entrar num clima de transição na área política. Petistas que foram à festa de filiação do deputado Gabriel Chalita ao PMDB, em São Paulo, chegaram a dizer que a situação de Palocci se tornou "insustentável".
Antes mesmo da entrevista do titular da Casa Civil para esclarecer suspeitas de enriquecimento ilícito, Dilma e auxiliares mais diretos avaliavam que o ministro não conseguiria reverter a sua situação pessoal nem a de engessamento do governo.
O ministro Gilberto Carvalho, que ocupa atualmente a apagada pasta da Secretaria-Geral, vem tentando ocupar um pedaço do "vácuo" nas interlocuções do Planalto com setores da base aliada na falta de Palocci, disseram auxiliares de Dilma.
Carvalho sempre é lembrado pelo contato direto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, maior fiador de Palocci no governo. Carvalho também mantém boa relação com dirigentes do PT contrários à permanência de Palocci, que reclamam da nomeação de aliados para cargos que disputam na aliança partidária governista. A participação ativa de Carvalho na busca de saídas para a crise não se limita a negociações com petistas. Dilma encarregou o ministro de manter conversas permanentes com o vice-presidente Michel Temer e líderes do PMDB.
Do portal do Estadão
O TEMPO NÃO PÁRA! CHEGA DE PT
SÁBADO, 4 DE JUNHO DE 2011
O TEMPO NÃO PÁRA???????????????
Nos anos 80 Cazuza, grande compositor, compôs e gravou a música "O Tempo não Pára." Será mesmo???
Em Alagoas o tempo parou. As polícias e bombeiros estão em greve, os professores de escolas públicas estaduais estão em greve, cada qual com sua desculpa de melhorar o atendimento à população ou então melhorar a educação nas escolas públicas. Ambos afirmam que será um gordo aumento no salário que resolverá esta situação. Besta do Governador que cai em uma esparrela desta!!! Outras greves já aconteceram em todos os Estados do Brasil, o governador que deu este gordo aumento, quebrou seu caixa, não pagou em dia a folha e a Educação e os bons serviços que era uma promessa, ficaram na promessa e a desculpa foi: "o governador não pagou em dia."
A população não tem culpa nisto, não pode sofrer as conseqüências de greves feitas por funcionários públicos manipulados por sindicatos de "quinta categoria" sem índole (a não ser a índole bandida diria a ex senadora Heloísa Helena) (que ganham bem acima de R$ 545,00, que enfrentam ônibus lotados para deslocarem-se ao trabalho), e vivem reclamando que é pouco, que não vale o risco, que não vale a pena... mas greve fazem... e agora pior que o ato em si é o vandalismo proposto pelos sindicatos e seguido a rigor por estes bandidos protegidos pela estabilidade no emprego. Em Alagoas, o prédio da Secretaria da Fazenda foi depredado pelos grevistas, a Assembléia Legislativa foi invadida e depredada, o batalhão da PM foi atacado por próprios policiais que detonaram uma bomba de fabricação caseira nele, o Centro da cidade é paralisado cada vez que os funcionários públicos estaduais querem protestar xingando as Instituições, o Governo do Estado e o Governador que é a autoridade máxima do Estado. Exigem respeito, mas não respeitam. Tem voz e não sabem usar, não sabem negociar pelo o que querem, são vândalos que merecem cadeia por destruir patrimônio público mantido com dinheiro público e pior; não respeitam o seu chefe maior: o povo que paga seus salários e que quando necessitam de seus serviços são mau entendidos.
Não é greve a solução. Greve é retrocesso. É afronta à população sofrida que ganha salário mínimo e se falta a um dia de trabalho pode ser demitida de seu trabalho.
E o Senhor Governador? o que está fazendo que não demite estes incompetentes? Em Direito Administrativo diz a Lei que pode-se demitir um funcionário público por incompetência. Tome uma atitude e demita, use a Lei em seu favor. Vândalos que não sabem negociar, que prejudicam toda a população de um Estado, que prejudica o futuro quando não ministram aulas, vândalos que depois que ganham o aumento seja ele qual for esquecem as promessas de trabalhar melhor pela população é muito mais que um atestado de incompetência, são provas da má fé, da má intenção, é a prova cabal que são bandidos e não merecem o cargo que possuem. Demita Senhor Teotônio! Convoque novos concursos e chame os demais que aguardam para compor o quadro dos funcionários do Estado.
Estas pessoas não são dignas de confiança, são traidores do povo, traidores da Pátria, que andam em pior das companhias pois sindicatos desde o passado sempre foram equivalentes à Máfias que apenas são eficazes para defender seu interesse e seu bolso, nem mesmo com sua classe se importam, usam-na como objeto descartável.
Somos a população. Somos nós os patrões destes "cumpanheros" que aterrorizam cada vez que o Centro pára. NÓS MERECEMOS RESPEITO. DEMITA JÁ ESTA MASSA DE MANOBRA PETRALHA QUE ATRAPALHA O CRESCIMENTO DO PAÍS SR. TEOTÔNIO! O MESMO RECADO DEIXO A TODOS OS GOVERNADORES SÉRIOS DESTE PAÍS QUE ENFRENTAM NESTE MOMENTO ESTA SITUAÇÃO CAÓTICA DE GREVE. Greve é atestado de INCOMPETÊNCIA. JUSTA CAUSA PARA DEMISSÃO.
E Cazuza afirmou que "o tempo não pára..." Pára meu Querido. Quando pessoas lobos em pele de cordeiro optam pelo errado e prejudicam inocentes que pagam o salário deles e NÃO RECLAMA POIS NÃO CONHECE A LEI, PORTANTO DESCONHECE SEUS REAIS DIREITOS.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - Maceió/AL.
Postado por CRITICANDO A MÍDIA às 10:49:00
Marcadores: greve atestado de INCOMPETÊNCIA
O TEMPO NÃO PÁRA???????????????
Nos anos 80 Cazuza, grande compositor, compôs e gravou a música "O Tempo não Pára." Será mesmo???
Em Alagoas o tempo parou. As polícias e bombeiros estão em greve, os professores de escolas públicas estaduais estão em greve, cada qual com sua desculpa de melhorar o atendimento à população ou então melhorar a educação nas escolas públicas. Ambos afirmam que será um gordo aumento no salário que resolverá esta situação. Besta do Governador que cai em uma esparrela desta!!! Outras greves já aconteceram em todos os Estados do Brasil, o governador que deu este gordo aumento, quebrou seu caixa, não pagou em dia a folha e a Educação e os bons serviços que era uma promessa, ficaram na promessa e a desculpa foi: "o governador não pagou em dia."
A população não tem culpa nisto, não pode sofrer as conseqüências de greves feitas por funcionários públicos manipulados por sindicatos de "quinta categoria" sem índole (a não ser a índole bandida diria a ex senadora Heloísa Helena) (que ganham bem acima de R$ 545,00, que enfrentam ônibus lotados para deslocarem-se ao trabalho), e vivem reclamando que é pouco, que não vale o risco, que não vale a pena... mas greve fazem... e agora pior que o ato em si é o vandalismo proposto pelos sindicatos e seguido a rigor por estes bandidos protegidos pela estabilidade no emprego. Em Alagoas, o prédio da Secretaria da Fazenda foi depredado pelos grevistas, a Assembléia Legislativa foi invadida e depredada, o batalhão da PM foi atacado por próprios policiais que detonaram uma bomba de fabricação caseira nele, o Centro da cidade é paralisado cada vez que os funcionários públicos estaduais querem protestar xingando as Instituições, o Governo do Estado e o Governador que é a autoridade máxima do Estado. Exigem respeito, mas não respeitam. Tem voz e não sabem usar, não sabem negociar pelo o que querem, são vândalos que merecem cadeia por destruir patrimônio público mantido com dinheiro público e pior; não respeitam o seu chefe maior: o povo que paga seus salários e que quando necessitam de seus serviços são mau entendidos.
Não é greve a solução. Greve é retrocesso. É afronta à população sofrida que ganha salário mínimo e se falta a um dia de trabalho pode ser demitida de seu trabalho.
E o Senhor Governador? o que está fazendo que não demite estes incompetentes? Em Direito Administrativo diz a Lei que pode-se demitir um funcionário público por incompetência. Tome uma atitude e demita, use a Lei em seu favor. Vândalos que não sabem negociar, que prejudicam toda a população de um Estado, que prejudica o futuro quando não ministram aulas, vândalos que depois que ganham o aumento seja ele qual for esquecem as promessas de trabalhar melhor pela população é muito mais que um atestado de incompetência, são provas da má fé, da má intenção, é a prova cabal que são bandidos e não merecem o cargo que possuem. Demita Senhor Teotônio! Convoque novos concursos e chame os demais que aguardam para compor o quadro dos funcionários do Estado.
Estas pessoas não são dignas de confiança, são traidores do povo, traidores da Pátria, que andam em pior das companhias pois sindicatos desde o passado sempre foram equivalentes à Máfias que apenas são eficazes para defender seu interesse e seu bolso, nem mesmo com sua classe se importam, usam-na como objeto descartável.
Somos a população. Somos nós os patrões destes "cumpanheros" que aterrorizam cada vez que o Centro pára. NÓS MERECEMOS RESPEITO. DEMITA JÁ ESTA MASSA DE MANOBRA PETRALHA QUE ATRAPALHA O CRESCIMENTO DO PAÍS SR. TEOTÔNIO! O MESMO RECADO DEIXO A TODOS OS GOVERNADORES SÉRIOS DESTE PAÍS QUE ENFRENTAM NESTE MOMENTO ESTA SITUAÇÃO CAÓTICA DE GREVE. Greve é atestado de INCOMPETÊNCIA. JUSTA CAUSA PARA DEMISSÃO.
E Cazuza afirmou que "o tempo não pára..." Pára meu Querido. Quando pessoas lobos em pele de cordeiro optam pelo errado e prejudicam inocentes que pagam o salário deles e NÃO RECLAMA POIS NÃO CONHECE A LEI, PORTANTO DESCONHECE SEUS REAIS DIREITOS.
POR: Ivete Depelegrim Ribeiro - Estudante de Comunicação Social - Jornalismo - Maceió/AL.
Postado por CRITICANDO A MÍDIA às 10:49:00
Marcadores: greve atestado de INCOMPETÊNCIA
sábado, 28 de maio de 2011
ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA a verdade sobre lula
Sexta-feira, Novembro 27, 2009
ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA
Aqui, na íntegra, reproduzo o artigo de César Benjamin, intitulado "Os filhos do Brasil", publicado na Folha de São Paulo desta sexta-feira e que é objeto da matéria em post abaixo deste. Leiam:
A PRISÃO na Polícia do Exército da Vila Militar, em setembro de 1971, era especialmente ruim: eu ficava nu em uma cela tão pequena que só conseguia me recostar no chão de ladrilhos usando a diagonal. A cela era nua também, sem nada, a menos de um buraco no chão que os militares chamavam de "boi"; a única água disponível era a da descarga do "boi". Permanecia em pé durante as noites, em inúteis tentativas de espantar o frio. Comia com as mãos. Tinha 17 anos de idade.
Um dia a equipe de plantão abriu a porta de bom humor. Conduziram-me por dois corredores e colocaram-me em uma cela maior onde estavam três criminosos comuns, Caveirinha, Português e Nelson, incentivados ali mesmo a me usar como bem entendessem. Os três, porém, foram gentis e solidários comigo. Ofereceram-me logo um lençol, com o qual me cobri, passando a usá-lo nos dias seguintes como uma toga troncha de senador romano.
Oriundos de São Paulo, Caveirinha e Português disseram-me que "estavam pedidos" pelo delegado Sérgio Fleury, que provavelmente iria matá-los. Nelson, um mulato escuro, passava o tempo cantando Beatles, fingindo que sabia inglês e pedindo nossa opinião sobre suas caprichadas interpretações. Repetia uma ideia, pensando alto: "O Brasil não dá mais. Aqui só tem gente esperta. Quando sair dessa, vou para o Senegal. Vou ser rei do Senegal".
Voltei para a solitária alguns dias depois. Ainda não sabia que começava então um longo período que me levou ao limite.
Vegetei em silêncio, sem contato humano, vendo só quatro paredes -"sobrevivendo a mim mesmo como um fósforo frio", para lembrar Fernando Pessoa- durante três anos e meio, em diferentes quartéis, sem saber o que acontecia fora das celas. Até que, num fim de tarde, abriram a porta e colocaram-me em um camburão. Eu estava sendo transferido para fora da Vila Militar. A caçamba do carro era dividida ao meio por uma chapa de ferro, de modo que duas pessoas podiam ser conduzidas sem que conseguissem se ver. A vedação, porém, não era completa. Por uma fresta de alguns centímetros, no canto inferior à minha direita, apareceram dedos que, pelo tato, percebi serem femininos.
Fiquei muito perturbado (preso vive de coisas pequenas). Há anos eu não via, muito menos tocava, uma mulher. Fui desembarcado em um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, para presos comuns, e colocado na galeria F, "de alta periculosia", como se dizia por lá. Havia 30 a 40 homens, sem superlotação, e três eram travestis, a Monique, a Neguinha e a Eva. Revivi o pesadelo de sofrer uma curra, mas, mais uma vez, nada ocorreu. Era Carnaval, e a direção do presídio, excepcionalmente, permitira a entrada de uma televisão para que os detentos pudessem assistir ao desfile.
Estavam todos ocupados, torcendo por suas escolas. Pude então, nessa noite, ter uma longa conversa com as lideranças do novo lugar: Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari dos Macacos (ou Ari Navalhada, por causa de uma imensa cicatriz que trazia no rosto) e Chinês. Quando o dia amanheceu éramos quase amigos, o que não impediu que, durante algum tempo, eu fosse submetido à tradicional série de "provas de fogo", situações armadas para testar a firmeza de cada novato.
Quando fui rebatizado, estava aceito. Passei a ser o Devagar. Aos poucos, aprendi a "língua de congo", o dialeto que os presos usam entre si para não serem entendidos pelos estranhos ao grupo.
Com a entrada de um novo diretor, mais liberal, consegui reativar as salas de aula do presídio para turmas de primeiro e de segundo grau. Além de dezenas de presos, de todas as galerias, guardas penitenciários e até o chefe de segurança se inscreveram para tentar um diploma do supletivo. Era o que eu faria, também: clandestino desde os 14 anos, preso desde os 17, já estava com 22 e não tinha o segundo grau. Tornei-me o professor de todas as matérias, mas faria as provas junto com eles.
Passei assim a maior parte dos quase dois anos que fiquei em Bangu. Nos intervalos das aulas, traduzia livros para mim mesmo, para aprender línguas, e escrevia petições para advogados dos presos ou cartas de amor que eles enviavam para namoradas reais, supostas ou apenas desejadas, algumas das quais presas no Talavera Bruce, ali ao lado. Quanto mais melosas, melhor.
Como não havia sido levado a julgamento, por causa da menoridade na época da prisão, não cumpria nenhuma pena específica. Por isso era mantido nesse confinamento semiclandestino, segregado dos demais presos políticos. Ignorava quanto tempo ainda permaneceria nessa situação.
Lembro-me com emoção -toda essa trajetória me emociona, a ponto de eu nunca tê-la compartilhado- do dia em que circulou a notícia de que eu seria transferido. Recebi dezenas de catataus, de todas as galerias, trazidos pelos próprios guardas. Catatau, em língua de congo, é uma espécie de bilhete de apresentação em que o signatário afiança a seus conhecidos que o portador é "sujeito-homem" e deve ser ajudado nos outros presídios por onde passar.
Alguns presos propuseram-se a organizar uma rebelião, temendo que a transferência fosse parte de um plano contra a minha vida. A essa altura, já haviam compreendido há muito quem eu era e o que era uma ditadura.
Eu os tranquilizei: na Frei Caneca, para onde iria, estavam os meus antigos companheiros de militância, que reencontraria tantos anos depois. Descumprindo o regulamento, os guardas permitiram que eu entrasse em todas as galerias para me despedir afetuosamente de alunos e amigos. O Devagar ia embora.
São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.
Dias depois de ter retornado para a solitária, ainda na PE da Vila Militar, alguém empurrou por baixo da porta um exemplar do jornal "O Dia". A matéria da primeira página, com direito a manchete principal, anunciava que Caveirinha e Português haviam sido localizados no bairro do Rio Comprido por uma equipe do delegado Fleury e mortos depois de intensa perseguição e tiroteio. Consumara-se o assassinato que eles haviam antevisto.
Nelson, que amava os Beatles, não conseguiu ser o rei do Senegal: transferido para o presídio de Água Santa, liderou uma greve de fome contra os espancamentos de presos e perseverou nela até morrer de inanição, cerca de 60 dias depois. Seu pai, guarda penitenciário, servia naquela unidade.
Neguinho Dois também morreu na prisão. Sapo Lee foi transferido para a Ilha Grande; perdi sua pista quando o presídio de lá foi desativado. Chinês foi solto e conseguiu ser contratado por uma empreiteira que o enviaria para trabalhar em uma obra na Arábia, mas a empresa mudou os planos e o mandou para o Alasca. Na última vez que falei com ele, há mais de 20 anos, estava animado com a perspectiva do embarque: "Arábia ou Alasca, Devagar, é tudo as mesmas Alemanhas!" Ele quis ir embora para escapar do destino de seu melhor amigo, o Sabichão, que também havia sido solto, novamente preso e dessa vez assassinado. Não sei o que aconteceu com o Formigão e o Ari Navalhada.
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o "menino do MEP". Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.
O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.
Mesmo assim, não pretendo assistir a "O Filho do Brasil", que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.
CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista do Jornal Folha de São Paulo.
Então, moral da história: o Lula é pior que o Caveirinha, o Português,o Sapo Lee, o Ari Navalhada e os demais bandidos mencionados no artigo, já que estes "respeitaram" o menino CB...
Tá bom MENINO CB, passa no caixa e pega um pirulito pra você chupar.
ARTIGO DE CÉSAR BENJAMIN NA ÍNTEGRA
Aqui, na íntegra, reproduzo o artigo de César Benjamin, intitulado "Os filhos do Brasil", publicado na Folha de São Paulo desta sexta-feira e que é objeto da matéria em post abaixo deste. Leiam:
A PRISÃO na Polícia do Exército da Vila Militar, em setembro de 1971, era especialmente ruim: eu ficava nu em uma cela tão pequena que só conseguia me recostar no chão de ladrilhos usando a diagonal. A cela era nua também, sem nada, a menos de um buraco no chão que os militares chamavam de "boi"; a única água disponível era a da descarga do "boi". Permanecia em pé durante as noites, em inúteis tentativas de espantar o frio. Comia com as mãos. Tinha 17 anos de idade.
Um dia a equipe de plantão abriu a porta de bom humor. Conduziram-me por dois corredores e colocaram-me em uma cela maior onde estavam três criminosos comuns, Caveirinha, Português e Nelson, incentivados ali mesmo a me usar como bem entendessem. Os três, porém, foram gentis e solidários comigo. Ofereceram-me logo um lençol, com o qual me cobri, passando a usá-lo nos dias seguintes como uma toga troncha de senador romano.
Oriundos de São Paulo, Caveirinha e Português disseram-me que "estavam pedidos" pelo delegado Sérgio Fleury, que provavelmente iria matá-los. Nelson, um mulato escuro, passava o tempo cantando Beatles, fingindo que sabia inglês e pedindo nossa opinião sobre suas caprichadas interpretações. Repetia uma ideia, pensando alto: "O Brasil não dá mais. Aqui só tem gente esperta. Quando sair dessa, vou para o Senegal. Vou ser rei do Senegal".
Voltei para a solitária alguns dias depois. Ainda não sabia que começava então um longo período que me levou ao limite.
Vegetei em silêncio, sem contato humano, vendo só quatro paredes -"sobrevivendo a mim mesmo como um fósforo frio", para lembrar Fernando Pessoa- durante três anos e meio, em diferentes quartéis, sem saber o que acontecia fora das celas. Até que, num fim de tarde, abriram a porta e colocaram-me em um camburão. Eu estava sendo transferido para fora da Vila Militar. A caçamba do carro era dividida ao meio por uma chapa de ferro, de modo que duas pessoas podiam ser conduzidas sem que conseguissem se ver. A vedação, porém, não era completa. Por uma fresta de alguns centímetros, no canto inferior à minha direita, apareceram dedos que, pelo tato, percebi serem femininos.
Fiquei muito perturbado (preso vive de coisas pequenas). Há anos eu não via, muito menos tocava, uma mulher. Fui desembarcado em um dos presídios do complexo penitenciário de Bangu, para presos comuns, e colocado na galeria F, "de alta periculosia", como se dizia por lá. Havia 30 a 40 homens, sem superlotação, e três eram travestis, a Monique, a Neguinha e a Eva. Revivi o pesadelo de sofrer uma curra, mas, mais uma vez, nada ocorreu. Era Carnaval, e a direção do presídio, excepcionalmente, permitira a entrada de uma televisão para que os detentos pudessem assistir ao desfile.
Estavam todos ocupados, torcendo por suas escolas. Pude então, nessa noite, ter uma longa conversa com as lideranças do novo lugar: Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari dos Macacos (ou Ari Navalhada, por causa de uma imensa cicatriz que trazia no rosto) e Chinês. Quando o dia amanheceu éramos quase amigos, o que não impediu que, durante algum tempo, eu fosse submetido à tradicional série de "provas de fogo", situações armadas para testar a firmeza de cada novato.
Quando fui rebatizado, estava aceito. Passei a ser o Devagar. Aos poucos, aprendi a "língua de congo", o dialeto que os presos usam entre si para não serem entendidos pelos estranhos ao grupo.
Com a entrada de um novo diretor, mais liberal, consegui reativar as salas de aula do presídio para turmas de primeiro e de segundo grau. Além de dezenas de presos, de todas as galerias, guardas penitenciários e até o chefe de segurança se inscreveram para tentar um diploma do supletivo. Era o que eu faria, também: clandestino desde os 14 anos, preso desde os 17, já estava com 22 e não tinha o segundo grau. Tornei-me o professor de todas as matérias, mas faria as provas junto com eles.
Passei assim a maior parte dos quase dois anos que fiquei em Bangu. Nos intervalos das aulas, traduzia livros para mim mesmo, para aprender línguas, e escrevia petições para advogados dos presos ou cartas de amor que eles enviavam para namoradas reais, supostas ou apenas desejadas, algumas das quais presas no Talavera Bruce, ali ao lado. Quanto mais melosas, melhor.
Como não havia sido levado a julgamento, por causa da menoridade na época da prisão, não cumpria nenhuma pena específica. Por isso era mantido nesse confinamento semiclandestino, segregado dos demais presos políticos. Ignorava quanto tempo ainda permaneceria nessa situação.
Lembro-me com emoção -toda essa trajetória me emociona, a ponto de eu nunca tê-la compartilhado- do dia em que circulou a notícia de que eu seria transferido. Recebi dezenas de catataus, de todas as galerias, trazidos pelos próprios guardas. Catatau, em língua de congo, é uma espécie de bilhete de apresentação em que o signatário afiança a seus conhecidos que o portador é "sujeito-homem" e deve ser ajudado nos outros presídios por onde passar.
Alguns presos propuseram-se a organizar uma rebelião, temendo que a transferência fosse parte de um plano contra a minha vida. A essa altura, já haviam compreendido há muito quem eu era e o que era uma ditadura.
Eu os tranquilizei: na Frei Caneca, para onde iria, estavam os meus antigos companheiros de militância, que reencontraria tantos anos depois. Descumprindo o regulamento, os guardas permitiram que eu entrasse em todas as galerias para me despedir afetuosamente de alunos e amigos. O Devagar ia embora.
São Paulo, 1994. Eu estava na casa que servia para a produção dos programas de televisão da campanha de Lula. Com o Plano Real, Fernando Henrique passara à frente, dificultando e confundindo a nossa campanha.
Nesse contexto, deixei trabalho e família no Rio e me instalei na produtora de TV, dormindo em um sofá, para tentar ajudar. Lá pelas tantas, recebi um presente de grego: um grupo de apoiadores trouxe dos Estados Unidos um renomado marqueteiro, cujo nome esqueci. Lula gravava os programas, mais ou menos, duas vezes por semana, de modo que convivi com o americano durante alguns dias sem que ele houvesse ainda visto o candidato.
Dizia-me da importância do primeiro encontro, em que tentaria formatar a psicologia de Lula, saber o que lhe passava na alma, quem era ele, conhecer suas opiniões sobre o Brasil e o momento da campanha, para então propor uma estratégia. Para mim, nada disso fazia sentido, mas eu não queria tratá-lo mal. O primeiro encontro foi no refeitório, durante um almoço.
Na mesa, estávamos eu, o americano ao meu lado, Lula e o publicitário Paulo de Tarso em frente e, nas cabeceiras, Espinoza (segurança de Lula) e outro publicitário brasileiro que trabalhava conosco, cujo nome também esqueci. Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".
Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.
Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram.
O marqueteiro americano me cutucava, impaciente, para que eu traduzisse o que Lula falava, dada a importância do primeiro encontro. Eu não sabia o que fazer. Não podia lhe dizer o que estava ouvindo. Depois do almoço, desconversei: Lula só havia dito generalidades sem importância. O americano achou que eu estava boicotando o seu trabalho. Ficou bravo e, felizmente, desapareceu.
Dias depois de ter retornado para a solitária, ainda na PE da Vila Militar, alguém empurrou por baixo da porta um exemplar do jornal "O Dia". A matéria da primeira página, com direito a manchete principal, anunciava que Caveirinha e Português haviam sido localizados no bairro do Rio Comprido por uma equipe do delegado Fleury e mortos depois de intensa perseguição e tiroteio. Consumara-se o assassinato que eles haviam antevisto.
Nelson, que amava os Beatles, não conseguiu ser o rei do Senegal: transferido para o presídio de Água Santa, liderou uma greve de fome contra os espancamentos de presos e perseverou nela até morrer de inanição, cerca de 60 dias depois. Seu pai, guarda penitenciário, servia naquela unidade.
Neguinho Dois também morreu na prisão. Sapo Lee foi transferido para a Ilha Grande; perdi sua pista quando o presídio de lá foi desativado. Chinês foi solto e conseguiu ser contratado por uma empreiteira que o enviaria para trabalhar em uma obra na Arábia, mas a empresa mudou os planos e o mandou para o Alasca. Na última vez que falei com ele, há mais de 20 anos, estava animado com a perspectiva do embarque: "Arábia ou Alasca, Devagar, é tudo as mesmas Alemanhas!" Ele quis ir embora para escapar do destino de seu melhor amigo, o Sabichão, que também havia sido solto, novamente preso e dessa vez assassinado. Não sei o que aconteceu com o Formigão e o Ari Navalhada.
A todos, autênticos filhos do Brasil, tão castigados, presto homenagem, estejam onde estiverem, mortos ou vivos, pela maneira como trataram um jovem branco de classe média, na casa dos 20 anos, que lhes esteve ao alcance das mãos. Eu nunca soube quem é o "menino do MEP". Suponho que esteja vivo, pois a organização era formada por gente com o meu perfil. Nossa sobrevida, em geral, é bem maior do que a dos pobres e pretos.
O homem que me disse que o atacou é hoje presidente da República. É conciliador e, dizem, faz um bom governo. Ganhou projeção internacional. Afastei-me dele depois daquela conversa na produtora de televisão, mas desejo-lhe sorte, pelo bem do nosso país. Espero que tenha melhorado com o passar dos anos.
Mesmo assim, não pretendo assistir a "O Filho do Brasil", que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.
CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista do Jornal Folha de São Paulo.
Então, moral da história: o Lula é pior que o Caveirinha, o Português,o Sapo Lee, o Ari Navalhada e os demais bandidos mencionados no artigo, já que estes "respeitaram" o menino CB...
Tá bom MENINO CB, passa no caixa e pega um pirulito pra você chupar.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Ives Gandra Martins e sua posição
A Constituição "conforme" o STF
Tendências / Debates – Por Ives Gandra da Silva Martins FSP
Penso que o ativismo judicial fere o equilíbrio dos Poderes e torna o Judiciário o mais relevante, substituindo aquele que reflete a vontade da nação
Escrevo este artigo com profundo desconforto, levando-se em consideração a admiração que tenho pelos ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, alguns com sólida obra doutrinária e renome internacional. Sinto-me, todavia, na obrigação, como velho advogado, de manifestar meu desencanto com a sua crescente atuação como legisladores e constituintes, e não como julgadores.
À luz da denominada "interpretação conforme", estão conformando a Constituição Federal à sua imagem e semelhança, e não àquela que o povo desenhou por meio de seus representantes.
Participei, a convite dos constituintes, de audiências públicas e mantive permanentes contatos com muitos deles, inclusive com o relator, senador Bernardo Cabral, e com o presidente, deputado Ulysses Guimarães.
Lembro-me que a ideia inicial, alterada na undécima hora, era a de adoção do regime parlamentar. Por tal razão, apesar de o decreto-lei ser execrado pela Constituinte, a medida provisória, copiada do regime parlamentar italiano, foi adotada.
Por outro lado, a fim de não permitir que o Judiciário se transformasse em legislador positivo, foi determinado que, na ação de inconstitucionalidade por omissão (art. 103, parágrafo 2º), uma vez declarada a omissão do Congresso, o STF comunicasse ao Parlamento o descumprimento de sua função constitucional, sem, entretanto, fixar prazo para produzir a norma e sem sanção se não a produzisse.
Negou-se, assim, ao Poder Judiciário, a competência para legislar. Nesse aspecto, para fortalecer mais o Legislativo, deu-lhe o constituinte o poder de sustar qualquer decisão do Judiciário ou do Executivo que ferisse sua competência.
No que diz respeito à família, capaz de gerar prole, discutiu-se se seria ou não necessário incluir o seu conceito no texto supremo -entidade constituída pela união de um homem e de uma mulher e seus descendentes (art. 226, parágrafos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º)-, e os próprios constituintes, nos debates, inclusive o relator, entenderam que era relevante fazê-lo, para evitar qualquer outra interpretação, como a de que o conceito pudesse abranger a união homossexual.
Aos pares de mesmo sexo não se excluiu nenhum direito, mas, decididamente, sua união não era -para os constituintes- uma família.
Aliás, idêntica questão foi colocada à Corte Constitucional da França, em 27/1/2011, que houve por bem declarar que cabe ao Legislativo, se desejar mudar a legislação, fazê-lo, mas nunca ao Judiciário legislar sobre uniões homossexuais, pois a relação entre um homem e uma mulher, capaz de gerar filhos, é diferente daquela entre dois homens ou duas mulheres, incapaz de gerar descendentes, que compõem a entidade familiar.
Este ativismo judicial, que fez com que a Suprema Corte substituísse o Poder Legislativo, eleito por 130 milhões de brasileiros - e não por um homem só-, é que entendo estar ferindo o equilíbrio dos Poderes e tornando o Judiciário o mais relevante dos três, com força para legislar, substituindo o único Poder que reflete a vontade da totalidade da nação, pois nele situação e oposição estão representadas.
Sei que a crítica que ora faço poderá, inclusive, indispor-me com os magistrados que a compõem. Mas, há momentos em que, para um velho professor de 76 anos, estar de bem com as suas convicções, defender a democracia e o Estado de Direito, em todos os seus aspectos, é mais importante do que ser politicamente correto.
Sinto-me como o personagem de Eça, em "A Ilustre Casa de Ramires", quando perdeu as graças do monarca: "Prefiro estar bem com Deus e a minha consciência, embora mal com o rei e com o reino".
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 76, advogado, professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e da Escola Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio.
Tendências / Debates – Por Ives Gandra da Silva Martins FSP
Penso que o ativismo judicial fere o equilíbrio dos Poderes e torna o Judiciário o mais relevante, substituindo aquele que reflete a vontade da nação
Escrevo este artigo com profundo desconforto, levando-se em consideração a admiração que tenho pelos ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, alguns com sólida obra doutrinária e renome internacional. Sinto-me, todavia, na obrigação, como velho advogado, de manifestar meu desencanto com a sua crescente atuação como legisladores e constituintes, e não como julgadores.
À luz da denominada "interpretação conforme", estão conformando a Constituição Federal à sua imagem e semelhança, e não àquela que o povo desenhou por meio de seus representantes.
Participei, a convite dos constituintes, de audiências públicas e mantive permanentes contatos com muitos deles, inclusive com o relator, senador Bernardo Cabral, e com o presidente, deputado Ulysses Guimarães.
Lembro-me que a ideia inicial, alterada na undécima hora, era a de adoção do regime parlamentar. Por tal razão, apesar de o decreto-lei ser execrado pela Constituinte, a medida provisória, copiada do regime parlamentar italiano, foi adotada.
Por outro lado, a fim de não permitir que o Judiciário se transformasse em legislador positivo, foi determinado que, na ação de inconstitucionalidade por omissão (art. 103, parágrafo 2º), uma vez declarada a omissão do Congresso, o STF comunicasse ao Parlamento o descumprimento de sua função constitucional, sem, entretanto, fixar prazo para produzir a norma e sem sanção se não a produzisse.
Negou-se, assim, ao Poder Judiciário, a competência para legislar. Nesse aspecto, para fortalecer mais o Legislativo, deu-lhe o constituinte o poder de sustar qualquer decisão do Judiciário ou do Executivo que ferisse sua competência.
No que diz respeito à família, capaz de gerar prole, discutiu-se se seria ou não necessário incluir o seu conceito no texto supremo -entidade constituída pela união de um homem e de uma mulher e seus descendentes (art. 226, parágrafos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º)-, e os próprios constituintes, nos debates, inclusive o relator, entenderam que era relevante fazê-lo, para evitar qualquer outra interpretação, como a de que o conceito pudesse abranger a união homossexual.
Aos pares de mesmo sexo não se excluiu nenhum direito, mas, decididamente, sua união não era -para os constituintes- uma família.
Aliás, idêntica questão foi colocada à Corte Constitucional da França, em 27/1/2011, que houve por bem declarar que cabe ao Legislativo, se desejar mudar a legislação, fazê-lo, mas nunca ao Judiciário legislar sobre uniões homossexuais, pois a relação entre um homem e uma mulher, capaz de gerar filhos, é diferente daquela entre dois homens ou duas mulheres, incapaz de gerar descendentes, que compõem a entidade familiar.
Este ativismo judicial, que fez com que a Suprema Corte substituísse o Poder Legislativo, eleito por 130 milhões de brasileiros - e não por um homem só-, é que entendo estar ferindo o equilíbrio dos Poderes e tornando o Judiciário o mais relevante dos três, com força para legislar, substituindo o único Poder que reflete a vontade da totalidade da nação, pois nele situação e oposição estão representadas.
Sei que a crítica que ora faço poderá, inclusive, indispor-me com os magistrados que a compõem. Mas, há momentos em que, para um velho professor de 76 anos, estar de bem com as suas convicções, defender a democracia e o Estado de Direito, em todos os seus aspectos, é mais importante do que ser politicamente correto.
Sinto-me como o personagem de Eça, em "A Ilustre Casa de Ramires", quando perdeu as graças do monarca: "Prefiro estar bem com Deus e a minha consciência, embora mal com o rei e com o reino".
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 76, advogado, professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e da Escola Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Alerta Total: Aumentos para militares esconderiam quebra da anis...
Alerta Total: Aumentos para militares esconderiam quebra da anis...: "Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net/ Por Jorge Serrão Mesmo sendo vista com preconceito pelos militares, por seu passado ..."
domingo, 21 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
JUSTIÇA NO BRASIL? QUE JUSTIÇA? PAÍS DOS ABSURDOS!
Veja | 08/08/2010
Uma confissão desconcertante
Tropa de elite Gerardo Santiago, autor dos dossiês, se diz arrependido de cumprir ordens ilegais
PODEROSO CHEFÃO Sérgio Rosa, quando presidiu a Previ, dava ordens diretas para a elaboração de dossiês
ALVO 3 O vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, ainda sem saber quem quebrou seu sigilo fiscal
Alvo 2 O senador Haráclito Fortes do DEM, foi investigado e teve o sigilo bancário violado
Ex-diretor da Previ conta que produziu dossiês contra oposicionistas a mando do presidente do fundo de pensão controlado pelo PT
Otávio Cabral
Na oposição, os petistas mantinham uma poderosa e eficiente rede entranhada em diversos setores da sociedade que não media esforços para produzir informações que pudessem contribuir para barrar a ação de políticos e funcionários públicos corruptos. No governo, a rede se multiplicou e a disposição para produzir informações também, só que com objetivos pouco nobres. Foi assim em 2002, quando pessoas próximas ao então candidato Lula produziram dossiês contra todos os seus oponentes. Foi assim em2006, quando membros do partido foram presos tentando comprar um dossiê fajuto contra os tucanos. Foi assim em 2008, quando servidores do Palácio do Planalto produziram um dossiê contra a ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Foi assim há dois meses, quando um grupo do partido ligado à campanha de Dilma Rousseff foi surpreendido produzindo dossiês contra os adversários. E foi assim na semana passada, quando foi revelada a existência do mais recente dossiê petista a circular na praça, acusando a modelo Marina Mantega, filha do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de fazer lobby em favor de empresas. Pilhados, tanto o PT como o governo sempre tentam justificar os crimes como uma ação isolada de militantes descontrolados. os tais "aloprados", como definiu o presidente Lula.
"PARA DESMORALIZAR
OS ADVERSÁRIOS"
Gerardo Xavier Santiago é um arquivo vivo da atuação de um grupo de sindicalistas do PT no comando da Previ. O maior fundo de pensão do país. Por sete anos, Gerardo foi assessor direto de Sérgio Rosa, o petista que presidiu a Previ até maio deste ano. No cargo, Rosa transformou o órgão em um bunker de espionagem e fabricação de dossiês contra adversários de seu e grupo político e do governo Lula. Gerardo era encarregado direto da produção dos dossiês, principalmente na época da CPI dos Correios, que desvendou o mensalão e quase levou o governo a nocaute. Em várias horas de conversa com VEJA nos últimos meses, ele revelou os detalhes do método petista de enfrentar opositores - que continua funcionando a pleno vapor e produzindo sucessivos escândalos.
O senhor já recebeu ordens para fazer dossiê contra alguém? A primeira vez foi no governo FHC. Em junho de 2002. o governo federal fez uma intervenção para destituir todos os diretores da Previ Como essa intervenção nos prejudicaria, foi formado um grupo de petistas para levantar informações que comprometessem a gestão tucana e provassem a ingerência do governo na Previ.
Qual foi o destino do dossiê? Foi entregue à imprensa, inclusive vocês. da VEJA, publicaram uma reportagem com base nessas informações. Era um interesse de todos as funcionários da Previ, em nome da preservação da instituição. Agora, dossiês com conteúdo ofensivo, para atingir e desmoralizar adversários políticos, só no governo Lula mesmo. na gestão do Sérgio Rosa.
A máquina petista de produzir dossiês, porém, é ampla, bem organizada e atua como um apêndice oficial para satisfazer interesses do próprio governo. E, o mais surpreende-me, ela não é abstrata e tem até endereço comercial: a sede da Previ, o poderoso fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Em entrevista a VEJA, o advogado Gerardo Santiago revela que o gabinete da presidência da Previ foi usado como centro de montagem de dossiês para constranger e intimidar adversários do governo. Ex-diretor e ex-assessor da presidência do fundo. Gerardo conta que, cumprindo ordens superiores, elaborou dossiês contra deputados e senadores da oposição. Entre os alvos dos petistas já esteve até o atual candidato a Presidência da República José Serra. "A Previ é um braço partidário, é um bunker de um grupo do PT. uma fábrica de dos- R sies", acusa o advogado, R que garante ter cumprido missões determinadas diretamente por Sérgio Rosa, que presidiu o fundo até maio passado.
A prática petista de elaborar dossiês, segundo o ex-diretor, começou em 2002 e. na época. se resumia a denunciar gestores do próprio fundo que não atendiam aos interesses coorporativos. Em 2006,já sob o comando do petista Sérgio Rosa, a Previ passou a atuar como um braço armado do partido e do governo. Na CPI dos Correios, que fez tremer o governo Lula, Gerardo Santiago conta que Sérgio Rosa mandou ele "reunir informações sobre políticos não amigáveis. adversários da Previ e do PT" O advogado passou duas semanas vasculhando documentos sigilosos. consultando planilhas, cruzando dados de investimentos em negócios oficiais que tiveram a participação da Previ e que envolviam supostos interesses de oposicionistas, como o deputado ACM Neto, Jorge Bornhausen e José Serra. "Com os dados sigilosos nas mãos, fiz um texto de apresentação. juntei os documentos, encadernei e entreguei o dossiê pessoalmente ao Sérgio. no gabinete da presidência da Previ''. relata. Dias depois, a senadora petista Ideli Salvatti (SC) disse em uma reunião que precisava de algum material para constranger a oposição, Sérgio Rosa enviou-lhe o dossiê. que, não por coincidência, serviu de base para uma reportagem de capa de uma revista simpática ao PT. "Na época, o senador Antonio Carlos Magalhães, avô de ACM Neto, ficou uma fera, mas todo mundo comemorou o golpe."
A bisbilhotice não se limitou apenas à averiguação de interesses em negócios envolvendo a Previ. Sérgio Rosa também queria provar que havia ligações íntimas de políticos da oposição com o ex-banqueiro Daniel Dantas. Certo dia, conta o ex-assessor Gerardo, o presidente da Previ Ihe entregou uma planilha de voos do jatinho do ex-banqueiro e mandou que ele cruzasse os dados com as viagens do senador Heráclito Fortes (DEM-PI). Queria, com isso, provar que Heráclito. um dos maiores adversários do governo no Senado, recebia favores de Dantas. Gerardo passou uma semana analisando os dados, fez cruzamentos, mas o único indício encontrado que poderia sugerir alguma coisa foi a coincidência de um voo do jato do banqueiro a Teresina no mesmo dia do aniversário da mulher do senador. Não há uma única evidencia de que Heráclito estivesse a bordo do tal voo. mas boatos sobre suas relações aéreas com o ex-banqueiro se espalharam rapidamente pelo Congresso. "Eu tinha de ficar explicando a toda hora que tinha amizade era com um dos sócios do ex-banqueiro e que nunca viajei em jatinho nenhum¯. lembra o parlamentar.
O bancário Sérgio Rosa comandou a Previ nos últimos sete anos. O fundo. o maior do Brasil, administra um capital de mais de 140 bilhões de reais, participa do controle de noventa das maiores empresas brasileiras e tem um volume de ações em seu poder que representa mais de 5% de tudo o que é negociado na Bolsa de Valores de São Paulo. Rosa deixou o cargo com a perspectiva de ser ministro do governo Lula. presidente de uma grande estatal ou tesoureiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Ícone de poder dentro do PT e do governo, porém, acabou vítima do próprio veneno. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o dossiê contra a filha do ministro da Fazenda foi produzido pelos petistas ligados ao ex-presidente da Previ, numa disputa interna pelo controle do fundo. O grupo tem ramificações em outras esferas do governo.
No Banco do Brasil, por exemplo, três vice-presidentes foram indicados depois de receber a bênção de Rosa. No início do governo Lula. um deles era1osé Luiz de Cerqueira César, conhecido por Mexerica, exonerado em abril de 2006 por motivos até hoje oficialmente desconhecidos. Parceiro de Sérgio Rosa no mundo sindical. Cerqueira César. sabe-se agora. foi afastado por se envolver em violação de sigilo bancário de políticos adversários do governo.
O bancário araponga foi descoberto por arapongas profissionais da Abin,
acionada pelo Congresso para apurar denúncia de que funcionários do Banco do Brasil estariam invadindo contas bancárias de políticos de oposição. Um dos alvos, outra vez, foi o senador Heráclito Fortes. Segundo a investigação da Abin, Cerqueira César determinou a invasão de contas para tentar identificar eventuais transferências de dinheiro de políticos da oposição para a conta do caseiro Francenildo Costa - aquele rapaz humilde que denunciou i que o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci frequentava uma casa de festas mantida por lobistas e empresários com interesses em negócios do governo. Logo após a denúncia, petistas violaram a conta de Francenildo e identificaram um depósito de 25000 reais oriundo do Piauí. Para verificar se o depósito havia partido do piauiense Heráclito ou de alguém ligado a ele. Cerqueira César vasculhou a conta bancária do senador. O dinheiro fora depositado pelo pai do caseiro. Segundo o general Jorge Felix informou mais tarde ao próprio senador, a direção do Banco do Brasil, avisada pela Abin. decidiu exonerar o vice-presidente de Tecnologia. O cargo, porém, continuou sob a jurisdição de Sérgio Rosa, que indicou o bancário José Salinas - apontado agora como o principal suspeito de ter produzido e difundido o dossiê contra a modelo e empresária Marina Mantega.
Apesar das fartas evidências de uso institucional da máquina clandestina de produção de dossiês, as autoridades nunca foram capazes de identificar e punir com rigor os responsáveis. Na semana passada. o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, prestou depoimento a Polícia Federal. Ele teve seu sigilo fiscal quebrado dentro da Receita Federal, mas até hoje não se sabe quem são os autores do crime. Eduardo Jorge suspeita que o sigilo de uma de suas contas no Banco do Brasil também foi violado. De fato. no comité de campanha dos petistas circulavam informações sobre grandes movimentações bancárias do dirigente tucano, embora não tivesse aparecido nenhuma prova disso. Gerardo Santiago deixou a Previ e se aposentou em fevereiro passado, depois de desentendimentos com Sérgio Rosa. Arrependido e decepcionado com o 19, partido ao qual foi filiado até 2006, o advogado decidiu contar o que sabia e do que participou. "Hoje me arrependo de ter cumprido missões que nada tinham a ver com meu trabalho", diz ele. A assessoria da Previ na gestão de Sérgio Rosa confirmou que Gerardo exerceu cargos de confiança na empresa por sete anos. Não negou nem con6rmou que ele tenha feito dossiês. A assessoria da atual gestão informou que a política da companhia impede práticas como a elaboração de dossiês e o uso de documentos sigilosos. Sérgio Rosa não quis se manifestar.
"PARA DESMORALIZAR OS ADVERSÁRIOS"
Gerardo Xavier Santiago é um arquivo vivo da atuação de um grupo de sindicalistas do PT no comando da Previ. O maior fundo de pensão do país. Por sete anos, Gerardo foi assessor direto de Sérgio Rosa, o petista que presidiu a Previ até maio deste ano. No cargo, Rosa transformou o órgão em um bunker de espionagem e fabricação de dossiês contra adversários de seu e grupo político e do governo Lula. Gerardo era encarregado direto da produção dos dossiês, principalmente na época da CPI dos Correios, que desvendou o mensalão e quase levou o governo a nocaute. Em várias horas de conversa com VEJA nos últimos meses, ele revelou os detalhes do método petista de enfrentar opositores - que continua funcionando a pleno vapor e produzindo sucessivos escândalos.
O senhor já recebeu ordens para fazer dossiê contra alguém? A primeira vez foi no governo FHC. Em junho de 2002. o governo federal fez uma intervenção para destituir todos os diretores da Previ Como essa intervenção nos prejudicaria, foi formado um grupo de petistas para levantar informações que comprometessem a gestão tucana e provassem a ingerência do governo na Previ.
Qual foi o destino do dossiê? Foi entregue à imprensa, inclusive vocês. da VEJA, publicaram uma reportagem com base nessas informações. Era um interesse de todos as funcionários da Previ, em nome da preservação da instituição. Agora, dossiês com conteúdo ofensivo, para atingir e desmoralizar adversários políticos, só no governo Lula mesmo. na gestão do Sérgio Rosa.
Como assim? Quando o PT chegou à Presidência da República. os dirigentes botaram a Previ para defender o governo, o partido. o sindicato, a CUT. Hoje, a Previ é um braço partidário, é um bunker de um grupo do PT, uma fábrica de dossiês. A Previ está a serviço de um determinado grupo muito poderoso, comandado por Ricardo Berzoini, Sérgio Rosa, Luiz Gushiken e João Vaccari Neto. Esse dossiê envolvendo a filha do ministro Mantega faz parte da cultura política stalinista que parece se consolidar no PT, ou pelo menos nessa ala aloprada ligada ao sindicalismo bancário paulista.
O senhor foi escalado para produzir dossiês contra adversários do governo Lula? Em dezembro de 2005, quando a CPI dos Correios estava encurralando o PT, o Sérgio Rosa me chamou à sala dele e disse que gostaria que eu reunisse informações sobre investimentos problemáticos da Previ que estivessem ligados a políticos da oposição. Não citou nomes. mas não precisava. Como eu acompanhava de perto a CPI, sabia quem eram os nossos algozes e quem eram os nossos protetores.
Como foi esse trabalho? Eu sabia que o Conselho Fiscal da Previ havia separado uma série de investimentos de risco, que exigiam atenção especial. Quando Sérgio Rosa me deu a orientação, resolvi pesquisar nesse arquivo, que era uma bela matéria-prima. Sérgio me autorizou a consórcio Voa, que era comandado pelo Daniel Dantas. Os jatos eram usados para transportar políticos ligados ao Daniel. Minha missão era vincular o senador a um desses voos. Peguei a agenda do senador, informações sobre ele na internet, dados de seus familiares e cruzei com os voos. Mas acabei não conseguindo nada conclusivo.
Além da Previ, quais as outras ramificações desse grupo político?
O grupo do Sérgio Rosa e do Berzoini é muito forte em todos os bancos públicos e fundos de pensão. Na Previ, dos seis dirigentes, quatro são petistas e ex-dirigentes de sindicatos de bancários. No Banco do Brasília maioria dos diretores e vice-presidentes 6da mesma linha política. A presidente da Caixa, Maria Fernanda, é da Articulação Sindical Bancária. Os presidentes do Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa) e da Petros (fundo de pensão dos funcionários da Petrobras) também foram indicados por Berzoini e Sérgio Rosa.
Nesses outros locais também é comum a prática de espionar adversários e produzir dossiês?
Não posso citar casos concretos, porque nunca participei. Mas com certeza os métodos são os mesmos, já ouvi muitos relatos, já apareceram algumas acusações. Agora, com a proximidade das eleições presidenciais, vários casos estão vindo à tona. Mas prefiro me ater àquilo de que participei.
Uma confissão desconcertante
Tropa de elite Gerardo Santiago, autor dos dossiês, se diz arrependido de cumprir ordens ilegais
PODEROSO CHEFÃO Sérgio Rosa, quando presidiu a Previ, dava ordens diretas para a elaboração de dossiês
ALVO 3 O vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, ainda sem saber quem quebrou seu sigilo fiscal
Alvo 2 O senador Haráclito Fortes do DEM, foi investigado e teve o sigilo bancário violado
Ex-diretor da Previ conta que produziu dossiês contra oposicionistas a mando do presidente do fundo de pensão controlado pelo PT
Otávio Cabral
Na oposição, os petistas mantinham uma poderosa e eficiente rede entranhada em diversos setores da sociedade que não media esforços para produzir informações que pudessem contribuir para barrar a ação de políticos e funcionários públicos corruptos. No governo, a rede se multiplicou e a disposição para produzir informações também, só que com objetivos pouco nobres. Foi assim em 2002, quando pessoas próximas ao então candidato Lula produziram dossiês contra todos os seus oponentes. Foi assim em2006, quando membros do partido foram presos tentando comprar um dossiê fajuto contra os tucanos. Foi assim em 2008, quando servidores do Palácio do Planalto produziram um dossiê contra a ex-primeira-dama Ruth Cardoso. Foi assim há dois meses, quando um grupo do partido ligado à campanha de Dilma Rousseff foi surpreendido produzindo dossiês contra os adversários. E foi assim na semana passada, quando foi revelada a existência do mais recente dossiê petista a circular na praça, acusando a modelo Marina Mantega, filha do ministro da Fazenda, Guido Mantega, de fazer lobby em favor de empresas. Pilhados, tanto o PT como o governo sempre tentam justificar os crimes como uma ação isolada de militantes descontrolados. os tais "aloprados", como definiu o presidente Lula.
"PARA DESMORALIZAR
OS ADVERSÁRIOS"
Gerardo Xavier Santiago é um arquivo vivo da atuação de um grupo de sindicalistas do PT no comando da Previ. O maior fundo de pensão do país. Por sete anos, Gerardo foi assessor direto de Sérgio Rosa, o petista que presidiu a Previ até maio deste ano. No cargo, Rosa transformou o órgão em um bunker de espionagem e fabricação de dossiês contra adversários de seu e grupo político e do governo Lula. Gerardo era encarregado direto da produção dos dossiês, principalmente na época da CPI dos Correios, que desvendou o mensalão e quase levou o governo a nocaute. Em várias horas de conversa com VEJA nos últimos meses, ele revelou os detalhes do método petista de enfrentar opositores - que continua funcionando a pleno vapor e produzindo sucessivos escândalos.
O senhor já recebeu ordens para fazer dossiê contra alguém? A primeira vez foi no governo FHC. Em junho de 2002. o governo federal fez uma intervenção para destituir todos os diretores da Previ Como essa intervenção nos prejudicaria, foi formado um grupo de petistas para levantar informações que comprometessem a gestão tucana e provassem a ingerência do governo na Previ.
Qual foi o destino do dossiê? Foi entregue à imprensa, inclusive vocês. da VEJA, publicaram uma reportagem com base nessas informações. Era um interesse de todos as funcionários da Previ, em nome da preservação da instituição. Agora, dossiês com conteúdo ofensivo, para atingir e desmoralizar adversários políticos, só no governo Lula mesmo. na gestão do Sérgio Rosa.
A máquina petista de produzir dossiês, porém, é ampla, bem organizada e atua como um apêndice oficial para satisfazer interesses do próprio governo. E, o mais surpreende-me, ela não é abstrata e tem até endereço comercial: a sede da Previ, o poderoso fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Em entrevista a VEJA, o advogado Gerardo Santiago revela que o gabinete da presidência da Previ foi usado como centro de montagem de dossiês para constranger e intimidar adversários do governo. Ex-diretor e ex-assessor da presidência do fundo. Gerardo conta que, cumprindo ordens superiores, elaborou dossiês contra deputados e senadores da oposição. Entre os alvos dos petistas já esteve até o atual candidato a Presidência da República José Serra. "A Previ é um braço partidário, é um bunker de um grupo do PT. uma fábrica de dos- R sies", acusa o advogado, R que garante ter cumprido missões determinadas diretamente por Sérgio Rosa, que presidiu o fundo até maio passado.
A prática petista de elaborar dossiês, segundo o ex-diretor, começou em 2002 e. na época. se resumia a denunciar gestores do próprio fundo que não atendiam aos interesses coorporativos. Em 2006,já sob o comando do petista Sérgio Rosa, a Previ passou a atuar como um braço armado do partido e do governo. Na CPI dos Correios, que fez tremer o governo Lula, Gerardo Santiago conta que Sérgio Rosa mandou ele "reunir informações sobre políticos não amigáveis. adversários da Previ e do PT" O advogado passou duas semanas vasculhando documentos sigilosos. consultando planilhas, cruzando dados de investimentos em negócios oficiais que tiveram a participação da Previ e que envolviam supostos interesses de oposicionistas, como o deputado ACM Neto, Jorge Bornhausen e José Serra. "Com os dados sigilosos nas mãos, fiz um texto de apresentação. juntei os documentos, encadernei e entreguei o dossiê pessoalmente ao Sérgio. no gabinete da presidência da Previ''. relata. Dias depois, a senadora petista Ideli Salvatti (SC) disse em uma reunião que precisava de algum material para constranger a oposição, Sérgio Rosa enviou-lhe o dossiê. que, não por coincidência, serviu de base para uma reportagem de capa de uma revista simpática ao PT. "Na época, o senador Antonio Carlos Magalhães, avô de ACM Neto, ficou uma fera, mas todo mundo comemorou o golpe."
A bisbilhotice não se limitou apenas à averiguação de interesses em negócios envolvendo a Previ. Sérgio Rosa também queria provar que havia ligações íntimas de políticos da oposição com o ex-banqueiro Daniel Dantas. Certo dia, conta o ex-assessor Gerardo, o presidente da Previ Ihe entregou uma planilha de voos do jatinho do ex-banqueiro e mandou que ele cruzasse os dados com as viagens do senador Heráclito Fortes (DEM-PI). Queria, com isso, provar que Heráclito. um dos maiores adversários do governo no Senado, recebia favores de Dantas. Gerardo passou uma semana analisando os dados, fez cruzamentos, mas o único indício encontrado que poderia sugerir alguma coisa foi a coincidência de um voo do jato do banqueiro a Teresina no mesmo dia do aniversário da mulher do senador. Não há uma única evidencia de que Heráclito estivesse a bordo do tal voo. mas boatos sobre suas relações aéreas com o ex-banqueiro se espalharam rapidamente pelo Congresso. "Eu tinha de ficar explicando a toda hora que tinha amizade era com um dos sócios do ex-banqueiro e que nunca viajei em jatinho nenhum¯. lembra o parlamentar.
O bancário Sérgio Rosa comandou a Previ nos últimos sete anos. O fundo. o maior do Brasil, administra um capital de mais de 140 bilhões de reais, participa do controle de noventa das maiores empresas brasileiras e tem um volume de ações em seu poder que representa mais de 5% de tudo o que é negociado na Bolsa de Valores de São Paulo. Rosa deixou o cargo com a perspectiva de ser ministro do governo Lula. presidente de uma grande estatal ou tesoureiro da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Ícone de poder dentro do PT e do governo, porém, acabou vítima do próprio veneno. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o dossiê contra a filha do ministro da Fazenda foi produzido pelos petistas ligados ao ex-presidente da Previ, numa disputa interna pelo controle do fundo. O grupo tem ramificações em outras esferas do governo.
No Banco do Brasil, por exemplo, três vice-presidentes foram indicados depois de receber a bênção de Rosa. No início do governo Lula. um deles era1osé Luiz de Cerqueira César, conhecido por Mexerica, exonerado em abril de 2006 por motivos até hoje oficialmente desconhecidos. Parceiro de Sérgio Rosa no mundo sindical. Cerqueira César. sabe-se agora. foi afastado por se envolver em violação de sigilo bancário de políticos adversários do governo.
O bancário araponga foi descoberto por arapongas profissionais da Abin,
acionada pelo Congresso para apurar denúncia de que funcionários do Banco do Brasil estariam invadindo contas bancárias de políticos de oposição. Um dos alvos, outra vez, foi o senador Heráclito Fortes. Segundo a investigação da Abin, Cerqueira César determinou a invasão de contas para tentar identificar eventuais transferências de dinheiro de políticos da oposição para a conta do caseiro Francenildo Costa - aquele rapaz humilde que denunciou i que o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci frequentava uma casa de festas mantida por lobistas e empresários com interesses em negócios do governo. Logo após a denúncia, petistas violaram a conta de Francenildo e identificaram um depósito de 25000 reais oriundo do Piauí. Para verificar se o depósito havia partido do piauiense Heráclito ou de alguém ligado a ele. Cerqueira César vasculhou a conta bancária do senador. O dinheiro fora depositado pelo pai do caseiro. Segundo o general Jorge Felix informou mais tarde ao próprio senador, a direção do Banco do Brasil, avisada pela Abin. decidiu exonerar o vice-presidente de Tecnologia. O cargo, porém, continuou sob a jurisdição de Sérgio Rosa, que indicou o bancário José Salinas - apontado agora como o principal suspeito de ter produzido e difundido o dossiê contra a modelo e empresária Marina Mantega.
Apesar das fartas evidências de uso institucional da máquina clandestina de produção de dossiês, as autoridades nunca foram capazes de identificar e punir com rigor os responsáveis. Na semana passada. o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, prestou depoimento a Polícia Federal. Ele teve seu sigilo fiscal quebrado dentro da Receita Federal, mas até hoje não se sabe quem são os autores do crime. Eduardo Jorge suspeita que o sigilo de uma de suas contas no Banco do Brasil também foi violado. De fato. no comité de campanha dos petistas circulavam informações sobre grandes movimentações bancárias do dirigente tucano, embora não tivesse aparecido nenhuma prova disso. Gerardo Santiago deixou a Previ e se aposentou em fevereiro passado, depois de desentendimentos com Sérgio Rosa. Arrependido e decepcionado com o 19, partido ao qual foi filiado até 2006, o advogado decidiu contar o que sabia e do que participou. "Hoje me arrependo de ter cumprido missões que nada tinham a ver com meu trabalho", diz ele. A assessoria da Previ na gestão de Sérgio Rosa confirmou que Gerardo exerceu cargos de confiança na empresa por sete anos. Não negou nem con6rmou que ele tenha feito dossiês. A assessoria da atual gestão informou que a política da companhia impede práticas como a elaboração de dossiês e o uso de documentos sigilosos. Sérgio Rosa não quis se manifestar.
"PARA DESMORALIZAR OS ADVERSÁRIOS"
Gerardo Xavier Santiago é um arquivo vivo da atuação de um grupo de sindicalistas do PT no comando da Previ. O maior fundo de pensão do país. Por sete anos, Gerardo foi assessor direto de Sérgio Rosa, o petista que presidiu a Previ até maio deste ano. No cargo, Rosa transformou o órgão em um bunker de espionagem e fabricação de dossiês contra adversários de seu e grupo político e do governo Lula. Gerardo era encarregado direto da produção dos dossiês, principalmente na época da CPI dos Correios, que desvendou o mensalão e quase levou o governo a nocaute. Em várias horas de conversa com VEJA nos últimos meses, ele revelou os detalhes do método petista de enfrentar opositores - que continua funcionando a pleno vapor e produzindo sucessivos escândalos.
O senhor já recebeu ordens para fazer dossiê contra alguém? A primeira vez foi no governo FHC. Em junho de 2002. o governo federal fez uma intervenção para destituir todos os diretores da Previ Como essa intervenção nos prejudicaria, foi formado um grupo de petistas para levantar informações que comprometessem a gestão tucana e provassem a ingerência do governo na Previ.
Qual foi o destino do dossiê? Foi entregue à imprensa, inclusive vocês. da VEJA, publicaram uma reportagem com base nessas informações. Era um interesse de todos as funcionários da Previ, em nome da preservação da instituição. Agora, dossiês com conteúdo ofensivo, para atingir e desmoralizar adversários políticos, só no governo Lula mesmo. na gestão do Sérgio Rosa.
Como assim? Quando o PT chegou à Presidência da República. os dirigentes botaram a Previ para defender o governo, o partido. o sindicato, a CUT. Hoje, a Previ é um braço partidário, é um bunker de um grupo do PT, uma fábrica de dossiês. A Previ está a serviço de um determinado grupo muito poderoso, comandado por Ricardo Berzoini, Sérgio Rosa, Luiz Gushiken e João Vaccari Neto. Esse dossiê envolvendo a filha do ministro Mantega faz parte da cultura política stalinista que parece se consolidar no PT, ou pelo menos nessa ala aloprada ligada ao sindicalismo bancário paulista.
O senhor foi escalado para produzir dossiês contra adversários do governo Lula? Em dezembro de 2005, quando a CPI dos Correios estava encurralando o PT, o Sérgio Rosa me chamou à sala dele e disse que gostaria que eu reunisse informações sobre investimentos problemáticos da Previ que estivessem ligados a políticos da oposição. Não citou nomes. mas não precisava. Como eu acompanhava de perto a CPI, sabia quem eram os nossos algozes e quem eram os nossos protetores.
Como foi esse trabalho? Eu sabia que o Conselho Fiscal da Previ havia separado uma série de investimentos de risco, que exigiam atenção especial. Quando Sérgio Rosa me deu a orientação, resolvi pesquisar nesse arquivo, que era uma bela matéria-prima. Sérgio me autorizou a consórcio Voa, que era comandado pelo Daniel Dantas. Os jatos eram usados para transportar políticos ligados ao Daniel. Minha missão era vincular o senador a um desses voos. Peguei a agenda do senador, informações sobre ele na internet, dados de seus familiares e cruzei com os voos. Mas acabei não conseguindo nada conclusivo.
Além da Previ, quais as outras ramificações desse grupo político?
O grupo do Sérgio Rosa e do Berzoini é muito forte em todos os bancos públicos e fundos de pensão. Na Previ, dos seis dirigentes, quatro são petistas e ex-dirigentes de sindicatos de bancários. No Banco do Brasília maioria dos diretores e vice-presidentes 6da mesma linha política. A presidente da Caixa, Maria Fernanda, é da Articulação Sindical Bancária. Os presidentes do Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa) e da Petros (fundo de pensão dos funcionários da Petrobras) também foram indicados por Berzoini e Sérgio Rosa.
Nesses outros locais também é comum a prática de espionar adversários e produzir dossiês?
Não posso citar casos concretos, porque nunca participei. Mas com certeza os métodos são os mesmos, já ouvi muitos relatos, já apareceram algumas acusações. Agora, com a proximidade das eleições presidenciais, vários casos estão vindo à tona. Mas prefiro me ater àquilo de que participei.
Blog do Welbi: Bolsa Milionário -Artigo de Míriam Leitão
Blog do Welbi: Bolsa Milionário -Artigo de Míriam Leitão: "Míriam Leitão O manifesto das doze entidades empresariais em defesa dos empréstimos subsidiados do BNDES omitiu uma important..."
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Dona Marisa, A Inútil
Escrito por Donata Barros
Seg, 12 de Julho de 2010 17:10
Hoje foi publicada, pelo Estadão, uma entrevista na coluna de Sonia Racy, em que a Primeira Muda fala, sem nenhum conhecimento de causa, sobre o (des)governo dos 8 anos de mandato de seu cúmplice!
Entre outras tantas coisas estúpidas ditas aos bobotões à colunista, está uma pérola que trai o que vem negando seu marido ultimamamente, a respeito de não continuar a governar.
Responde a ignara à pergunta "A senhora acha que Lula deu certo no governo?":
"... Agora acabou o nosso tempo. É pegar uns dias para dar uma descansada e começar a trabalhar de novo. E deixar o governo andar. Tenho certeza que vamos ganhar, então vamos deixar a Dilma trabalhar sem se meter muito."
Ora, se vão deixar a terrorista (caso ganhe a eleição) trabalhar sem se meter muito, é sinal de que quem vai governar de verdade será o molusco!
E ela confirma o ato falho, quando diz que vão descansar apenas alguns dias, ou seja, vão voltar rapidinho ao "puder"!
Dona Mudinha deveria se recolher à sua própria insignificância, como ela mesa reconhece ao dizer que não é nada nem ninguém, e ir cuidar dos netinhos, cujo futura ela garantiu, segundo o Globo de 07 de março de 2010:
"D. Marisa Letícia – Previdência para os netos com cartão corporativo Artigo do jornalista Francisco C. Weffort – Publicado no Jornal”O Globo” no dia 07 de março de 2010
A 1a. dama tratou de garantir o futuro dos 3 netos, sabendo que INSS é para quem está nos andares de baixo e porque será um desastre para as futuras gerações. O gabinete de Segurança Institucional se empenha na coordenação de abafar o endereço de 600 mil reais que sumiram pelas mãos da Sra. Marisa Letícia da Silva, na utilização de seu poderoso cartão corporativo.
O sigilo sobre o caso é questão de “segurança nacional’, conforme defesa do Sr. Jorge Armando Felix, ministro-chefe do GSI, sabedor que a segurança é muito mais um grau de garantia porque é relativa, está sujeita a vulnerabilidades. *A verdade é que a esposa do presidente do governo mais corrupto da história da do Brasil, desde D.João VI,** *desembolsou, em dinheiro vivo, nada menos que R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), que foram recolhidos aos cofres da Brasilprev e incorporados ao seu balanço de 2007, para a aquisição de três planos de ‘previdência junior’ para garantir o futuro de seus três netinhos.
A senhora Marisa Letícia, a que entrou muda e certamente sairá calada do Palácio da Alvorada, usufrui a bel prazer das facilidades que a blindagem oficial propicia, mas que é relativa, pois informações vazam. Lamentavelmente, a família da Silva que se tornou patrimonialmente poderosa em tão pouco tempo de reinado, ainda conta com a simpatia de uma legião de brasileiros sem emprego, sem moradia, sem educação, sem saúde, mas portadores do cartão da corporação dos miseráveis do país. (OI/Brasil acima de tudo).
Vamos pagar o Imposto de Renda corretamente e sem reclamar, pois temos que garantir o futuro dos netinhos do LULA, já que a TELEMAR garantiu o Biólogo LULINHA. Se não estiver satisfeito, use o seu Cartão Corporativo, porém, com parcimônia… Que coisas tão graves em seus gastos na Presidência estará Lula procurando esconder da opinião pública?
Que de tão grave têm as despesas dos palácios do Planalto, da Alvorada e da Granja do Torto que possam explicar a cortina de fumaça que o governo criou para impedir o controle dos cartões corporativos de Lula, Marisa, Lulinha, Lurian etc.? A estas alturas, só o governo pode responder a tais perguntas. E como o governo não responde a opinião pública, sem os esclarecimentos devidos, torna-se presa de dúvidas sobre tudo e todos.
*É conhecida a ojeriza de Lula a qualquer controle sobre gastos. Evidentemente os dele, da companheirada do PT, dos sindicatos e do MST, sem esquecer um sem-número de ONG’s sobre as quais pesam suspeitas clamorosas.*Ainda recentemente, ele vetou dispositivo de lei que exigia dos sindicatos, prestação de contas ao TCU dos recursos derivados do imposto sindical (agora ‘contribuição’). Há mais tempo, Lula era contra o imposto em nome da autonomia sindical.”
Escrito por Donata Barros
Seg, 12 de Julho de 2010 17:10
Hoje foi publicada, pelo Estadão, uma entrevista na coluna de Sonia Racy, em que a Primeira Muda fala, sem nenhum conhecimento de causa, sobre o (des)governo dos 8 anos de mandato de seu cúmplice!
Entre outras tantas coisas estúpidas ditas aos bobotões à colunista, está uma pérola que trai o que vem negando seu marido ultimamamente, a respeito de não continuar a governar.
Responde a ignara à pergunta "A senhora acha que Lula deu certo no governo?":
"... Agora acabou o nosso tempo. É pegar uns dias para dar uma descansada e começar a trabalhar de novo. E deixar o governo andar. Tenho certeza que vamos ganhar, então vamos deixar a Dilma trabalhar sem se meter muito."
Ora, se vão deixar a terrorista (caso ganhe a eleição) trabalhar sem se meter muito, é sinal de que quem vai governar de verdade será o molusco!
E ela confirma o ato falho, quando diz que vão descansar apenas alguns dias, ou seja, vão voltar rapidinho ao "puder"!
Dona Mudinha deveria se recolher à sua própria insignificância, como ela mesa reconhece ao dizer que não é nada nem ninguém, e ir cuidar dos netinhos, cujo futura ela garantiu, segundo o Globo de 07 de março de 2010:
"D. Marisa Letícia – Previdência para os netos com cartão corporativo Artigo do jornalista Francisco C. Weffort – Publicado no Jornal”O Globo” no dia 07 de março de 2010
A 1a. dama tratou de garantir o futuro dos 3 netos, sabendo que INSS é para quem está nos andares de baixo e porque será um desastre para as futuras gerações. O gabinete de Segurança Institucional se empenha na coordenação de abafar o endereço de 600 mil reais que sumiram pelas mãos da Sra. Marisa Letícia da Silva, na utilização de seu poderoso cartão corporativo.
O sigilo sobre o caso é questão de “segurança nacional’, conforme defesa do Sr. Jorge Armando Felix, ministro-chefe do GSI, sabedor que a segurança é muito mais um grau de garantia porque é relativa, está sujeita a vulnerabilidades. *A verdade é que a esposa do presidente do governo mais corrupto da história da do Brasil, desde D.João VI,** *desembolsou, em dinheiro vivo, nada menos que R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), que foram recolhidos aos cofres da Brasilprev e incorporados ao seu balanço de 2007, para a aquisição de três planos de ‘previdência junior’ para garantir o futuro de seus três netinhos.
A senhora Marisa Letícia, a que entrou muda e certamente sairá calada do Palácio da Alvorada, usufrui a bel prazer das facilidades que a blindagem oficial propicia, mas que é relativa, pois informações vazam. Lamentavelmente, a família da Silva que se tornou patrimonialmente poderosa em tão pouco tempo de reinado, ainda conta com a simpatia de uma legião de brasileiros sem emprego, sem moradia, sem educação, sem saúde, mas portadores do cartão da corporação dos miseráveis do país. (OI/Brasil acima de tudo).
Vamos pagar o Imposto de Renda corretamente e sem reclamar, pois temos que garantir o futuro dos netinhos do LULA, já que a TELEMAR garantiu o Biólogo LULINHA. Se não estiver satisfeito, use o seu Cartão Corporativo, porém, com parcimônia… Que coisas tão graves em seus gastos na Presidência estará Lula procurando esconder da opinião pública?
Que de tão grave têm as despesas dos palácios do Planalto, da Alvorada e da Granja do Torto que possam explicar a cortina de fumaça que o governo criou para impedir o controle dos cartões corporativos de Lula, Marisa, Lulinha, Lurian etc.? A estas alturas, só o governo pode responder a tais perguntas. E como o governo não responde a opinião pública, sem os esclarecimentos devidos, torna-se presa de dúvidas sobre tudo e todos.
*É conhecida a ojeriza de Lula a qualquer controle sobre gastos. Evidentemente os dele, da companheirada do PT, dos sindicatos e do MST, sem esquecer um sem-número de ONG’s sobre as quais pesam suspeitas clamorosas.*Ainda recentemente, ele vetou dispositivo de lei que exigia dos sindicatos, prestação de contas ao TCU dos recursos derivados do imposto sindical (agora ‘contribuição’). Há mais tempo, Lula era contra o imposto em nome da autonomia sindical.”
O "cara de molusco"
• (texto de Caio Lucas)
Lula, você é o cara.
Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.
Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativose dentro de todos os tipos de esquemas.
Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.
Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.
Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.
Você é o cara que distribui nosso dinheiro, nossa riqueza, fruto de nosso trabalho, suor, sacrifício, pagos em impostos os mais exorbitantes do mundo, para outros países, como Angola, Cuba, Paraguai, Equador, etc... como se nós fôssemos a nação mais rica e poderosa do mundo e não tivéssemos nossos próprios problemas para resolver.
Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.
Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais,negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgoue condenou democraticamente. Ao mesmo tempo deportou refugiados políticos, como os boxeadores cubanos, e condenou à morte o dissidente cubano, estes sim, que mereciam a nossa solidariedade.
Você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.
Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da bolsa terrorismo, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.
É, Lula! Você é o cara...
É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.
Você é o cara que deveria apanhar na cara de todo brasileiro honesto e trabalhador."
* Caio Lucas (favor copiar e colar em seus perfis e grupos, também nos murais no trabalho, vamos fazer lembrar a nossa gente de quem e o Lula, e o perigo da criatura)
há ± 2 meses • Denunciar
Lula, você é o cara.
Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.
Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativose dentro de todos os tipos de esquemas.
Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.
Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.
Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.
Você é o cara que distribui nosso dinheiro, nossa riqueza, fruto de nosso trabalho, suor, sacrifício, pagos em impostos os mais exorbitantes do mundo, para outros países, como Angola, Cuba, Paraguai, Equador, etc... como se nós fôssemos a nação mais rica e poderosa do mundo e não tivéssemos nossos próprios problemas para resolver.
Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.
Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais,negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgoue condenou democraticamente. Ao mesmo tempo deportou refugiados políticos, como os boxeadores cubanos, e condenou à morte o dissidente cubano, estes sim, que mereciam a nossa solidariedade.
Você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.
Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da bolsa terrorismo, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.
É, Lula! Você é o cara...
É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.
Você é o cara que deveria apanhar na cara de todo brasileiro honesto e trabalhador."
* Caio Lucas (favor copiar e colar em seus perfis e grupos, também nos murais no trabalho, vamos fazer lembrar a nossa gente de quem e o Lula, e o perigo da criatura)
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